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Eduardo Dussek

Eduardo Gabor Dusek
1/1/1958 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística aos 15 anos de idade, atuando como pianista em peças teatrais. Mais tarde, começou a compor e no final da década de 1970 teve suas primeiras parcerias com Luiz Carlos Góes gravadas por outros artistas.  Em 1978, lançou um compacto simples contendo suas composições "Não tem perigo" e "Apelo da raça", ambas em parceria com Cássio Ferrer.  Caracterizando-se pelo estilo satírico e bem-humorado, em 1980 participou do "Festival MPB Shell", da Rede Globo, com sua composição "Nostradamus". No ano seguinte, em 1981, gravou seu primeiro LP,  "Olhar brasileiro", contendo suas composições "O pão", "Chocante", "Iracema Brasil", "Olhar brasileiro", "A coitadinha" e "Folia no matagal", todas com Luiz Carlos Góes, "Injuriado", "Nostradamus", "Singapura", "Ave" (c/ Luiz Antônio de Cássio) e "A deputada caiu". Também em 1981, participou da nova edição do "Festival MPB Shell", no qual inscreveu sua música "Valdirene, a paranormal" (c/ Luiz Carlos Góes) mas, apresentou-se com outra música da mesma parceria, "Barrados no baile", fato que provocou sua desclassificação do evento.  No ano de 1982, lançou o LP "Cantando no banheiro", com destaque para "Rock da cachorra", de Léo Jaime, e "Barrados no baile", além de outras parcerias com Luiz Carlos Góes ("Não minta vovó", "O problema do nordeste (Caatingatur)" e "Quero te beber no gargalo"), "Enfant terrible", de Tavinho Paes e Léo Jaime, e suas canções "Cantando no banheiro", "Me dá Copacabana","Luzes na estrada" e "Cabelos negros", as duas últimas em parceria com Luiz Antônio de Cássio.  Em 1984, gravou o LP "Brega chique", com destaque para a faixa-título, que ficou conhecida como "Doméstica", e sua elogiada interpretação de "Serra da Boa Esperança" (Lamartine Babo) e contendo também "Maldito dinheiro" (Gilvan Gomes e Alex Podre), "Recebi seu bilhetinho" (Herbert Vianna), "Soraia" (Zé Mulato, Aristeu e Barreirito), "O crápula" (Herbert Vianna), "Oh! My darling Bezerrão" (Selvagem Big Abreu, Cláudio Killer e Léo Jaime), "Londrina" (Arrigo Barnabé) e "Qual?", versão de Luiz Carlos Góes para "Why" (B.Cropton e T.Sheridan), além das autoarais "Lua my love", "Saga", ambas com Luiz Carlos Góes, "Espaço carioca" (c/ Luiz Antônio de Cássio) e "Ele não sabia de nada (Picadilly rock)". No ano posterior, em 1985, participou como artista convidado, ao lado do compositor Braguinha, da cantora Miúcha e do conjunto Coisas Nossas, do espetáculo "Yes, nós temos Braguinha", com roteiro e direção de Ricardo Cravo Albin, realizado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro por ocasião da entrega do "Prêmio Shell de MPB" ao compositor Braguinha, destacando-se por sua interpretação de "Laura".  Em 1986 lançou o LP "Dusek na sua" no qual registrou de sua parceria com Luiz Carlos Góes "Lincharam o viajante espacial, "A índia e o traficante", "Aventura", "Destino de aventureiro", "Rango", "Samba heavy (Enredo metal)", "Eu velejava em você", A loura do carteado", "Valdirene, a paranormal", "Rio by night" (c/ Josemar Ribeiro) e "Classificados desclassificados", além de "Não explique" e "Moderno pássaro andante", ambas com Luiz Antônio de Cássio, e "Alô alô Brasil" (c/ Roque da Conceição). Nesse mesmo ano, realizou uma participação especial no LP "Abra seus olhos", de Erasmo Carlos, interpretando a faixa "Análise descontraída" (Roberto Carlos e Erasmo Carlos).  No ano de 1989, integrou o elenco do musical "Loja de horrores".  Dois anos depois, em 1991, gravou o LP "Contatos", contendo "Lua sonora", "Adeus às ilusões", "Estrela da mata", "Blue jeans", "Contatos", "Deixa rolar", "Sou eu" (c/ Isolda) e "Amizade", além de "Eu nasci há dez mil anos atrás" (Raul Seixas e Paulo Coelho). Participou dos songbooks: Noel Rosa na faixa "Quem dá mais";  Gilberto Gil (faixa "Realce", ao lado de Sandra de Sá); Dorival Caymmi (faixa "O que é que eu sou", de Dorival Caymmi e Antônio Almeida); Tom Jobim (faixa "Sabiá", de Tom Jobim e Chico Buarque, ao lado de Leandro Braga); Djavan (faixa "Esfinge", ao lado de Leandro Braga); Chico Buarque (faixas "Trocando em miúdos", de Chico Buarque e Francis Hime, e "Bárbara", de Chico Buarque e Ruy Guerra) e João Donato (faixa "É proibido afinar o piano", de João Donato e Nilo Batista).  Ainda na década de 1990, dedicou-se à direção de eventos e shows, assinando espetáculos de diversos artistas, como Gang 90, Amado Batista, Roberta Miranda e Mara Maravilha, entre outros.  Em 1994, lançou o CD "Apocalipse elegante". Neste mesmo ano, comandou o programa "Alô Brasil Bar" (Rede Manchete), produzido por Maurício Sherman. Dois anos depois, em 1996, integrou o elenco da novela "Xica da Silva", de Válter Avancini, realizada pela mesma emissora. No ano seguinte, em 1997, gravou no CD "Tributo a Dalva de Oliveira", interpretando "Olhos verdes" (Vicente Paiva), do repertório da cantora. Em 1998, participou, ao lado de outros artistas, do CD "Balaio do Sampaio", gravando a faixa "Velho bode", uma parceria de Sérgio Sampaio com Sérgio Natureza, que assinou a produção musical do disco.  Em 2000, por questões de numerologia e também com o objetivo de provocar a pronúncia correta de seu nome, passou a atuar com o nome artístico de Eduardo Dussek, adicionando mais um "s" ao seu sobrenome. Nesse mesmo ano, lançou o CD "Adeus batucada", interpretando 24 sucessos de Carmen Miranda e duas músicas que compôs em homenagem à cantora: "Alô, Alô, Brasil!" e "Rap da Carmen". No disco, o cantor atua nos teclados e tem a seu lado o percussionista Beto Cazes e o saxofonista Chico Costa. No ano seguinte, em 2001, estreou, no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), o espetáculo musical "Carmen Miranda by Dussek", baseado no disco homônimo, com o qual se exibiu posteriormente no Teatro Arena, em Copacabana (RJ) com sucesso de público, sempre acompanhado pelo saxofonista Chico Costa e pelo percussionista Beto Cazes. Nesse mesmo ano, organizou, selecionou o repertório e assinou o texto de apresentação do songbook de Carmen Miranda, lançado pela Editora Vitale, contendo uma biografia em edição bilíngüe (português e inglês), cifras para violão e o CD "Adeus batucada", gravado pelo cantor.  Em 2002, foi convidado para realizar a preparação cênica do grupo Cantores do Chuveiro, integrado por cantores amadores que haviam obtido grande sucesso com o espetáculo "100 anos de MPB", de Ricardo Cravo Albin. Nesse mesmo ano, dirigiu o show "Luz, ação... Chuveiro", apresentado pelos grupo no Teatro de Arena (RJ), cujo roteiro incluiu músicas do cinema brasileiro.  Em 2009 lançou, pelo próprio selo independente Sol Mucial Arte o CD "O tao de Dussek", uma coletânea com sucessos de sua carreira e algumas músicas inéditas. O trabalho, dirigido e produzido pelo próprio Dussek, contou com 20 faixas gravadas e regravadas pelo artista e sua banda Copacabanda, sendo inlcuídas as faixas "Felicidade inevitável- Todo mundo nú II)", "Baixaria, não!", "Rock da cachorra" (Leo Jaime), "Injuriado", "Marketinlização" (c/ Luis Antonio de Cássio), "Inadimplente astral", "Fome e fantasia", "Barrados no baile" (c/ Luis Carlos Góes), "Vou beijar sua boca" (c/ Paulo Zdan), "Minha praia é você" (c/ Isolda), "Aventura - Luz de Velas" (c/ Luis Carlos Góes), "Cabelos negros""(c/ Luis Antonio de Cássio), "Catando no banheiro", "Singapura", "Chocante" (c/ Luis Carlos Góes), "Pilosofia vurtuguesa" (c/ Valerio Wizz), "Brega chique - Doméstica" (c/ Luis Carlos Góes), "Nostradamus", "Todo mundo nú - Marcinha raspadinha" e "Folia no matagal" (c/ Luis Carlos Góes). Em 2011, gravou, no Teatro Oi Casa Grande (RJ), o primeiro DVD de carreira, com a participação especial de Ney Matogrosso e de Preta Gil, e direção de Darcy Burger. Lançado também em CD, o projeto teve parceria da Deck Discos com o Canal Brasil. No ano de 2018 foi o convidado especial da cantora Silvia Machete em show no "Projeto Musical das Sete", noTeatro Riachelo, no centro do Rio de Janeiro. Constam da relação dos intérpretes de suas canções artistas como As Frenéticas ("Vesúvio"), Maria Alcina ("Folia no Matagal"), Marília Pêra ("Alô, alô, Brasil!"), Cida Moreira ("Singapura") e Ney Matogrosso ("Seu tipo" e "Folia no matagal"), entre outros.  Sua música "Folia do matagal" recebeu elogios do crítico José Ramos Tinhorão, que a considerou uma "marchinha legítima".

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