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Eugênio Martins

Eugênio Martins
1910 Rio de Janeiro

Dados Artísticos

Começou a carreira artística na década de 1930. Em 1936, fez parte de um conjunto musical que embarcou para a Argentina a fim de fazer apresentações na Rádio Belgrano de Buenos Aires acompanhando as cantoras Carmen Miranda e Aurora Miranda. Faziam parte do gupo os músicos Custódio Mesquita, Laurindo de Almeida, Zé Carioca, e Sutinho. Esse grupo substituiu o regional de Benedito Lacerda porque alguns componentes do mesmo não puderam aprontar-se a tempo.

Em 1951, assinou contratato com a gravadora Continental e lançou os choros "Minha flauta de prata", de Jaime Florence, "Luar de prata" e "Aguenta o galho", de sua autoria, além da valsa "Recordar é viver", de Freire Jr. Em 1952, gravou os choros "O passo do velho", de Altamiro Carrilho e Ari Duarte, e "Olívia" e "Maria Fumaça", e a polca-choro "Festa na roça", de sua autoria, além da valsa "Glória", de Bonfíglio de Oliveira, e o choro "Dinorá", de José Ferreira Ramos e Benedito Lacerda. Em 1953, gravou o tango "O despertar da montanha", clássico de Eduardo Souto, os choros "Com a pulga atrás da orlha", de Donga e "Urubu malandro", de Louro, e a valsa "Saudades de Napoli", de Francisco Nistico. Nesse ano, foi contratado pela Odeon e gravou disco com a valsa "Lágrimas de virgem", de Luiz Americano, e o choro "Vanda", de sua autoria. Em 1954, gravou o choro "Tip top", de sua autoria, e a clássica valsa "Boneca", de Benedito Lacerda e Aldo Cabral. Em 1968, participou da celebração do aniversário de 70 anos de Pixinguinha, promovido pelo Conselho Superior de MPB do Museu da Imagem e do Som coordenado pelo crítico R. Cravo Albin, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, integrando o conjunto Os Boêmios. Em 1979, fez apresentações com grupos de choro em Juiz de Fora, MG. Gravou discos pela Elite Special e Odeon.

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