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Elisa Lucinda

Elisa Lucinda Campos Gomes
2/2/1958 Vitória, ES

Dados Artísticos

Em 1987 fez o espetáculo de poesia "Pode café", no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, em 1989, montou o espetáculo, também de poesia, "Há uma da madrugada", no Teatro do Hotel Meridien, no Rio de Janeiro, apresentando também este espetáculo em Lisboa, Portugal. Montou inúmeros espetáculos solo, shows, recitais e pockets shows com música e poesia em diversas casas noturnas e teatros por todo o Brasil. Em 1993 lançou o livro de poemas "Aviso da lua que menstrua" e, no ano seguinte, em 1994, pela Massao Ohno Editor, o livro "O semelhante", que transformou em espetáculo e percorreu várias capitais brasileiras. No ano de 1997, lançou o CD "O semelhante". No disco, interpretou vários de seus poemas e ainda contou com as participações especiais de Miguel Falabela, Mauro Salles, Paulo José, Zezé Polessa, Juliano Gomes e Leandro Braga. No ano de 1999, sua composição "Alma-te boca" foi incluída no disco "Estrada", Bete Calligaris, lançado pelo selo Geléia Geral. No ano seguinte, em 2000, atuou ao lado de Zezé Polessa, Kakau Gomes, Sheila Mattos e Tuca Andrada, no musical "Crioula", de Stella Miranda. O musical, que estreou no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, contou a vida de Elza Soares. Participou, ao lado de João Ubaldo Ribeiro, Marco Lucchesi e Anibal Bragança, do Seminário "A Cara do Livro - Poética do texto e produção musical", realizado em outubro deste mesmo ano no Teatro da UFF, em Niterói. No ano posterior, em 2001, lançou o disco "Euteamo e suas estreias", que contou com a participação de Marília Pêra interpretando "LilithBalangandã" e "Saga de amor e sorte". Ainda em 2001, Kátia Rocha interpretou "Central Park", parceria de ambas incluída no disco, "Brasileira", e no qual a faixa-título foi de sua autoria em parceria com Leandro Braga, ataundo como vocalista em algumas faixas do disco. No ano de 2002 apresentou o show "Pare de falar mal da rotina", no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, ao lado de Chico Buarque, Abel Silva, Antônio Cícero, Paulinho Lima, Ana Terra, Alcione, Leila Coelho Frota, Adélia Prado, Afonso Romano de Sant'Anna, Ritchie, Ronaldo Bastos, Fernando Brant, Gabriel, O Pensador, José Carlos Capinam e Murilo Antunes, entre outros, em um total de 149 pessoas, participou da caixa com quatro CDs em homenagem ao poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade. O trabalho, intitulado "Reunião - O Brasil dizendo Drummond", foi lançado pelo selo Luz da Cidade. Ainda em 2002 escreveu a peça "Te pego às nove - uma tragicomédia da espera". Em 2003 apresentou o espetáculo "A língua do amor" no Ballroom e participou como atriz na novela "Mulheres apaixonada", da Rede Globo e a ainda da da segunda trilha sonora desta mesma novela, na qual interpretou "Alguém como tu" (antigo sucesso do cantor Dick Farney). Apresentou o espetáculo "Parem de falar mal da rotina" na Casa do Riso, no Leblon, no Rio de Janeiro. Sua composição "Amor, cuidado", em parceria com Wagner Tiso, foi gravada em coro por um rol de artistas que incluiu Chico Buarque, Wagner Tiso e Luiz Melodia, entre outros, em favor da campanha contra a AIDS no Brasil. No ano posterior, em 2004, apresentou o espetáculo "Parem de falar mal da rotina", um monólogo em castelhano, no Teatro do Acesso do "Forum Barcelona 2004", com grande participação da plateia. Apresentou na TVE, do Rio de Janeiro, um especial sobre a cidade de Vitória, no qual contou detalhes de sua vida. Neste mesmo ano, ao lado do Farofa Carioca, Eletrosamba, Da Gama (Cidade Negra) e Torquato Mariano, apresentou-se com o grupo capixaba Maninal, no Ballroom, no Rio de Janeiro. Fez participação especial no disco da cantora capixaba Kátia Rocha, no qual interpretou em dueto a faixa "Espírito santinho", parceria com Leandro Braga. Em novembro deste mesmo ano, apresentou, ao lado de Tony Garrido, o lançamento do Selo Sesc-Rio em show no Canecão, que reuniu Ney Matogrosso e Pedro Luís e A Parede, Luana Cozzetti, André Gabeh, Vander Lee, Carlos Malta, Paulo Moura, Eliana Printes, Jussara Silveira, Preta Gil, Luciana Mello, entre outros. Ainda em 2004 sua parceria com Augusto Martins "No meio da banda", deu título ao disco do cantor. No ano de 2005 escreveu e dirigiu o espetáculo poético "Amor, essa palavra de luxo", apresentado pelo atores Nando Rodrigues e Geovana Pires no Conjunto Cultural da Caixa - Camarote das Artes, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano sua composição "Coisa mais linda mais cheia de graça" (c/ Moacyr Luz) foi incluída no disco "A sedução carioca do poeta brasileiro", de Moacyr Luz e grupo Água de Moringa. Ainda em 2005 Ana Carolina e Seu Jorge apresentaram-se em São Paulo. Os dois artistas interpretaram no espetáculo sucessos de suas respectivas carreiras, além duas composições, que musicaram em parceria: "Só de sacanagem" e "Alfredo é Gisele", ambas com letras de Elisa Lucinda. O show foi gravado ao vivo para lançamento no DVD "Ana e Jorge". No ano seguinte, em 2006, apresentou-se como cantora ao lado do cantor e compositor Marcos Lima no Centro Cultural Carioca. Neste mesmo ano trabalhou como atriz na novela "Páginas da vida", de Manoel Carlos, na Rede Globo. Em 2016 foi uma das atrações da FLIP (Feira Literária de Paraty), proferindo palalestras e ainda, fazendo performances de seus poemas. No ano seguinte, em 2017, a convite da ACL (Academia Carioca de Lertras), na ocasião presidida por Ricardo Cravo Albin e tendo como debatedor o professor e acadêmico Ivan Cavalcanti Proença, participou de palestra e mesa redonda sobre a obra e a vida da escritora Carolina Maria de Jesus, mediados pelos acadêmicos Marcus Vinicius Quiroga e Martinho da Vila. O evento fez parte do projeto "Fórum Carioca de Cultura - Mulheres na Literatura - Homenagem a Carolina Maria de Jesus". A homenagem à Carolina acabou em grande debate, viralizado na internet, por conta, das opiniões contrárias dos debatedores. Enquanto Ivan Cavalcanti Proença entendia que a obra-prima da escritora, negra e favelada, não era literatura e sim denúncia social, Elisa Lucinda afirmou o oposto. E mais: a escritora seria forte vítima de preconceito tanto racial quanto social. Neste mesmo ano, de 2017, Zélia Duncan e Sandra de Sá compuseram a trilha sonora para a montagem de "L, o Musical", apresentado no palco do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasi), no Rio de Janeiro, trabalho no qual atuou como atriz principal.

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