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Élio Camalle

Hélio da Costa
São Paulo, SP

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística na década de 1980, participando de festivais estudantis de música, sendo premiado em vários deles com composições como “Não há hora para esperar” e “Brasil”.

Em 1983, venceu, com sua canção “O homem”, um quadro do programa “É proibido colar” (Rede Cultura de Televisão).

Em 1987, apresentou-se em alguns espaços paulistas, como Teatro Cacilda Becker e Teatro Arthur Azevedo.

Em 1988, fez shows ao lado de outros artistas, como Renato Braz, Filó Machado e Maria Martha, entre outros. Fez temporadas nas casas noturnas Boca da Noite, Café Paris e Dorment’s Bar.

De 1992 a 1994, integrou a Companhia de Teatro de Oswaldo Montenegro, cantando, dançando e atuando na primeira montagem de "Noturno", no teatro Auditório.

Em 1994, participou do grupo de músicas folclóricas brasileiras Abaçai.

Em 1998, gravou o CD “Mágicas” (Dabliú Discos), contendo exclusivamente composições próprias: “Gabriela”, “Pra cá de Bagdá”, “Nosso amor”, “Canções”, “Rei alucinado”, “Selvagem”, “Anjo feliz”, “Palavrão”, “Bonita”, “Saudade”, “Velho coração”, “Dentro de mim” e a faixa-título. Fez shows de lançamento do disco em vários espaços, como Supremo Musical, Café Piu Piu, Villaggio Café, Espaço Cultural do SESI, Sala Vinícius de Moraes (no Tom Brasil), Teatro Crowne Plaza, SESC Vila Mariana, SESC Pompéia, SESC São Caetano, em São Paulo, além de ter realizado apresentações em Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro.

Em 1999, participou de vários festivais de música pelo Brasil, destacando-se o primeiro lugar no “FEST Mauá” e o segundo lugar no “Festival de Ilha Solteira” (SP), com sua canção “Isopor”. Atuou, também no “Primeiro Ribeirão Criança”, festival infantil de Ribeirão Preto, com a canção "Balão (Doki Doki)”, de sua parceria com a cantora e compositora japonesa Kana.

Em 2000, participou, como intérprete, do Festival da Música Brasileira (Rede Globo), com a canção "Xi-De Pirituba a Santo André” (Kleber Albuquerque e Rafael Altério). Nesse mesmo ano, atuou no espetáculo "Brasil Outros Quinhentos", de Millôr Fernandes, realizado no Teatro Municipal de São Paulo, em comemoração aos 500 anos do Brasil. Ainda em 2000, lançou o CD “Cria” (Dabliú Discos), contendo suas composições “Isopor”, “Melhor” “Tempo”, “Insone”, “Eco”, “Olho da lua”, “Waldirene”, “Conto”, “Cabeça”, “Guetos” e a faixa-título.

Em 2001, idealizou, juntamente com Luiz Gayotto, Madan e Kléber Albuquerque, o projeto “Umdoumdoum”, reunindo artistas da jovem música paulista. O show, no qual os artistas envolvidos interpretavam as músicas de seus discos, gerou um CD gravado no dia 1 de janeiro de 2001 (“um do um do um”) e lançado no dia 2 de fevereiro de 2002, na choperia do SESC Pompéia. Participou do disco com suas canções “Isopor” e “Waldirene”, ambas com Kleber Albuquerque, “Cabeça” e “A dança”.

Em 2002, lançou o CD “Antes e depois do fim do mundo", que contou com a participação dos músicos Sérgio Bello, Douglas Alonso, Dino Barioni e Cássia Maria. Com esse trabalho, foi convidado para se apresentar no Bentivoglio Jazz, na Itália. Em seguida, fez shows em Lisboa, Madri e Paris. Nesta cidade, participou de uma gravação para o “Programa do Jô” (Rede Globo).

De volta ao Brasil, apresentou-se em Parati (RJ) e começou a preparar repertório para uma apresentação com o baterista italiano Marco Zanotti.

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