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Falamansa



Dados Artísticos

Banda de forró.  Grupo composto por Ricardo Cruz, o Tato, vocalista e violonista, nascido em 26/4/1978 em São Paulo (SP) e criado no interior, na cidade de Piracicaba (SP); Douglas Machado Capalbo, o Alemão, responsável pela zabumba, nascido em 17/2/1979, em São Paulo (SP); André Canônico, o Dézinho, responsável pelo triângulo e pela percussão, nascido em 20/3/1978, também em São Paulo (SP); e Josivaldo Leite da Silva, o Waldir do Acordeom, nascido em 27/10/1959, em Arco-Verde (PE). Formou-se quase que por acaso. Em 1996, o cantor e violonista Tato mudou-se de Piracicaba para estudar publicidade e propaganda em São Paulo. No mesmo período, Alemão atuava como DJ de uma casa noturna onde apresentava muitas músicas de forró. Em 1998, Tato resolveu escrever uma composição de sua autoria num festival universitário e, perguntado pela organização do evento sobre qual seria o nome de sua banda, disse que seria "Falamansa", que, na verdade, ainda não existia. Em seguida, convidou Alemão e Deizinho para comporem a banda, juntamente com um flautista e um baixista que ficaram pouco tempo. Ainda em 1998, Falamansa obteve a segunda colocação no Festival Universitário com a composição "Asas", de Tato. Pouco depois, a banda passou a contar com Josivaldo Leite, o Waldir do Acordeom, que já havia atuado ao lado de Osvaldinho do Acordeom e de Jorge de Altinho.  Passaram a se apresentar como atração obrigatória em todo o circuito do forró de São Paulo e também em outros estados. Em 2000, gravaram o primeiro CD, "Deixa entrar", pela Abril Music, respeitando o tradicionalismo do forró pé-de-serra, e sua estrutura básica formada pela zabumba, triângulo e sanfona. Destacam-se neste CD as composições: "Deixa entrar", instrumental, "Xote dos milagres" e "Zeca Violeiro", todas de Tato, "Principiando/Decolando", de Waldir do Acordeom e "Confidência", de Jorge de Altinho e Accioly Neto. Em 2001 tiveram participação especial no CD "Coração feliz", do Trio Virgulino, na música "Foi por um triz". No mesmo ano, partciparam do CD "Pop dez mais", lançado nas bancas de jornais pela Abril Music, com as músicas "Xote dos milagres" e "Falamansa song". Ainda no mesmo período gravaram participação especial no CD "Feito brasileiro", de Miltinho Edilberto, na faixa "Balanço do busão". No mesmo ano receberam no Teatro Municipal do Rio de Janeiro o prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria grupo revelação, tendo o primeiro CD do grupo vendido cerca de um milhão de cópias, tornando-se, assim, o primeiro fenômeno de vendagens do forró. Em 2001, a banda lançou o segundo CD, "Essa é pra vocês". Em 2003, saiu o terceiro CD do grupo, "Simples mortais", com oito composiçõies de Tato, com detaque para as músicas "100 anos", de Tato e "Feinha", de João Linhares, além da regravação de "Caminhos do coração", de Gonzaguinha. Nesse ano, apresentou-se na Festa de Peão de Boiadeiro de Barretos, em São Paulo, além de fazer shows em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná. Em 2004, lançaram o CD “Um dia perfeito”, pela DeckDisk, seguindo a linha que os projetou, a do “Forró universitário”.  Em 2005, consolidaram-se como um dos principais nomes da música nacional, ao lançarem o CD “Fala Mansa – MTV ao vivo”, pela DeckDisk.  Em 2008, a Sony/BMG lançou a coletânea “Fala Mansa – Essencial”, com seus principais sucessos.  Em 2010, completando 10 anos de carreira, e com cerca de 3,5 milhões de CDs vendidos, lançaram o DVD “Fala Mansa 10 anos – Por um mundo melhor!, de forma independente. Enquadrando-se no padrão dito ecologicamente correto da época, utilizaram, na capa do disco, papel extraído de madeira de reflorestamento, tecidos reciclados de garrafas pet nos figurinos, e material reaproveitado no cenário, incluindo 7.000 fundos de garrafas pet. O DVD foi o primeiro no Brasil a utilizar a tecnologia das câmeras “Red”, usada em filmes de sucesso internacional.  O DVD trouxe 19 faixas, incluindo os principais sucessos da banda até então, "Rindo á toa, "Xote dos milagres”, "Xote da alegria", “Cem anos", "Asas", "Sol de Hiroshima", e "Avisa", todas de Tato; algumas releituras de músicas de Dominguinhos, Nando Cordel e Luiz Gonzaga; algumas inéditas, que abordaram temas como amor, alegria, fé e consciência ambiental; além de uma seção com comentários dos integrantes da banda sobre o show e o clipe da música "Segue a vida", gravado numa balsa dentro do Rio Tietê, em São Paulo (SP).  Em 2012, completando 14 anos de trajetória, lançaram o CD “As sanfonas do Rei”, pela DeckDisk, em homenagem a Luiz Gonzaga, buscando relançar músicas menos divulgadas na voz do Rei do Baião, como  ”Indiferente”, de Severino Ramos e Luiz Guimarães, “Xote ecológico”, de Luiz Gonzaga e Agnaldo Batista, “O fole roncou”, de Nelson Valença e Luiz Gonzaga, e “Alegria pé de serra”, de Dominguinhos e Anastácia.  O álbum teve participações especiais de Elba Ramalho, na releitura de “Sanfoninha choradeira”, de Luiz Gonzaga e João Silva; Dominguinhos, em “Nem se despediu de mim”, de Luiz Gonzaga e João Silva; Jorge du Peixe, vocalista do Nação Zumbi, no pout-pourri de forró e maracatu ”Erva Rasteira/A Festa“, de Gonzaga Júnior;Trio Nordestino, no baião “Amei a toa”, de João Silva e Joquinha Gonzaga; Trio Virgulino, no xote “Bom Pra uns”, de Onildo Almeida e Juarez Santiago; Miltinho Edilberto e Janaína Pereira, em “Serena no mar”, de Sivuca e Glorinha Gadelha); e do projeto social Meninos do Morumbi, em  “Qui nem jiló”, de Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga. Para divulgação do disco, realizaram turnê e apresentações em programas de TV aberta em rede nacional, como o “Domingão do Faustão”, na Rede Globo de Televisão.  Em 2014, lançaram o CD “Amigo velho”, novamente pela DeckDisk, apenas com músicas inéditas, o que não ocorria havia 6 anos. O álbum, segundo o grupo, procurou mesclar ao forró pé-de-serra influências de gêneros como o folk, o country e o punk, e foi desde o xote “Me Dá Um Beijo", inspirado nas músicas de Flávio José, até "Um Petit Peu Plus D’Amour", inspirada nas turnês feitas pela banda por países como França, Suíça, Portugal, Itália, Inglaterra e Irlanda. Em 2016, lançaram o décimo disco de músicas inéditas da carreira, “Lá da Alma”, pela Deck Disc. Com 14 faixas, todas de autoria de Tato, e duas delas em parceria com Manuca Almeida, Ivo Mozart, Zeider Pires e Marcelo Mira: “Respeite a Maré” e “Um Pouco Mais de Fé”; e outra em parceria com Zeider e Ivo, “Amuleto”. O disco teve participação especial do sanfoneiro Mestrinho em “Nós Dois, Numa Praia, Num Rolê”, e Gabriel o Pensador, em "Cacimba de Mágoa".
Em 2018, gravaram disco ao vivo em comemoração aos 18 anos de carreira, na praia de Itaúnas, em Conceição da Barra (ES).

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