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Elizeth Cardoso

Elizeth Cardoso Valdez
16/7/1920 Rio de Janeiro, RJ
7/5/1990 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou na Rádio Guanabara, por intermédio de Jacob do Bandolim, fazendo seu teste no "Programa suburbano" ao lado de Aracy de Almeida, Vicente Celestino, Moreira da Silva, Noel Rosa e Marília Batista. Na semana seguinte foi contratada para se apresentar no mesmo "Programa Suburbano", com um cachê de 10 mil réis por programa, acompanhada pelo próprio Jacob do Bandolim, com quem manteve uma amizade de mais de 60 anos. Transferiu-se em seguida para a Rádio Educadora, onde atuou no programa "Samba e outras coisas", apresentado pelos irmãos Marília e Henrique Batista. Depois da Educadora passou a atuar na Rádio Transmissora, participando do programa "Rádio Novidades" cantando pela primeira vez acompanhada por uma orquestra, a do maestro Fon-Fon.  Foi em seguida para a Rádio Mayrink Veiga, onde trabalhou ao lado do jovem Dorival Caymmi. A partir de 1939, passou a fazer shows em circos, clubes e cinemas. Foi nesta época que criou um quadro com Grande Otelo, que tornou-se sucesso por mais de 10 anos: "Boneca de piche", nome de uma composição de Ary Barroso e Luís Iglésias. Seu talento como cantora e passista, contribuiu para que ela recebesse um convite para atuar na Companhia de Teatro de Pedro Gonçalves e De Chocolat. Foi lá que conheceu o gaúchoTatuzinho (Ari Valdez), com quem se casou. O casamento durou pouco tempo, apesar de Elizeth estar grávida de seu primeiro e único filho. Depois de separada, passou a atuar como 'taxi-girl" no famoso Dancing Avenida. A gravidez, porém, obrigou-a a parar de trabalhar por uns tempos. Foram tempos difíceis, sem recursos financeiros que lhe dessem sustento. Logo que pode voltar, aceitou convite de Grande Otelo para atuar no Circo Olimecha. Em 1945, foi para São Paulo, onde trabalhou no Salão Verde do Edifício Martinelli e no programa "Pescando Humoristas", da Rádio Cruzeiro do Sul. De volta ao Rio de Janeiro em 1946, trabalhou como "crooner" da Orquestra de Dedé, no Dancing Avenida. Em 1948, foi contratada pela Rádio Mauá para atuar no programa "Alvorada da Alegria". Logo em seguida, transferiu-se para a Rádio Guanabara.  Por intermédio de Ataulfo Alves, gravou seu primeiro disco em 1949, pela Star cantando com acompanhamento da orquestra de Acir Alves os sambas "Braços vazios", de Acir Alves e Edgard G. Alves e "Mensageiro da saudade", de Ataulfo Alves e José Batista. O primeiro sucesso veio com o segundo disco, lançado pela Todamérica, gravadora na qual ingressou em 1950, que trazia os sambas "Canção de amor", de Chocolate e Elano de Paula e "Complexo", de Wilson Batista. Com o êxito de "Canção de amor", recebeu convite para trabalhar na Rádio Tupi carioca. Em 1951, participou do primeiro programa da recém inaugurada TV Tupi do Rio de Janeiro, cantando, por sugestão de Almirante, o sucesso "Canção de amor". No mesmo ano, fez sua estréia no cinema, cantando a mesma música no filme "Coração materno", de Gilda de Abreu. Nesse ano, gravou com acompanhamento de Cópia e sua orquestra os sambas "Dá-me tuas mãos", de Erasmo Silva e Jorge de Castro e "O amor é uma canção", de José Maria de Abreu e Jair Amorim e com acompanhamento da Orquestra Melódica os sambas "Se eu pudesse", de José Maria de Abreu e Jair Amorim; "Quem diria?", de Alberto Ribeiro e José Maria de Abreu e "Falsos beijos", de Oscar Bellandi e Cícero Nunes e o bolero "É sempre assim", de Luiz Antônio e Jota Jr. Gravou em 1952, os sambas "Maus tratos", de Bororó e Dino Ferreira; "Nosso amor, nossa comédia", de Erasmo Silva e Adolar Costa; "Eu não posso dizer", de Mário Lago; "Teu ciúme", de Lourival Faissal e Chocolate; "Caixa postal zero-zero", de Oscar Bellandi e Luiz de França e o bolero "Amor, amor", de Pedro Caetano e Portinho. Nesse ano, atuou no filme "O Rei do samba", de Luís de Barros. Ainda nesse ano, atuou no filme "É Fogo na Roupa", com direção de Watson Macedo, no qual interpretou o samba-canção "Ingratidão", de Almanir Greco e Rutinaldo. Em 1953, lançou com sucesso o samba "Alguém como tu", de José Maria de Abreu e Jair Amorim. Gravou também o beguine "Nem resta a saudade", de Norival Reis e Irani de Oliveira; o bolero "Fantasia", de Naja, e os sambas "Graças a Deus", de Carioca e "Amor que morreu", de Nelson Cavaquinho, Roldão Lima e Gilberto Teixeira. Também em 1953, participou do show "Feitiço da Vila", na boate Casablanca, no Rio de Janeiro. O show, de grande sucesso, foi apresentado também, no ano seguinte, na boate Esplanada, em São Paulo. Em 1954, assinou contrato com a Rádio e TV Record paulistas, onde fez programas exclusivos. No mesmo ano, transferiu-se da Rádio Tupi para a TV Rio. Depois da morte de Evaldo Rui, excursionou ao Uruguai, apresentando-se na Rádio Carve e numa boate local. De volta ao Brasil, voltou a atuar na Rádio Record e participou da histórica gravação da "Sinfonia do Rio de Janeiro", de Tom Jobim e Billy Blanco, com arranjos de Radamés Gnattali, ao lado de Dick Farney, Emilinha Borba e Gilberto Milfont. Nessa época, participou do jantar em homenagem a Carmen Miranda, em visita ao Brasil. O produtor Aloysio de Oliveira declarou que Carmen Miranda ao voltar para os EUA disse: "Conheci no Rio de Janeiro uma mulata que canta pra chuchu. Chama-se Elizeth Cardoso". Ainda em 1954, realizou um show de muito sucesso com Sílvio Caldas, na boate Oásis de São Paulo. Ainda nesse ano, gravou os sambas "Pra que voltar", de João Moreira da Silva; "Ao Deus dará", de Haroldo Barbosa e Bidu Reis; "A moça do retrato", de Wilton Franco e Jorge Roberto e "Tormento", de Carioca e Jeanete Adib. Lançou seu primeiro LP em 1955 pela Continental com o título de "Canção à meia-luz" interpretando oito músicas: "Canção da volta", de Ismael Netto e Antônio Maria; "Nunca mais", de Dorival Caymmi; "Memórias", de Hianto de Almeida e Evaldo Rui; "Só você...nada mais", de Paulo Soledade; "Linda flor", de Henrique Vogeler, Marques Porto e Luiz Peixoto; "Se o tempo entendesse", de Mário Rossi e Marino Pinto; "Caminha", de Evaldo Rui e Rolando Candiano e "Pra que me iludir?", de Norival Reis e Radamés Gnatalli. Ainda nesse ano, lançou um último disco pela Todamérica em 78 rpm com os sambas "Subúrbio", de Luiz Antônio e "Não quero você", de Jorge Duarte e Carlos Santana Lima. Também em 1955, foi capa da "Revista da música popular" merecendo na ocasião o seguinte comentário de Fernando Lobo: "Outra estrela que vence pela calma e pela suavidade de seus movimentos. Nada de faixas, nada de coroas, nada de calças em última moda e blusas com coqueiros do Havaí. Elizeth Cardoso é uma cantora de classe e sabe melhor de sua arte que muitas que por aí andam". Em 1956, trabalhou no filme "Carnaval em lá maior", de Adhemar Gonzaga. Foi contratada pela Copacabana e lançou o LP "Fim de noite" no qual interpretou entre outras "Culpe-me", de Herivelto Martins; "Segredo", de Marino Pinto e Herivelto Martins; "Último desejo", de Noel Rosa; "Negro telefone", de Herivelto Martins e David Nasser; "No rancho fundo", de Ary Barroso e Lamartine Babo; "Prece ao vento", de Fernando Luiz, Gilvan Chaves e Alcyr Pires Vermelho e "O amor é fado", de Mirabeau e Don Madrid. No ano seguinte, gravou o LP "Noturno", faixa título da dupla Evaldo Rui e Custódio Mesquita que compôs também "Promessa". Constaram ainda desse disco músicas como "Risque" e "Na baixa do sapateiro", de Ary Barroso; "Olhos verdes", de Vicente Paiva; "Molambo", de Jayme Florence e Augusto Mesquita e "Se todos fossem iguais a você", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Também em 1957, homenageou os compositores Fernando Lobo e Herivelto Martins com os discos "Música e poesia de Fernando Lobo" e "Um compositor em dois tempos - Jubileu de prata de Herivelto Martins". Ainda nesse ano, foi escolhida pela revista Radiolândia como a "melhor cantora do ano" segundo votação realizada por um júri de 17 jornalistas e publicitários. Em 1958, gravou dois LPs pela gravadora Copacabana, "Naturalmente" e "Retrato da noite". No primeiro, cantou "Fui procurar distração", de Tito Madi; "É luxo só", de Ary Barroso e Luiz Peixoto; "Suas mãos", de Pernambuco e Antônio Maria; "Onde estará meu amor", de Lina Pesce; "Na cadência do samba", de Luiz Bandeira; "Pedestal", de Marília Batista; "Jogada no mundo", de Ary Barroso e "E nada mais", de César Siqueira e Maria Rita. No LP "Retrato da noite" traçou um perfil de canções usualmente executadas em shows nas noites cariocas da época como "Madame Fulano de Tal (Aliança), de Dias da Cruz e Cyro Monteiro; "E a chuva parou", de Ribamar, Esdras Pereira da Silva e Victor Freire; "Bom dia, tristeza", de Adoniran Barbosa e Vinícius de Moraes; "Prece", de Marino Pinto e Vadico; "Sou igual a você", de Nazareno de Brito e Alcyr Pires Vermelho e "Conselho inútil", de Miguel Gustavo. Ainda no mesmo ano, lançou pelo selo Festa o antológico LP "Canção do amor demais", com músicas de Tom Jobim e Vinícius de Morais, considerado o marco da bossa-nova, por causa de sua interpretação e do acompanhamento de João Gilberto ao violão em "Chega de saudade" e "Outra vez". Fazem parte também desse disco "Caminho de pedra"; "Janelas abertas"; "Eu não existo sem você"; "Estrada branca" e "Canção do amor demais". Também em 1958, participou dos filmes "Na corda bamba", de Eurides Ramos; "Com a mão na massa", de Luís de Barros e "Pista de grama", de Haroldo Costa.  Em 1959, gravou "Manhã de carnaval" e "Samba de Orfeu", para o filme "Orfeu do Carnaval", de Marcel Camus. Nesse ano, lançou pela Copacabana o LP "Magnífica", apenas com composições de Marino Pinto com diferentes parceiros como: "Música do céu" e "Que dizer?", com Aluísio Pinto; "Cidade do interior" e "Herança", com Mário Rossi; "Só", com Vadico; "Madrugada", com Candinho e "Velhos tempos", com Carlos Lyra. No mesmo ano, atuou no filme "Garota enxuta", direção de Darcy Evangelista. Também em 1959, fez a a bertura do show do cantor norte americano Nat King Cole, no Maracanãzinho, inteiramente lotado, segundo notícias da época. Em 1960, estreou o programa "Nossa Elizeth", na TV Continental do Rio de Janeiro, ao lado do violonista Baden Powell. Ainda em 1960, foi contratada pela Rádio Nacional, onde participou do programa "Cantando pelos Caminhos". Gravou, no mesmo ano, o LP "A Meiga Elizeth", um dos mais vendidos de sua carreira, no qual interpretou canções como "Vai querer", de Fernando Lobo e Hianto de Almeida; "Projeção", de Luiz Reis e Haroldo Barbosa; "A noite do meu bem", de Dolores Duran; "Tome continha de você", de Edson Borges e Dolores Duran; "Canção de nós dois", de Vinícius de Moraes e "Notícia de jornal", de Luiz Reis e Haroldo Barbosa. Também desse ano é o LP  "Sax e voz", junto com Moacir Silva, disco no qual interpretou "Quem sou eu?", de Dias da Cruz e Cyro Monteiro; "Achados e perdidos", de Miguel Gustavo; "O amor e a rosa" e "A canção dos seus olhos", de Pernambuco e Antônio Maria; "Mulata assanhada", de Ataulfo Alves, um de seus grandes sucessos e "É fácil dizer adeus" e "Onde andará minha saudade?", de Tito Madi.  Em 1961, gravou com o mesmo Moacyr Silva o LP "Sax e voz nº 2" cantando "Percentagem de amor", de Dunga; "Vem hoje" e  "Os teus encantos", de Antônio Maria e Moacyr Silva; "Samba triste", de Baden Powell e Billy Blanco; "Palhaçada", de Luiz Reis e Haroldo Barbosa e "Guacira", de Joracy Camargo e Hekel Tavares. No mesmo ano, recebeu da revistaRadiolândia o troféu Disco de Ouro, escolhida como a cantora do ano. O prêmio foi recebido em cerimônia ocorrida no auditório do jornal O Globo. Em 1962, lançou "A meiga Elizeth volume 2", com destaque para "Revelação", de Marino Pinto e Pernambuco; "Ninguém sabe de nós", de Antônio Maria e Moacyr Silva; "Meu amanhã", de Roberto Menescal e Aloysio de Oliveira; "Vagalumeando", de Paulo Roberto e "Esmola", de João Roberto Kelly. Gravou em 1963 o LP "Elizeth interpreta Vinícius", que teve grande repercussão e no qual estavam incluídas "Pela luz dos olhos teus"; "Lembre-se", com Moacyr Santos; "Valsa sem nome", com Baden Powell; "Sempre a esperar", com Vadico e "Ai de quem ama", com Nilo Queiroz. Nesse ano, lançou mais três LPs: "Grandes momentos com Elizeth Cardoso"; "A meiga Elizeth nº 3" e "A meiga Elizeth nº 4", discos nos quais cantou canções como "Olhar só por olhar", de Tito Madi; "Deixa a nega gingar", de Luiz Cláudio; "Rimas de ninguém", de Vera Brasil; "Festa de nós dois", de Ribamar; "Lado bonito de um mal", de Billy Blanco; "Existe alguém", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia; "Quando vier o sol", de Fernando Lobo; "Canção de amor", de Elano de Paula e Chocolate e "O amor é uma canção" e "Se eu pudesse", de Jair Amorim e José Maria de Abreu.  Em 12 de outubro de 1964, em espetáculo no Teatro Municipal de São Paulo, com orquestra sob a regência de Diogo Pacheco, interpretou "Bachianas brasileiras nº 5" de Villa-Lobos. Em nota, o jornal O Globo assim relatou sua apresentação no Teatro Municipal de São Paulo: "Elizeth Cardoso, intérprete da canção popular, vai cantar no próximo dia 12, no Teatro Municipal de São Paulo, a ária da "Bacchiana brasileira nº 5", de Villa-Lobos, de difícil interpretação e que foi gravada, inicialmente, por Bidu Sayão. O recital se repetiu no Teatro Municipal do Rio, no mesmo ano, com muitos elogios da crítica. Nesse ano, lançou o LP "A meiga Elizeth nº 5", com as músicas "Saudade esperança", de Jota Júnior e Alcyr Pires Vermelho; "Poema em paz", de Armando Cavalcanti e Victor Freire; "Deixa chover", de Dunga; "Até as lágrimas", de Benil Santos e Raul Sampaio; "Canção que nasceu do amor", de Clóvis Mello e Rildo Hora e "Alma em serenata", de Marino Pinto e Paulo Valdez. Em março de 1965, participou do espetáculo "Rosa de ouro", que rendeu o LP "Elizeth sobe o morro", um dos grandes LPs da discografia brasileira. Esse LP marcou também a estréia de Nelson Cavaquinho em gravações. Foi também o disco que trouxe a primeira composição gravada de Paulinho da Viola. Muitos bambas do samba ainda participaram da gravação: Nelson Sargento, Elton Medeiros, Raul Marques, Buci Moreira e outros. Nesse disco cantou entre outros sambas "Vou partir", de Jair Costa e Nelson Cavaquinho; "Malvadeza Durão", de Zé Kéti; "A flor e o espinho", de Alcides Caminha, Guilherme de Brito e Nelson Cavaquinho; "Sim", de Oswaldo Martins e Cartola; "Ele deixou", de Jair Costa e Nelson Sargento e "Luz negra", de Amâncio Cardoso e Nelson Cavaquinho. Também em 1965, gravou o LP "Quatrocentos anos de samba", homenagem ao quarto centenário da cidade do Rio de Janeiro, disco no qual interpretou sambas como a música título e "Coisas mortas", de Luiz Antônio; "O meu pecado", de Zé Keti; "Retrato do morro", de Nonato Buzar e Hamilcar Pereira; "Coisas do amor", de Dunga e "Vedete de fogão", de Pernambuco. No mesmo ano, estreou o programa "Bossaudade" na TV Record de São Paulo, que esteve no ar durante dois anos, sempre com grande sucesso, além de realizar o show "Vinícius, poesia e canção", no teatro Municipal de São Paulo. Em 1966, esteve no Senegal, participando do Festival de Arte Negra. Nesse ano, lançou os LPs "Muito Elizeth" e "A bossa eterna de Elizeth e Ciro - Elizeth Cardoso e Cyro Monteiro. No primeiro desses discos gravou "Mundo melhor" e "Lamento", de Vinícius de Moraes e Pixinguinha; "Sem mais adeus" e "Saudade de amar", de Francis Hime e Vinícius de Moraes; "Apelo", de Baden Powell e Vinícius de Moraes; "Acho que é você", de Paulo Valdez e H. Bello de Carvalho; "Pra machucar meu coração", de Ary Barroso e "Amor de carnaval", de Gilberto Gil. O outro LP, "A bossa eterna de Elizeth e Cyro", gravado em dueto com o cantor Cyro Monteiro, cantou "Melancolia", de Denis Brean; "Franqueza", de Oswaldo Guilherme e Denis Brean e um pot-pourri com músicas como "Fui louco", de Alcebíades Barcelos e "Até amanhã", de Noel Rosa, além de outros dois pot-pourris e o samba "Tem que rebolar", de José Batista e Magno de Oliveira, cantados em dueto com Cyro Monteiro.   Em 1967, lançou um LP com a participação de Cartola, Pixinguinha, Clementina de Jesus e Codó, produzido por Hermínio Bello de Carvalho, intitulado "A Enluarada Elizeth" no qual cantou "Carinhoso", de Pixinguinha e João de Barro e "Isso é que é viver", de Pixinguinha e H. Bello de Carvalho, com participação de Pixinguinha; "Demais", de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira e uma seleção de sambas da Mangueira com as participações de Cartola e Clementina de Jesus. Em fevereiro de 1968, realizou um show histórico no Teatro João Caetano do Rio de Janeiro, com o objetivo de levantar fundos para o Museu da Imagem e do Som. Idealizado pelo Conselho Superior de Música Popular, criado na gestão de Ricardo Cravo Albin, o show reuniu em uma casa lotada, ela, Jacob do Bandolim e o Zimbo Trio, sob a direção de Hermínio Bello de Carvalho. Foi, sem dúvida, um dos espetáculos mais elogiados pela crítica da história da MPB. O show foi gravado e posteriormente lançado em dois discos, ambos produzidos pessoalmente pelo próprio diretor do MIS, Ricardo Cravo Albin, discos que também receberam elogios e que foram enviados pelo diretor do MIS para muitos exilados políticos, entre os quais o antropólogo Darcy Ribeiro. No primeiro constaram canções como "É luxo só", de Ary Barroso e Luiz Peixoto; "Cidade vazia", de Luiz Fernando Freire e Baden Powell; "Derradeira primavera" e "Estrada branca", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e "Tem dó", de Baden Powell e Vinícius de Moraes interpretadas com o Zimbo Trio e "Mulata assanhada", de Ataulfo Alves; "Jamais", de Luiz Bittencourt e Jacob do Bandolim; "Feitio de oração", de Vadico e Noel Rosa e "Barracão", de Oldemar Magalhães e Luiz Antônio, gravadas com Jacob do Bandolim e Conjunto Época de Ouro. No segundo disco, gravou com Jacob do Bandolim e Época de Ouro as músicas "Feitiço da Vila", de Vadico e Noel Rosa e "Chão de estrelas", de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa; com Jacob do Bandolim cantou "Meiga presença", de Otávio de Morais e Paulo Valdez e com o Zimbo Trio, "Mundo melhor", de Vinícius de Moraes e Pixinguinha e com Jacob do Bandolim e Zimbo Trio, "Carolina", de Chico Buarque e "Até amanhã", de Noel Rosa. Logo depois do sucesso do espetáculo, realizou excursão pela América Latina apresentando-se no México, Guatemala, Venezuela, Colômbia, Bolívia,  Chile,  Argentina, Paraguai e Uruguai com o Zimbo Trio.  Depois de sua volta ao Brasil, a Copacabana lançou o LP "Momento de amor". Em agosto de 1968, estreou o show "Do fundo do azul do mundo", no Teatro Toneleros do Rio. No início de 1969, o MIS outorgou-lhe o prêmio Estácio de Sá, por seus serviços à MPB durante o ano de 1968. Ainda em 1969, realizou show na boate Sucata, que rendeu o LP "Elizeth e Zimbo Trio balançam na Sucata".  Logo depois, a convite da OEA, participou do Festival Interamericano de Música Popular, em Buenos Aires. No início dos anos 1970, fez vários shows pelo Brasil, inclusive um promovido por Albino Pinheiro que angariou fundos para o compositor João da Baiana, então com 84 anos, se aposentar. Em abril de 1970, fez excursão aos EUA, ao lado do Zimbo Trio. Uma semana depois, para constrangimento dos amigos, participou de um show no Marcanã em comemoração dos 6 anos do golpe militar de 1964. O fato rendeu-lhe grandes aborrecimentos, pois a intelectualidade e a classe artística não perdoaram sua atitude. Durante sua excursão aos EUA, a Copacabana lançou o LP "Falou e disse", que trazia pela primeira vez uma música de João Nogueira, "Corrente de aço". Do mesmo LP constavam "Refém da solidão"; "É de lei" e "Carta de poeta", de Baden Powell e Paulo César Pinheiro e "Foi um rio que passou em minha vida", de Paulinho da Viola  No mesmo ano, saiu o LP "A bossa eterna de Elizeth e Cyro - volume 2". Também em 1970 lançou o LP "É de manhã - Elizeth Cardoso e Zimbo Trio" interpretando "Travessia", de Milton Nascimento; "Eu disse adeus", de Erasmo Carlos e Roberto Carlos; "O conde", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia; "De manhã", de Caetano Veloso e "Ilusão à toa", de Johnny Alf, entre outras. Lançou ainda o LP "Elizeth no Bola Preta com a Banda do Sodré". Gravou com Sílvio Caldas em 1971 os LPs "Elizeth Cardoso e Sílvio Caldas", volumes 1 e 2, discos nos quais cantaram clássicos como "Chão de estrelas", de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa; "Serra da Boa Esperança", de Lamartine Babo; "Tristezas não pagam dívidas", de Ismael Silva; "Modinha", de Sérgio Bittencourt; "Fita amarela", de Noel Rosa; "Foi uma pedra que rolou", de Pedro Caetano e "Tudo foi surpresa", de Peterpan e Valzinho. No ano seguinte, lançou o LP "Preciso aprender a ser só", música título de Paulo Sergio Valle e Marcos Valle dupla que compôs para o mesmo disco a música "Elizeth" em sua homenagem. Fizeram parte do disco também "O pranto desse mundo", de H. Bello de Carvalho e Paulinho da Viola; "ABC da vida", de Luiz Reis e Haroldo Barbosa; "Olha quem chega", de Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro e "Naquela mesa", de Sérgio Bittencourt que contou com a participação do autor. Em 1973, estreou o programa "Sambão" na TV Record de São Paulo. Em 1974, foi tema do enredo da Escola de Samba Unidos de Lucas, que obteve o 2º lugar no 2º grupo do desfile com o enredo "Mulata maior, a Divina" com versos que diziam: "Arrasta, mulata/ Sua sandália de ouro/ Levanta poeira no asfalto/ Mulata maior, meu tesouro". Nesse ano, lançou dois LPs "Feito em casa" e "Mulata maior". No primeiro cantou "Peso dos anos", de Walter Rosa e Candeia; "Antes, durante e depois", de Paulo Valdez e Paulo César Pinheiro; "Igual à flor", de Nelzinho e Délcio Carvalho e "Batido na palma da mão", de Otacílio e Ari do Cavaco. Já no disco "Mulata maior" gravou "Quando eu me chamar saudade", de Guilherme de Brito e Nelson Cavaquinho; "Vai ser tão fácil", de Ivor Lancellotti; "Pra quê, afinal?", de Adelson Carvalho e Mauro Duarte; "Justiça", de Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro; "Serenou", de Délcio Carvalho e "Tatuagem", de Ruy Guerra e Chico Buarque. Fez parte do disco o samba-enredo "Mulata maior - a Divina", de Joãozinho Empolgação, Pedro Paulo e Zeca Melodia na interpretação de Carlão Elegante. No início de 1975, embarcou para a França, onde participou do Midem, Mercado Internacional de Discos e Editoras musicais, realizado em Cannes. Foi a única artista brasileira convidada pessoalmente pelo diretor do festival, Bernard Chévy. Em 1976, apresentou o programa "Brasil Som 7", na TV Tupi de São Paulo. Nesse ano, lançou LP que trazia apenas seu nome como título e do qual constaram músicas como "De partida", de João Bosco e Aldir Blanc; "Entenda a rosa", de João Nogueira; "Minha verdade", de Ivone Lara e Délcio Carvalho e "Canção do velho cais", de Candinho e Paulo César Pinheiro. Continuou realizando shows no Rio e São Paulo, até finalmente embarcar para o Japão em setembro de 1977, para uma série de shows. Nesse ano, o Museu da Imagem e do Som lançou o LP "Fragmentos inéditos do histórico recital realizado no Teatro João Caetano em 1968" com a participação do Zimbo Trio, Jacob do Bandolim e conjunto Época de Ouro. Nesse disco, apareceu cantando "Canção de amor", de Elano de Paula e Chocolate e "Ginga Muxique", de H. Bello de Carvalho e Maurício Tapajós, com o Zimbo Trio e "Chega de saudade", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes e "Inocência", de Luiz Bitencourt e Jacob do Bandolim, com Jacob do Bandolim, entre outras. Lançou em 1978 o LP "A Cantadeira do amor" no qual interpretou "Deixa", de Baden Powell e Vinícius de Moraes; "Sem você", de Tom Jobim e Vinícius de Moraes; "Quem foi?", de Jorge Tavares e Nestor de Holanda Cavalcanti; "Acontece", de Cartola; "Fim de semana em Paquetá", de Alberto Ribeiro e João de Barro; "Século do progresso", de Noel Rosa; "Mancada", de Gilberto Gil e "Até pensei", de Chico Buarque de Holanda. Também nesse ano a Global Records/Copacabana lançou o LP "Live in Japan" com músicas gravadas durante os shows no Japão. Estão presentes, entre outras, as músicas "Barracão", de Luiz Antônio; "Na cadência do samba", de Luiz Bandeira; "Apelo", de Baden Powell e Vinícius de Moraes; "A noite do meu bem", de Dolores Duran e "Manhã de carnaval", de Antônio Maria e Luiz Bonfá.  Em 1979, lançou o LP "O inverno do meu tempo", pela Som Livre, no qual interpretou "Queixa", de Baden Powell e Vinícius de Moraes; "No tempo dos quintais", de Paulinho Tapajós e Sivuca; "Mar de vermelho e branco", de Haroldo Costa e Sílvio César; a música título de Roberto Nascimento e Cartola e "Mulata faceira", de João Nogueira e Paulo César Pinheiro que contou com a participação especial de João Nogueira. Nesse ano, realizou espetáculo com a Camerata Carioca, numa produção de Hermínio Bello de Carvalho e com direção de Radamés Gnattali. Em 1980, percorreu o Brasil no Projeto Pixinguinha da Funarte. Em dezembro do mesmo ano, estreou o espetáculo "Vida de artista", no Teatro João Caetano, RJ, que rendeu o LP "Elizethíssima", lançado pela Som Livre no ano seguinte com canções do show como "Número um", de Benedito Lacerda e Mário Lago; "Vem", de Arthur Oliveira e Cartola; "Poema dos olhos da amada", de Vinícius de Moraes e Jacob do Bandolim; "Doce de coco", de H. Bello de Carvalho e Jacob do Bandolim e "Se eu morrer amnhã", de Garcia Júnior e Jorge Martins. Em 1981, participou dos Projetos Seis e Meia e Pixinguinha. Em 1982, gravou "Outra vez Elizeth" LP no qual cantou entre outras canções "Velha poeira", de Élton Medeiros, Luiz Moura e Paulo César Pinheiro; "O nosso olhar", de Sérgio Ricardo; "Três por quatro", de H. Bello de Carvalho e João de Aquino; "Cidade assassina", de Wilson Moreira e Nei Lopes e "Prezado amigo", de Sérgio Cabral e Rildo Hora. Nesse ano, a Victor lançou um álbum duplo com gravações realizadas dois anos antes durante as apresentaçõies no Japão. Fazem parte desses discos interpretações para "Herança", de Francis Hime e Paulo César Pinheiro; "O amor acontece", de Flávio Cavalcanti e Celso Cavalcânti; "Velho amor", de César Costa Filho e Aldir Blanc; "Amor de carnaval", de Gilberto Gil; "Vou por aí", de Baden Powell e Aloysio de Oliveira; "Preciso aprender a ser só", de Paulo Sérgio Valle e Marcos Valle e "Samba da cabrocha bamba", de Martinho da Vila. Também de 1982 é o disco "Elizeth Cardoso recital" com músicas já gravadas anteriormente por ela e o espetáculo "Reencontro" no Rio de Janeiro. Em 1983, realizou espetáculo com a Oquestra de Câmara do Recife e, em seguida, o show "Uma rosa pra Pixinguinha", com a Camerata Carioca, na Funarte do Rio de Janeiro. Este show rendeu-lhe um LP, que foi lançado meses depois pela Funarte: "Uma rosa para Pixinguinha. Elizeth Cardoso, Radamés Gnatalli e Camerata Carioca". Nesse disco interpretou "Ingênuo", de Benedito Lacerda, Paulo César Pinheiro e Pixinguinha; "Patrão, prenda seu gado", de Donga, Pixinguinha e João da Bahiana; "Carinhoso", de Pixinguinha e João de Barro e "Samba fúnebre" e Mundo melhor", de Pixinguinha e Vinícius de Moraes. Em 1984, fez o espetáculo "Leva meu samba", promovido pela Funarte, em homenagem ao compositor Ataulfo Alves, nos 15 anos de sua morte. O mesmo espetáculo percorreu o Nordeste e, depois, foi apresentado em São Paulo, onde foi gravado e lançado pela Eldorado no LP "Leva meu samba - Elizeth Cardoso e Ataulfo Alves Jr com interpretações de sambas de Ataulfo Alves como "Ó seu Oscar", com Wilson Batista; "Fim de comédia"; "Errei sim"; "Errei, erramos"; "A saudade dela" e "O meu pranto ninguém vê", esta última, parceria com Zé da Zilda. Em 1986, estreou no Scala do Rio o espetáculo comemorativo de seus 50 anos de carreira, intitulado "Luz e esplendor". No mesmo ano, lançou um disco com o título do show pela Arca Som no qual interpretou "Faxineira das canções", de Joyce; "Operário padrão", de César Brunetti; "Calmaria e vendaval"; "Complexo", de Milton de Oliveira e Wilson Batista e "Felicidade segundo eu", de Dona Ivone Lara e Nei Lopes.  Em 1987, voltou ao Japão para uma série de shows, ao lado de Altamiro Carrilho, do Zimbo Trio e do conjunto Choro Carioca. Foi nesta viagem que descobriu que estava com câncer. No ano seguinte, participou da gravação de um disco em homenagem a Herivelto Martins. O disco, "Que Rei sou eu?", somente foi  lançado pela Funarte em 1993. Ainda em 1988, foi ovacionada na entrega do 1º Prêmio Sharp de Música, no Rio de Janeiro. Participou também, na mesma época, do projeto "Som do meio-dia". Em 1989, apresentou-se no Projeto Seis e Meia ao lado do violonista Raphael Rabello, no Teatro João Caetano do Rio. No mesmo ano, realizou suas últimas gravações: "Ari amoroso", com composições românticas de Ary Barroso, LP brinde de uma fábrica de móveis e "Todo sentimento - Elizeth Cardoso e Raphael Rabelo", LP lançado em 1991 pela Sony Music. Nesse disco com Raphael Rabelo interpretaram músicas como "Todo o sentimento", de Chico Buarque e Cristóvão Bastos; "Modinha", de Tom Jobim e Vinícius de Morais; "Violão", de Vitório Júnior e Wilson Ferreira e "Consolação", de Baden Powell e Vinícius de Moraes. Em 1994, o jornalista Sérgio Cabral lançou uma biografia da cantora intitulada "Elisete Cardoso, uma vida". Gravou mais de 40 LPs no Brasil, ao longo de sua carreira, além de vários outros no exterior em países como Portugal, Uruguai, Venezuela, Argentina e México. Em 2000, ano em que se comemoraram os 80 anos de seu nascimento, teve um site inaugurado na internet: www.elizethcardoso.com.br. Em 2003, a Som Livre lançou a coletâne "Inesquecível" com 14 composições clássicas de seu repertório. Nesse ano, o selo Biscoito Fino lançou uma caixa com cinco CDs reunindo uma compilação de discos gravados por ela. Destacou-se como intérprete de sambas, tornando-se responsável pela consagração de inúmeros sambistas esquecidos na década de 1960. Uma das grandes estrelas de nossa música popular,  chamada carinhosamente de "A Divina", título criado por Haroldo Costa, teve vários outros apelidos: "A Magnífica", criado por Mister Eco, "Enluarada", criado por Hermínio Bello de Carvalho, "Mulata maior", "Lady do samba", "A noiva do samba-canção", além de "Machado de Assis da seresta". Em 2010, por ocasião dos 20 anos de seu falecimento foi tema de longa reportagem na revista "O Prelo", dirigida pelo acadêmico Arnaldo Niskier. Na reportagem o jornalista Gabriel Tardelli assim se referiu à cantora: "Musa do samba, do samba-canção, da Bossa Nova, Elizeth foi, antes de tudo, uma autêntica representante da música nacional". Ainda no mesmo ano, foi tema de extensa crônica assinada no jornal O Globo pelo jornalista e pesquisador João Máximo e intitulada "Divina para sempre" na qual afirmou: "Elizeth foi escolhida (para gravar o LP "Canção do amor demais") porque era o máximo. A cantora do samba-canção... Todo mundo dizia: "Meu Deus, essa mulher não existe!" Eu me lembro que, no carro, o sujeito ligava o rádio e, quando ouvia a voz de Elizeth, todo mundo ficava contente." A lembrança de Antonio Carlos Jobim, em entrevista um ano antes de sua morte, esclarece muito: que Elizeth Cardoso, e não Dolores Duran, foi a primeira escolha dele e Vinicius de Moraes para o antológico disco em que se ouve pela primeira vez o violão de João Gilberto; que, pelo clima das canções, modinheiras e camerísticas, a cantora do samba-canção seria a intérprete ideal: e que a voz que deixava todo mundo contente era a que mais e melhor falava às almas românticas de toda uma geração". Ainda pelas comemorações dos 90 anos de nascimento da cantora foi feita uma homenagem pelo Instituto Moreira Salles, no qual foi montada uma exposição de fotos, uma projeção de vídeo com programas dela na televisão e um show com a cantora Áurea Martins acompanhada pelo violonista Bilinho Teixeira, interpretando  14 composições do repertório da "Divina". Em 2011, foi homenageada pela cantora Rosa Passos, que lançou o CD "É luxo só" com uma releitura do repertório consagrado pela "Divina", como também era conhecida a cantora. Nesse CD estão presentes, entre outras, "Acontece" e "As rosas não falam", de Cartola; "Diz que fui por aí", de Zé Keti e Hortênsio Rocha; "Três apitos" e "Último desejo", de Noel Rosa; "Saia do caminho", de Custódio Mesquita; "Olhos verdes", de Vicente Paiva, e "É luxo só", de Ary Barroso e Luiz Peixoto. Em 2018, foi homenageada no musical "Elizeth, a Divina", que estreou no Teatro Maison de France, no Rio de Janeiro, com direção de Sulei Guerra e direção musical de Tony Lucchesi, com a atriz Isabella Bicalho interpretando a cantora. No espetáculo foram apresentadas 24 canções cantadas e tocadas ao vivo.

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