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Eliane Elias


São Paulo, SP

Dados Artísticos

Em 1981, mudou-se para os Estados Unidos, convidada pelo baixista Eddie Gomez para preencher a vaga de tecladista no Steps Ahead, grupo integrado também por Michael Brecker, Peter Erskine e Mike Mainieri. Atuou com o conjunto durante um ano, participando da gravação do LP "Steps ahead", lançado pela Elektra. Em seguida, iniciou sua carreira solo, desenvolvendo um trabalho de trio piano/baixo/bateria.

Em 1986, gravou, com o trompetista Randy Brecker, o LP "Amanda" e, no ano seguinte, o LP "Illusions".

Lançou, em 1988, o CD "Cross currents", relacionado em 5º lugar na lista de discos de jazz mais vendidos e executados nesse ano, segundo a revista "Billboard".

Em 1989, gravou o CD "So far, so close", produzido por Eumir Deodato, registrando composições próprias como "At first sight" e "Still hidden". O disco, que contou com a participação de Michael Brecker (sax), Peter Erskine (bateria) e Will Lee (baixo), além dos percussionistas Café e Don Alias e de Randy Brecker (trompete), figurou em 1º lugar na relação dos mais executados em rádio, segundo a "Radio & Records".

Em 1990, lançou o CD "Eliane Elias plays Jobim", interpretando canções do compositor, como "Sabiá" (Tom Jobim e Chico Buarque) e "Passarim" (Tom Jobim).

Dois anos depois, gravou o CD "A long story", contendo composições próprias, como "Back in time" e "Karamuru", além da faixa-título, entre outras.

Em 1995, lançou o CD "Eliane Elias solos and duets with Herbie Hancock", interpretando clássicos da música norte-americana, como "All the things you are" (J. Kern e O. Hammerstein) e "The way you look tonight" (D. Fields e J. Kern), entre outras.

Gravou, em 1997, o CD "The three Americas", registrando canções de sua autoria, como "Caipora", "Chorango" e "Jungle journey", entre outras, além de "O Guarani", de Carlos Gomes.

No ano seguinte, voltou a interpretar canções de Tom Jobim, como "Garota de Ipanema" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Samba de uma nota só" (Tom Jobim e Newton Mendonça) e "Anos dourados" (Tom Jobim e Chico Buarque), entre outras, no CD "Eliane Elias sings Jobim".

Em 2000, lançou o CD "Everything I love".

No ano seguinte, participou da noite latina, intitulada Calle 54, do JVC Jazz Festival, nos Estados Unidos, ao lado de Paquito D´Rivera, Gato Barbieri, Michel Camilo e Jerry Gonzáles.

Em 2002, foi indicada para o Grammy, nas categorias Álbum de Jazz de Grandes Formações e Melhor Álbum de Jazz Latino, pelo CD "Impulsive!", gravado ao lado do trombonista e arranjador Bob Brookmeyer, com a Danish Radio Jazz Orchestra.

Lançou pela BMG brasileira os CDs "Kissed by Nature" (2003) e "Dreammer" (2004).

Em 2004, esteve no Brasil, onde apresentou-se, como atração internacional, ao lado de Johnny Alf, João Donato, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Marcos Valle, Wanda Sá, Leny Andrade, Pery Ribeiro, Durval Ferreira, Os Cariocas e Bossacucanova, no espetáculo "Bossa Nova in Concert", realizado no Canecão (RJ). O show foi apresentado por Miele e contou com uma banda de apoio formada por Durval Ferreira (violão), Adriano Giffoni (contrabaixo), Marcio Bahia (bateria), Fernando Merlino (teclados), Ricardo Pontes (sax e flauta) e Jessé Sadoc (trompete), concepção e direção artística de Solange Kafuri, direção musical de Roberto Menescal, pesquisa e textos de Heloisa Tapajós, cenários de Ney Madeira e Lídia Kosovski, e projeções de Sílvio Braga.

É considerada uma das mais importantes pianistas da área do jazz nos Estados Unidos, destacando-se pela mistura desse gênero com a música brasileira. Sobre sua performance ao piano, afirmou Herbie Hancock: "Ela toca tão lindamente que me faz chegar às lágrimas. Eu adoro as harmonias que ela utiliza". Em 2006, lançou o disco “Around the city”. Dois anos depois, “Something for you”. “Bossa nova stories” saiu ainda no mesmo ano e foi indicado ao 20º Prêmio da Música Brasileira na categoria melhor álbum estrangeiro. No ano seguinte, o disco foi escolhido como álbum do ano pelo Geezer Music Club.  Em 2011, gravou o CD “Light my fire”. Uma das faixas, “What about the heart”, figurou na lista de indicados ao Grammy do mesmo ano na categoria melhor música brasileira.  Um ano depois, finalizou o disco “Swept away”, que entrou na lista de melhores discos selecionados pela crítica da revista Jazztimes.  “I thought about you” chegou ao público em 2013 na forma de um disco tributo a Chet Baker.  No ano de 2015, lançou “Made in Brazil”, disco pelo qual concorreu e venceu o Grammy, no ano seguinte, na categoria melhor álbum de jazz do ano. 

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