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Fernando



Dados Artísticos

Iniciou a carreira artística como crooner da Jazz Band Sul-americana de Romeu Silva. Gravou seus primeiros discos solo em 1924 interpretando os maxixes "Dor de cabeça", de J. B. Silva, o Sinhô e "Fubá", adaptação de Romeu Silva sob motivo popular com acompanhamento da Jazz Band Sul-americana. Fez sucesso no carnaval de 1925 com os maxixes "Caneca de couro", de J. B. Silva gravado com coro e "De cartola e bengalinha", de Freire Júnior gravado em dueto com o cantor Bahiano. Outro êxito carnavalesco obtido por ele no mesmo ano foi a marcha "Os passarinhos da Carioca", de Luis Nunes Sampaio, o Careca. Nesse ano, gravou o samba "Cartolinha", de Raul Silva; a toada-sertaneja "Caboclo arreliado", de Hugo Leal e, acompanhado de coro, o samba "Baú", de Mário Silva; o maxixe "Vem, meu benzinho", de Joubert de Carvalho e o samba "Está na hora" e o maxixe-carnavalesco "Amor", de Caninha. Gravou também do compositor paulista Marcelo Tupinambá a toada-sertaneja "Mulata clara"; o fox-trot "Palhaço" e, acompanhado de coro, a toada-sertaneja "Cabocla apaixonada" e a toada-nortista "Bambalelê". Também nesse ano, gravou o samba-carnavalesco "Nosso ranchinho", de Donga.

Em 1926, fez sucesso com os sambas "Amor sem dinheiro", de Sinhô e "Entra no cordão", de Pedro de Sá Pereira e com o maxixe-carnavalesco "Roupa na corda", de Romeu Silva. Nesse ano, três de suas gravações alcançaram grande êxito no carnaval, a marcha-carnavalesca "Pinta, pinta melindrosa!"; o maxixe-carnavalesco "Café com leite", ambas de Freire Júnior e a marcha-folia "Zizinha", de José Francisco de Freitas. Ainda nesse ano, gravou a modinha "Chuá, chuá", de Pedro de Sá Pereira; o maxixe "Sandália de couro", de Marques Porto, Ari Pavão e Pedro de Sá Pereira; a toada-canção "Oração", de Osvaldo Cardoso de Menezes; os sambas "Olá!", de João da Gente; "Vou morar no Estácio", de Caninha; "Preto não é bom", de De Chocolat e Augusto Vasseur e "Ela disse uma vez pra mim" e "Mulata, sai do portão", de Luiz Nunes Sampaio, o Careca e a marcha-carnavalesca "Roupa na corda", de Romeu Silva. Gravou ainda no mesmo ano, seis obras de Eduardo Souto: as marchas-carnavalescas "Mulher barbada" e "Momo"; o samba "Coisa boa"; a marcha-rancho "Por que?"; o cateretê "Na roça" e a cantiga "O violeiro".

Cantor bastante popular em meados da década de 1920, gravou 74 músicas pela Odeon ainda na fase das gravações mecânicas em que muitos dos discos possuíam apenas uma música.

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