Busca:

Eduardo Souto Neto

Eduardo Souto Neto
20/2/195120/2/1951 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1969, participou do IV Festival Internacional da Canção (TV Globo), com sua composição "Quem mandou" (c/ Sérgio Bittencourt), classificada em 7º lugar.

No ano seguinte, foi finalista do V Festival Internacional da Canção (TV Globo), com a canção "E coisa e tal" (c/ Sérgio Bittencourt), classificada em 10º lugar. Em seguida, começou a atuar como arranjador, em trabalhos de Marcos Valle, Evinha, Sá & Guarabyra e Taiguara, entre outros.

Em 1972, foi contemplado com o prêmio de Melhor Arranjador no Festival de Juiz de Fora.

Em 1974, sua composição "Choro de nada" (c/ Geraldo Carneiro) foi gravada por Vinícius de Moraes & Toquinho e por Tom Jobim & Miucha.

De 1975 a 1979, integrou a equipe de criação da produtora de jingles Zurana, no Rio de Janeiro, ao lado de Tavito e Paulo Sérgio Valle.

Em 1980, foi contratado pela TV Globo para compor trilhas incidentais. Na emissora, trabalhou como produtor musical e arranjador do programa "Viva o Gordo", estrelado por Jô Soares, além de ter criado várias vinhetas e temas musicais, com destaque para "Tema da Vitória", comemorativo das classificações dos pilotos brasileiros na Fórmula 1, popularizada pelas vitórias de Ayrton Senna.

Foi diretor musical da Rede Manchete, desde sua fundação, em 1983, criando todas as vinhetas da emissora, incluindo as de abertura e encerramento.

Em 1984, montou sua própria produtora de jingles, a Souto Produções.

É autor de jingles bastante conhecidos, como os temas dos cigarros Hollywood e Carlton, da cerveja Malt 90, do Rock in Rio Festival (I, II e III), em parceria com Nelson Wellington, da árvore de Natal do Bradesco Seguros e de bebidas da Allied Domecq (Ballantine's Finest, Frangelico), entre outros.

Assinou o arranjo orquestral da gravação de João Gilberto para o comercial da cerveja Brahma Chopp e todos os arranjos do primeiro ano da campanha de Coca-Cola, com a música "Águas de Março", de Tom Jobim.

Compôs trilhas para diversas campanhas da Petrobras/BR Distribuidora, Prefeitura e Governo do Estado do Rio de Janeiro e órgãos do Governo Federal (BNDES, Cia Vale do Rio Doce, Banco Central).

Participou, como diretor musical, de várias convenções empresariais e eventos, como American Telecom, Ford (3 vezes), Coca-Cola (4 vezes, sendo a última em 2001), Rock in Rio III (2001), Prêmio Multishow de Música Brasileira (2000), Tributo a Tom Jobim 2000 (incluindo os arranjos) e outros.

Para teatro, assinou os arranjos orquestrais do musical "Corsário do Rei", de Augusto Boal, com músicas de Edu Lobo e Chico Buarque.

Para cinema, escreveu os arranjos e compôs a trilha incidental do filme "Para viver um grande amor", de Miguel Farias, sob a direção musical de Antônio Carlos Jobim. Fez também arranjos para o filme "Dias melhores virão", de Cacá Diegues.

No mercado fonográfico, assinou a produção musical de discos de Djavan, Ivan Lins, Gonzaguinha e Wagner Tiso, além de ter assinado arranjos para trabalhos de Gilberto Gil, Marisa Monte, Elba Ramalho, Guilherme Arantes, Renato Russo & Paulo Ricardo, Gal Costa, Rita Lee, Leila Pinheiro, Fagner, Simone, Leo Gandelman, Zizi Possi, João Bosco, Titãs, Djavan, Paulinho da Viola, Daniela Mercury, Mocidade Independente de Padre Miguel, Ana Carolina, Dalto e Celso Fonseca, entre outros.

Recebeu por três anos consecutivos o Prêmio Sharp na categoria Melhor Arranjador, pelos discos "Retrato" (1995), de Fagner, "Amores e boleros" (1996), de Tânia Alves, e "Todo o sentimento" (1997), de Agnaldo Rayol.

Constam da relação dos intérpretes de suas canções artistas como Wilson Simonal, Evinha, Xuxa, Angélica, e Taiguara, entre outros, além dos já citados.

Mais visitados
da semana

1 Lupicínio Rodrigues
2 Hermeto Pascoal
3 Joaquim Calado
4 Caetano Veloso
5 Tom Jobim
6 Festivais de Música Popular
7 Noel Rosa
8 Pixinguinha
9 Dorival Caymmi
10 Música Sertaneja