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Ericsson Martha

Ericson Brochado Martha
19/6/1921 Rio de Janeiro, RJ
4/1983 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Estreou em discos em 1943, quando gravou pela Columbia, com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu conjunto regional, o samba "O "X" da questão" e a marcha "Alto lá, seu João!", ambas de Humberto Teixeira e Carlos Barroso.  Em 1945, na Continental, gravou com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu conjunto regional, a valsa "Nininha", de Benedito Lacerda e Mário Rossi e o samba "Manchete de estrelas", de Benedito Lacerda e Orestes Barbosa. Em seguida, gravou com acompanhamento de orquestra as valsas "Morena" e "Primavera", de Irene de Almeida e Valter de Almeida. No mesmo ano, trasferiu-se para a gravadora Victor e gravou a marcha-hino "Paz" e o samba "Brasil", ambas de Benedito Lacerda e Aldo Cabral, que seguiam o espírito patriótico daqueles tempos de guerra. Em seguida, gravou dois sambas "Pedro da Conceição", de Benedito Lacerda e Frazão e "Não quero", de Benedito Lacerda e Aldo Cabral, com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu conjunto regional. Em 1946, gravou um último disco na Victor com os choros "Minha prece", de René Bittencourt e Luiz Bittencourt, e "Amoroso", de Garoto e Luiz Bittencourt, com acompanhamento de Garoto e seu conjunto. Em seguida, transferiu-se para a Continental e gravou com acompanhamento de Napoleão Tavares e Seus Soldados Musicais, os sambas "História do Brasil", de Lauro Maia e Mendonça de Souza e "Onde trabalha o seringueiro", de Mendonça de Souza. Em 1948, transferiu-se para o selo Star, futura Copacabana, e gravou com acompanhamento de Raul de Barros e Sua Orquestra os sambas "Meia-noite", de Humberto Paiva e Sebastião Cirino, além de "Nós somos de lá", de Lauro Maia. Em 1950, ingressou na Todamérica e em seu primeiro disco na nova gravadora lançou com acompanhamento de orquestra a marcha "Falsa colombina" e o samba "Lá vem ela", ambas de Saint-Clair Sena. No ano seguinte, gravou de Armando Braga e Amauri Silva, com acompanhamento de Sebastião Cirino e sua orquestra, os sambas "Humilhação" e "Oceano de pranto". Também em 1951, gravou com acompanhamento de orquestra os sambas "Hino ao samba" e "Samba do adeus", de autoria da dupla José Maria de Abreu e Jair Amorim. Gravou também o samba "Rosa maliciosa", de Sebastião Cirino e Rogério Nascimento. Em 1952, gravou o samba "No alto da serra", de Paulo Barbosa e Alberto Ribeiro, e o bolero "Réstea de luz", de Amauri Silva e Almeida Filho. Gravou em 1953 os sambas "Como bebe esse rapaz", de Rui de Almeida, Guido Medina e Orlando Trindade, e "Vou beber", de Paulo Marques, Ailce Chaves e Sávio Barcelos. Em 1954, gravou um último disco na Todamérica com a canção "Mama", de Cherubini e Bixio, com versão de Guido Medina e a toada-baião "Ave Maria no sertão", de Conde e Pádua Muniz. Em 1955, contratado pela Odeon, gravou a valsa "Quando a mulher erra", de Cicognini, Weston e Cahn, com versão de Júlio Nagib, e o samba "Gesto covarde", de Henrique Gonçalez. Em 1956, gravou o fox "Esperando você" , de Zareth e North, com versão de Haroldo Barbosa, e a valsa "Bodas de prata", de Roberto Martins e Mário Rossi, com acompanhamento de Osvaldo Borba e sua orquestra. No final dos anos 1950, já em fim de carreira e sem maiores oportunidades, gravou um disco pelo selo Araribóia com a valsa "Uma alegria sem fim" e o fox "Estrela vazia", de L. V. Mota. Em 2004, no CD "No tempo da seresta" volume 2 do selo Revivendo apareceu sua interpretação para a valsa "Nininha", de Benedito Lacerda e Mário Rossi, e no CD "Datas inesquecíveis", a gravação da canção "Mama", de Cherubini e Bixio, com versão de Guido Medina. Gravou 18 discos pelas gravadoras Continental, Odeon, Victor, Star e Todamérica.

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