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Fernando Moura

Fernando Kahane Moura
14/6/1959 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Começou como músico profissional aos 20 anos. Em 1982 fez a trilha para o longa-metragem "A Filha dos Trapalhões", com direção de Carlos Manga. Venceu em 1987 o "Festival Internacional de Cinema de Havana", na categoria "Vídeo Musical", com a música que compôs para o vídeo "A bailarina", de Belisário França. O interesse em unir música e imagem fez com que se especializasse em composições de trilhas sonoras. Na época em que morou em Edinburgo, compôs trilhas sonoras de filmes exibidos pela BBC, de Londres, e pelo Channel Four. Lançou neste mesmo ano de 1987 o primeiro disco solo intitulado "Passeio noturno". Neste mesmo ano compôs a trilha sonora para o filme "Que Bom TE Ver Viva", dirigido por Lucia Murat. No ano de 1989 fez a trilha do filme "Assim na Tela como no Céu", de Ricardo Miranda. No ano seguinte, em 1990, participou da "Noite Brasileira", no "Festival de Jazz de Montreux". No ano seguinte compôs a trilha para o filme "A Viagem de Volta", dirigido por Emiliano Pereira.  Em 1992 lançou o CD "Cinema tocado". No ano seguinte participou dos projetos "Aquarius" e "A música dos The Beatles", no Rio de Janeiro. Regido por George Martin, tocou piano e teclado ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira. No mesmo ano, acompanhou o show de Chuck Berry no "Free Jazz Festival" e em sua turnê brasileira.  De volta ao Brasil, assumiu a direção musical dos seguintes programas: "TV Gari", do canal comunitário da Comlurb, "Teca na TV" e "Estação Rural", do Canal Futura. No período de 1997 a 1999, escreveu os arranjos dos noticiários de rádio "O Globo no ar" e "Dinheiro é o terror" (1997). Compôs trilha sonora para mais de 500 comerciais de televisão, entre 1982 e 1995. Em 1998, compôs a trilha sonora da peça "A dona da história", de João Falcão, e dos espetáculos "Subversão", "Salem da imaginação" e "Dinheiro é o terror". Em parceria com Marcos Suzano, compôs a trilha da série "Futebol", de João Moreira Salles, em 1998 e "Mãe & Cia", de Angela Reidegger, exibidos no canal GNT. Compôs trilhas sonoras para diversos programas do Canal Futura: "De sentinela", "A fila", "Na estrada" e "O banho", de Kátia Maciel, além de "Ivens Machado", de André Parente e também  para o vídeo "Antônio Manuel", de Rogério Sgarzela. Produziu a trilha sonora do CD-ROM "H. O. Supra-sensorial", sobre o artista plástico Hélio Oiticica. Produziu o CD "Afrosick", do artista japonês Miiyazawa Kazufumi, com participação de Lenine, Carlinhos Brown, Pedro Luís e Paulinho Moska. Em 1999, em parceira com Rogério Blat, compôs as canções do musical "Praça 11", indicado para o "Prêmio Coca-Cola de Teatro". Ao lado de Marcos Suzano, Paulinho Moska e músicos japoneses, fez temporada de duas semanas no Blue Note de Tóquio. Compôs e regeu a trilha sonora de "O Trapalhão e a luz azul", em outubro do mesmo ano. Produziu o CD "Flash", de Marcos Suzano, lançado pela gravadora Trama. Compôs trilhas para filmes da Universidade Napier e exibidos pela BBC e Channel Four britânico. Compôs também trilha para a mini-série "Pure soul", da Yomiuri, canal da televisão japonesa. Trabalhou na Inglaterra musicando o filme "Open a door". Musicou vários curtas-metragens: "Dama da noite", "Carro forte", "Bilhete premiado", "A verdade", "Sinal fechado" e "Escurinho do cinema". No ano 2000 compôs a trilha par ao filme "Os Trapalhões e a Luz Azul", dirigido por Paulo Aragão. Dois anos depois, em 2002, fez show no projeto "5ª do BNDES" com os músicos Armandinho e Marcos Suzano. Neste mesmo ano, ao lado de Henrique Cazes e Beto Cazes, lançou o CD "Eletro Pixinguinha XXI". Entre suas trilhas mais conhecidas estão os arranjos para a abertura do programa "O Globo no Ar", "Redator Chefe" e "Correspondente Globo", todos do Sistema Globo de Rádio. Compôs temas-incidentais para os seguintes filmes: "Confissões de adolescente", "Mulheres no cinema brasileiro" e "Turma do Didi". Para teatro compôs e fez a direção do musical "Alice no País das Maravilhas", estrelado por Luanda Piovani e dirigido por Ernesto Piccolo. Compôs para o espetáculo "No meio do nada", de Ricardo Blat; "Mais uma vez amor" e "A Dona da História". Para a companhia de dança "Vacilou Dançou" compôs a trilha do espetáculo "Um sopro D'Ela", com coreografia de Carlota Portella. No ano de 2003 lançou pela Rob Digital o CD "Do bom e do melhor", que contou com as participações especiais de Paulo Moura, Marcos Suzano, Armandinho, Miyazawa Kazufuni, Jamil Joanes, Roberto Marques, Eduardo Neves, Juarez Araújo, Humberto Araújo, Beto Cazes, Nilo Romero, Xande Figueiredo, Carlos Malta, Ronaldo Diamante, entre outros. Neste disco interpretou "Aquarela do Brasil" (Ary Barroso), "Chovendo na roseira" (Tom Jobim) e "Oração ao tempo", de Caetano Veloso e ainda, várias composições de sua autoria, tais como "Paulo" (c/ Paulo Moura), "Batam" (c/ Nilo Romero), "Lapa Tonight" (c/ Jovi Joviniano) e "Alegria do amor", em parceria com Marcos Suzano. O CD foi lançado em show no Espaço FNAC Barrashopping (no Brasil e no Japão), nos quais contou com a participação de Armandinho no bandolim e de Jovi Joviniano na percussão. Neste mesmo ano compôs a trilha para "Bendito ao Fruto", de Sergio Goldenberg. Em 2006 compôs a trilha sonora para o longa-metragem "Paraguai, a Guerra Esquecida", dirigido por Dennis Wright. Em 2007 lançou o CD "Uma lua - Fernando Moura & Reiko Tsuchiya" pelo Selo Five D Plus, do Japão. Compôs a trilha para o filme "Etnografia da Amizade", de Ricardo Miranda. No ano seguinte, em 2008, ganhou o prêmio "Melhor Trilha Sonora" no "Festival de Havana" pelas composições da trilha sonora do filme "Maré, Nossa História de Amor", dirigido por Lucia Murat. No ano de 2009 compôs trilhas para os filmes "Caso Morel", de Scheila Feital e "180 graus", dirigido por Eduardo Vaisman. No ano de 2010 lançou o CD "Tudo piano", no qual interpretou de sua autoria "Around the word", "Amizade", "Esfumato", "Sumatra", "Pneus e correntes", "Shibuya streets", "Oito", "Pedra do Leme", "Shinkansun", "Obrigado Tom", "Um beijo" e a faixa-título "Tudo piano". Dois anos depois, em 2012, uniu-se a Ary Dias para formar a dupla “Fernando Moura & Ary Dias”. Lançaram, no mesmo ano, o CD “CosmeDamião”, com treze faixas misturando composições próprias e regravações. Em 2014 lançou, de forma independente, o disco “Pros meninos”, em parceria com o percussionista Ary Dias. No trabalho foram incluídas as composições “Preparado para tudo”, “Mexidão”, “Massaranduba” (Guilherme Maia e Ary Dias), “Pros meninos” (c/ Ary Dias), “Pras meninas” (c/ Ary Dias), “Canto de Ossanha” (Baden Powell e Vinicius de Moraes), “Revolta dos bongôs” (c/ Ary Dias), “Assim na tela como no céu” (c/ Ary Dias), “Outros meninos” (Moraes Moreira e Abel Silva), “Poeira tropical”, “Tudo preparado” (Ary Dias) e “Pras meninas Japan” (c/ Ary Dias). O CD contou como convidados os músicos Zé Nogueira (sax soprano), Mauro Senise (sax), Davi Moraes (guitarra) e Armandinho (guitarra baiana), além de Ary Dias nos instrumentos berimbau, cuíca, kalimba, cajón, triângulo e a sua invenção caixambor, mistura de tambores africano e turco. No ano seguinte, em 2015, lançou o disco independente “Nos meus braços”, no qual contou com 30 faixas, 27 autorais e apenas três em parceria. As músicas do CD foram “A baby beat”, “Nos meus braços”, “Animais em festa”, “Beijo 1”, “Baile dos sapos”, “Vai chegar” (c/ Abel Silva), “Fadas e príncipes”, “Beijo 2”, “Acalanto” (c/ Fred Góes), “Água e luz”, “Pássaros na montanha”, “Beijo 3”, “Revolta dos brinquedos”, “Pica-paus”, “Pernas pra que te quero”, “Beijo 4”, “Olha o circo”, “Por aí”, “Pedras no lago”, “Beijo 5”, “No parque”, “Olhando a lua”, “Corrida maluca”, “Beijo 6”, “Viva a natureza”, “Floresa no espaço”, “Beijo 7”, “Trenzinho vai e vem”, “Voando para o Oriente” e “Primeira saudade” (c/ Miyazawa Kazufumi). Ainda em 2015, na esteira do sucesso anterior, voltaram a se reunir para gravar “Pros meninos”. Das 12 músicas incluídas no trabalho apenas “Canto de Ossanha” e “Outros meninos” foram regravações. Como instrumentista acompanhou Marisa Monte, Moraes Moreira, Simone, Eduardo Dusek, Ana Carolina, Verônica Sabino, Zé Ramalho, Lenine, Simone, Zélia Duncan, Elza Soares, Francis Hime, Chico César, Amelinha, Ednardo e Elba Ramalho, entre outros. No exterior trabalhou com Georges Moustaki, Miyazawa Kazufumi, Chuck Berry, George Martin, GNR (Portugal), Miyazawa Kazufumi (Japão) e Steve Hackett (ex-Genesis).

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