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Elza Soares

Elza da Conceição Soares
23/6/1937 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1953, fez o primeiro teste na Rádio Tupi, no programa "Calouros em desfile", de Ary Barroso. No teste interpretou a música "Lama" (Paulo Marques e Alice Chaves), ganhando o primeiro lugar. Seu irmão Avelino, que estudava violão e tocava na Orquestra Garam de Bailes, do maestro Joaquim Naegli, comentou com este sobre a irmã e do prêmio que havia ganho no programa de Ary Barroso. Após um teste com o maestro, foi contratada como crooner. Trabalhou na orquestra até 1954, quando ficou grávida. No ano seguinte, após ser liberada pelo médico do resguardo do parto, fez um show no Clube da Imprensa e foi convidada a assistir à peça "Jour-jou-Fru-fru", de Silva Filho, no Teatro João Caetano, onde conheceu Mercedes Batista, que a convidou para participar do elenco de bailarinas. Pouco tempo depois, estava contracenando com Grande Otelo na peça que se tornaria um grande sucesso de público na época. Em 1958, viajou para a Argentina com a Companhia de Mercedes Batista, apresentando-se no Teatro Astral. No ano de 1959, ao regressar ao Brasil, foi contratada por Walter Silva para a Rádio Vera Cruz. Na emissora, conheceu Moreira da Silva, que a levou para cantar no Texas Bar, em Copacabana, fazendo contato com Silvinha Teles e Aloísio de Oliveira, que a convidou para gravar. Ainda em 1959 gravou pela Odeon um 78 rpm com as músicas "Se acaso você chegasse" (Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins) e "Mack the Knife". No ano seguinte, foi para São Paulo trabalhar no show "Festival Nacional de Bossa Nova", realizado no Teatro Record e na Boate Oasis. Por essa época, gravou o primeiro LP, "Se acaso você chegasse", pela Odeon. Logo depois lançou "A bossa negra", seu segundo disco. Em 1961 gravou seu 2º disco "A bossa negra", lançado pela Odeon nesse mesmo ano e relançado pela Universal Music em 2003. O disco contou com 12 faixas, dentre as quais "Marambaia" e "Beija-me". Em 1962, fez apresentações como representante do Brasil na Copa do Mundo no Chile, onde conheceu Louis Armstrong (representante artístico dos Estados Unidos), que lhe propôs fazer carreira nos EUA. Conheceu Garrincha, com quem se casaria e manteria um relacionamento conturbado. No ano seguinte, em 1963, gravou pela Odeon o LP "Sambossa", com as composições "Rosa morena" (Dorival Caymmi), "Só danço samba" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e "A banca do distinto" (Billy Blanco), entre outras. Em 1964, ainda pela Odeon, gravou o disco "Na roda do samba", com os sucessos "Pressentimento" (Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho) e "Princesa Isabel", de Sérgio Ricardo. Entre 1963 e 1967, gravou vários compactos e LPs. Em 1967, apresentou-se em shows como "Bahia de todos os santos", no Teatro Copacabana, e "Elza de todos os sambas", no Teatro Santa Rosa. Recebeu do então governador do Rio de Janeiro, Negrão de Lima, o diploma de "Embaixatriz do samba", do Conselho de Música Popular do Museu da Imagem e do Som, por iniciativa do então presidente da instituição, Ricardo Cravo Albin. Transferiu-se para a Itália, onde morou acompanhada de Mané Garrincha. Na Itália apresentou-se no Teatro Sistina, em Roma, retornando ao Brasil em 1972, montando o show "Elza em dia de graça". Apresentou-se no Teatro Opinião e fez temporada no navio italiano Eugenio C. Cantou também no Canecão, no espetáculo "Brasil export show". Fez uma temporada de duas semanas na boate Number One, no Rio de Janeiro. Na década de 1970, gravou o disco "Elza, Miltinho & samba", em dupla com o cantor Miltinho. Em 1973, apresentou-se em São Paulo no Teatro Brasileiro de Comédia, com o show "Viva Elza", depois levado para outras capitais do país. No ano seguinte, participou do programa radiofônico "MPB - 100 Anos Ao Vivo", apresentado e produzido por Ricardo Cravo Albin, para mostrar a história da MPB em cadeia nacional de rádio. A série radiofônica gerou vários LPs de igual título, da qual a cantora participou dos números sete e oito, cantando os sambas dos anos 60 e 70. No início da década de 1980, trabalhou na boate paulista Madame Satã, no show "A vingança será maligna", juntamente com o grupo Os Titãs. Em 1984, Caetano Veloso a convidou para participar do disco "Velô", dividindo com ela a música "Língua", composição do próprio Caetano. No ano seguinte, o compositor baiano e Lobão produziram o LP "Somos todos iguais". Em 1986, com o falecimento de seu filho Garrinchinha, em decorrência de um acidente automobilístico, resolveu ir para o exterior onde permaneceu nove anos, transitando entre a Europa e os Estados Unidos. Em 1988 gravou o LP "Voltei". Regressou de vez ao Brasil em 1994. Dois anos depois, interpretou com Lobão a música "Se acaso você chegasse", no disco "Casa de samba", produzido por Rildo Hora. Por essa época, participou do CD "Bordões", de João de Aquino, interpretando "Canário da terra" (João de Aquino e Aldir Blanc). Em 1997, lançou o disco "Trajetória". Com participação especial de Zeca Pagodinho, o disco ainda reuniu composições de Chico Buarque, Guinga e Aldir Blanc, Noca da Portela, Nei Lopes, João Roberto Kelly, Arlindo Cruz, entre outros. Com esse trabalho, ganhou o Prêmio Sharp de "Melhor Cantora de Samba". Ainda em 1997, José Louzeiro lançou sua biografia, "Elza Soares: cantando para não enlouquecer", pela Editora Globo. No ano de 1999, lançou de forma independente o disco "Carioca da gema". Em novembro desse mesmo ano, participou em Londres do show "Desde que o samba é samba" no Royal Albert Hall, ao lado de Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Virgínia Rodrigues. Lançou o CD duplo "Meus Momentos", com um repertório de músicas consagradas por sua voz. Nesse mesmo ano lançou, pela EMI, a compilação "Raízes do Samba", com 20 clássicos da MPB, dentre os quais "Se acaso você chegasse", "Devagar com a louça",  "Salve a Mocidade", entre outros. Em 20 de janeiro de 2000, estreou no Teatro 2 do Centro Cultural Banco do Brasil o musical "Crioula", de Stella Miranda. O musical sobre sua vida contou com a música "Dura na queda" (Elza desafinou nº 2) composta por Chico Buarque, e ainda músicas inéditas de outros compositores, como "Poeira" (Chico César e Stella Miranda), "Não nasci pra Cinderela" (Humberto Araújo e Nei Lopes) e "Meninos e meninas" (Tim Rescala). O show sobre sua vida e sua obra foi estrelado por  Zezé Polessa, Elisa Lucinda, Kacau Gomes, Sheila Mattos, Tuca Andrade e mais seis atores e seis músicos. Ainda nesse ano, estreou o show "Dura na queda", no Teatro Glória do Rio de Janeiro. O show, cujo título foi tirado da canção homônima que Chico Buarque compôs em sua homenagem para o musical "Crioula", contou com a participação da Banda AfroReggae, e teve a direção de Gringo Cardia e José Miguel Wisnik. Nesse mesmo ano, participou do CD "Cole Porter, George Gershwin - canções, versões", produzido e letrado por Carlos Rennó. No disco, dividiu com Chico Buarque a música "Façamos! (Vamos amar), versão para "Let's do it"  (Let's fall in love), de Cole Porter. Por essa época, participou do programa "Millenium concert", da BBC de Londres, gravado no Teatro Glória do Rio de Janeiro. Em 2002, "Façamos! (Vamos amar),  foi incluída na trilha sonora da novela "Desejos de mulher", da Rede Globo. Fez uma participação especial no espetáculo de dança "Folias Guanabara" do Corpo de Dança da Maré (RJ). Em maio de 2002, "Façamos! (Vamos amar), foi incluída no CD "Duetos" de Chico Buarque. Ainda em 2002 lançou o CD "Do cóccix até o pescoço", produzido por José Miguel  Wisnik . No CD interpretou as inéditas "Dor de cotovelo" (Caetano Veloso), "Hoje é dia de festa" (Jorge Benjor), "Eu vou ficar aqui" (Arnaldo Antunes) e "Dura na queda" (Chico Buarque) e ainda "Façamos! (Vamos amar), em dupla com Chico Buarque, além de uma versão para tango de "Fadas", choro de Luiz Melodia. Também foram incluídas "A carne" (Marcelo Yuka, Seu Jorge e Wilson Cappellette), "Etnocopop" (Carlinhos Brown), "Haiti" (Caetano Veloso e Gilberto Gil), "Bambino" choro de Ernesto Nazarth letrado por José Miguel Wisnik, "Flores horizontais", poema de Oswaldo de Andrade musicado por José Miguel Wisnik e também duas composições de sua autoria: "Samba crioula" e "A cigarra", esta última, em parceria com a atriz Letícia Sabatella. Participou do disco "Ciranda brasileira", projeto da Nestlé com renda revestida para crianças carentes. No CD interpretou a faixa "História de amor", de autoria de Denise Mendonça. Participou do disco e do DVD "Jorge Aragão ao vivo convida", pela gravadora Indie Records. Foi eleita a "Cantora do ano" no primeiro Prêmio Rival BR. Em 2003 apresentou-se no Teatro Rival BR lançando o CD "Do cóccix até o pescoço". Neste mesmo ano seus discos entre os anos de 1960 e 1978 foram  reeditados pela gravadora EMI. Participou da trilha sonora do filme "Lisbela e o prisioneiro", dirigido por Guel Arraes, disco no qual interpretou "Espumas ao vento", de Accioly Neto. A gravadora EMI lançou a caixa de título "Negra", com 12 CDs reunindo 27 títulos da carreira da cantora entre os anos de 1960 e 1988, além de faixas-bônus e uma compilação de compactos. Ao lado de Dona Ivone Lara, Wilson Moreira, Elton Medeiros, Cristina Buarque, Monarco, Velha Guarda da Portela, Renato Braz, Teresa Cristina, Mart'nália, Cristina Buarque, Nilze Carvalho, Seu Jorge e Walter Alfaiate, entre outros, participou do CD "Um ser de luz - saudação à Clara Nunes", lançado pela gravadora Deckdisc. No final de ano de 2003 lançou o CD "Vivo feliz", no qual foi incluído o clássico "Opinião", de autoria de Zé Kéti. No ano de 2004 ganhou o "Prêmio Tim" na categoria "Melhor Cantora" de pop-rock. Em 2005 participou do bloco do documentário "Brasileirinho", do cineasta finlandês Mika Kaurismaki, radicado no Rio de Janeiro desde o início da década de 1990. Do documentário sobre o gênero "choro" também fizeram parte Tereza Cristina, Yamandú Costa e Paulo Moura, entre outros. O filme foi lançado no "Fórum Internacional do Novo Cinema", uma das mostras paralelas do "Festival de Berlim", na Alemanha. Em 2007 foi convidada pela emissora Rádio MPB FM para participar do projeto "Palco MPB", para o qual apresentou show no Estrela da Lapa, no qual interpretou alguns de seus maiores sucessos da carreira, entre os quais "Salve a Mocidade" (Luiz Reis), "Boato" (João Roberto Kelly), "Edmundo" (versão para 'In the mood' de J. Garland e A. Razaf), "Eu só quero ser feliz" (Doca e MC Cidinho) e "Pranto livre" (Everaldo da Viola e Dida). Neste mesmo ano lançou o primeiro DVD da carreira "Beba-me - Elza Soares ao vivo", gravadora  Biscoito Fino. O DVD foi gravado em show no Sesc da Vila Mariana, em São Paulo, com direção de José Miguel Wisnik e Wadim Nikitim, no qual interpretou 22 composições, entre as quais "Se acaso você chegasse" (Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins), "Dura na queda" (Chico Buarque), "Dor de cotovelo" (Caetano Veloso), "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê), "Flores horizontais" (José Miguel Wisnik e Oswald de Andrade), "A carne" (Marcelo Yuca, Seu Jorge e Wilson Cappellette), "Fadas" (Luiz Melodia), "Volta por cima" (Paulo Vanzolini), "O neguinho e a senhorita" (Noel Rosa de Oliveira e Abelardo da Silva) e "O meu guri" (Chico Buarque). Neste mesmo ano fez turnê com o CD e DVD pela Itália e Chile. Participou do elenco do filme "Chega de Saudade", e da trilha sonora do mesmo, lançada em CD pela Universal Music. Em 2009 através de seu selo musical Pívetz, criado em parceria com seu marido mineiro, o empresário Bruno Lucide, lançou o CD "Arrepios", em parceria com o violonista e compositor João de Aquino. No CD, gravado em 1998, com apenas a voz da cantora e o violão de João de Aquino, foram incluídas as composições "Drão" (Gilberto Gil), "Como uma onda" (Lulu Santos e Nélson Motta), "Canário da terra" (João de Aquino e Aldir Blanc), "Juventude tansviada" (Luiz Melodia) e "Devagar com a louça" (Luiz Reis e Haroldo Barbosa), entre outras. O disco teve pré-lançamento em show na casa noturna Posto 8 (ex- Mistura Fina), na zona sul do Rio de Janeiro. Em 2010 relançou em formato CD, pelo selo Discobertas, o LP "Pilão + Raça = Elza", de 1977, que contou com a direção musical de Gilson Peranzzetta e com a participação de Hélio Delmiro (violão) e Copinha (flauta). O disco "Somos todos iguais", gravado em 1985, também foi relançado em CD, incluindo o dueto com Caetano Veloso na versão da canção "Sophisticated Lady". Nesse mesmo ano, foi lançado o longa metragem "Elza", de Isabel Jaguaribe e Ernesto Baldan. Este documentário sobre sua vida contou com depoimentos de personalidades e de seu próprio testemunho. Em 2011 participou do "Projeto Quintas no BNDES", em que apresentou o show "Arrepios" no auditório do BNDES, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano participou do projeto "Pixinguinha in Jazz", ao lado dos músicos Laudir de Oliveira, Paulo Russo, Paulinho Black, Jessé Sadoc e Kiko Continentino, da Historic Brazilian Jazz Band. O show, realizado no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, foi produzido por Maurício D’Amico  e Bruno Lucide. Participou dos volumes sete e oito do box "100 Anos de Música popular Brasileira", no qual interpretou as faixas "Dia de graça" (Candeia), "Canta, canta, minha gente" (Martinho da Vila), "Vem chegando a madrugada" (Noel Rosa de Oliveira e Adil de Paula "Zuzuca do Salgueiro"), "Quando vim de Minas" (Xangô da Mangueira), "Maledicência" (Carlão e Sidney da Conceição), "Ê baiana" (Fabrício Silva, Baianinho, Santos Ribeiro e M. Pancrácio), "A infelicidade" (Niltinho Tristeza e Mauro Duarte), "Sei lá Mangueira" (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho). O box, extraído de oito LPS lançados pela Tapecar no ano de 1975, em coleção produzida pelo crítico musical e radialista Ricardo Cravo Albin a partir de seus programas radiofônicos "MPB 100 AO VIVO", com gravações ao vivo realizadas no auditório da Rádio MEC entre os anos de 1974 e 1975, é integrado por quatro CDs duplos, contendo oito LPs remasterizados, e foi relançado no ano de 2011 pelo Selo Discobertas, do pesquisador Marcelo Fróes, em convênio com o Instituto Cultural Cravo Albin. Ainda em 2011 fez uma participação especial no disco duplo "O samba carioca de Wilson Baptista", lançado pela Biscoito Fino, no qual interpretou a faixa "Artigo Nacional" (Wilson Baptista e Germano Augusto). Apresentou-se ao lado do grupo Farofa Carioca no palco do Teatro Rival, no Rio de Janeiro. Em 2012 realizou uma pequena temporada do show "Deixa a Nega Gingar", no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, acompanhada dos músicos JP Silva (violão de 7 cordas, cavaco, bandolim e direção musical), Rodrigo Ferreira (baixo), Nelson Freitas (piano, teclado e acordeom), Paulinho Black (bateria) e o DJ Ricardo Muralha, que fez intervenções eletrônicas Ao vivo. No ano de 2013 participou do projeto "Inusitado", criado e dirigido por André Midani para o espaço Cidade das Artes, para o qual montou espetáculo de voz e música eletrônica em parceria com DJ Muralha, no qual explorou os recursos de sua voz em dueto com a música eletrônica, fazendo novas versões para alguns de seus sucessos, tais como "Malandro", "A carne", "A flor e o espinho", "Nega do cabelo duro" e "Eu vou ficar aqui". Em 2014, com o título "Fogo e Paixão", apresentou-se no projeto "MPB na ABL", comandado por Ricardo Cravo Albin, no qual a cantora falou sobre a vida e a obra, e interpretou composições de um roteiro feito exclusivamente para a ocasião, no qual constaram as músicas "Insensatez" (Tom e Vinicius), "O meu guri" (Chico Buarque), "Malandro" (Jorge Aragão e Jotabê), "Pra frente Brasil" (Miguel Gustavo), ainda, composições do show "Elza Soares - Fogo e paixão - 100 Anos de Lupicinio", tais como "Esses moços", "Felicidade" e "Nunca", todas de  Lupicínio Rodrigues, e ainda "Se acaso você chegasse", Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins, que a lançou como cantora em 1959. Em 2015 lançou o CD “A mulher do fim do mundo”, produzido por Guilherme Kastrup e direção musical de Romulo Fróes e Celso Sim. O disco, patrocinado pelo projeto “Natura Musical” contou com repertório inédito com as faixas “Coração do mar” (poema de Oswald de Andrade musicado por José Miguel Wisnik), “Benedita” (Celso Sim, Pepê Mata Machado, Joana Barossi e Fernanda Diamant), “Comigo” (Romulo Fróes e Alberto Tassinari), “Dança” (Kaká Machado e Romulo Fróes), “Firmeza?!” (Rodrigo Campos), “Luz vermelha” (Kiko Dinucci e Clima), “Maria da Vila Matilde” (Douglas Germano), “Mulher do fim do mundo” (Romulo Fróes e Alice Coutinho), “O canal” (Rodrigo Campos), “Pra fuder” (Kiko Dinucci), “Solto” (Marcelo Cabral e Clima). Apresentou o show de lançamento do CD “A mulher do fim do mundo” no Teatro Oi Casagrande, no Rio de Janeiro. O CD “A mulher do fim do mundo”, foi eleito pela crítica do Jornal O Globo como um dos dez melhores álbuns de 2015. Em 2016 lançou o DVD “Elza canta e chora Lupi”, idealizado por Glauber Amaral sob a direção de Rene Goya, no qual interpretou músicas de Lupicínio Rodrigues, em show apresentado no Theatro São Pedro, em Porto Alegre (RS). Gravou a música “Identidade” (Jorge Aragão) no Sambabook em homenagem a Jorge Aragão. Participou da 27ª edição do “Prêmio da Música Brasileira”, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em homenagem ao cantor e compositor Gonzaguinha. Na ocasião, interpretou “O que é o que é”, acompanhada dos músicos Pretinho e Thiago da Serrinha e foi contemplada com o prêmio de “Melhor Álbum” na categoria “Pop/Rock/Reggae/Hip Hop/Funk”, com o disco “A mulher do fim do mundo”. Participou da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas 2016, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, interpretando “Canto de Ossanha” (Baden Powell e Vinicius de Moraes), acompanhada das cantoras Larissa Luz, Maíra Freitas e Dandara Ventapane.

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