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Eduardo Camenietzki

Eduardo Camenietzki
1/6/1957 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Iniciou sua carreira profissional atuando em duo com o também compositor e violonista Wagner Campos, com quem lançou seu primeiro disco, “Eduardo e Wagner”, em 1983. No repertório, sua composição “Choro nº 2” e “Tango-Choro”, de Wagner Campos, além de parcerias de ambos: “A silhueta”, “Solau do desamado” e “Valsa Romântica”, todas sobre poemas de Manuel Bandeira, “Gosto de ti com desgosto” (sobre poema de Carlos Drumond de Andrade), “Casa suspeita”, “Acorda donzela”, “Modinha antiga” e “Cena curta”.

Participou de outros duos e trios.

Integrou a Orquestra de Violões do Turíbio Santos, com a qual gravou o LP “Orquestra de Violões do Rio de Janeiro”, lançado em 1985 pela Kuarup.

Atuou como instrumentista contratado da Rede Globo, em 1985 e 1986, tendo participado das trilhas sonoras das minisséries “O tempo e o vento” e “Grande Sertão: veredas”, sobre as obras homônimas de Érico Veríssimo e Guimarães Rosa, respectivamente.

Trabalhou na TVE, como produtor musical do programa “Canta-Conto”. Mais tarde, passou a integrar o NCP (Núcleo de Criação em Cinema e Vídeo da UFRJ), onde criou, dirigiu e produziu trilhas sonoras de vídeos institucionais e filmes de animação, além de ter participado de cursos e seminários ali desenvolvidos.

Em 1990, voltou à Escola de Música, onde foi coordenador adjunto do LAPEME (Laboratório de Pesquisa em Música Eletroacústica) e desenvolveu a série de cursos de extensão “A imagem sonora” (técnicas de composição para cinema, vídeo, televisão e multimídia).

Em 1992, compôs a trilha sonora do Pavilhão Brasileiro na Expo-92, exposição universal realizada em Sevilha, cujo tema foi a descoberta da América.

Em 1997, sua composição “Presque” foi apresentada pelo Quarteto Alegri Celli em Bauvais/França, no Quinto Encontro Internacional de Violoncelos, em primeira audição, e também na Bienal de Música Contemporânea.

No ano seguinte, regeu, no Teatro Municipal de Niterói, sua “Toccata Prestes”, encomenda do estado do Tocantins, com o coral da Pro-Arte e um sexteto instrumental, além da participação especial de Tetê Espíndola.

Criou e dirigiu trilhas sonoras para a TV Cultura/SP, na área de telejornalismo e documentários, sob direção de Marco Antonio Coelho Filho.

Entre 1999 e 2001, exerceu os cargos de diretor de departamento e assessor para projetos musicais, na Secretaria de Estado de Cultura, sob a gestão de Adriano de Aquino.

Em 2000 e 2001, criou e produziu música para documentários históricos, com o cineasta Silvio Tendler, destacando-se “Glauber o filme”, participante da seleção oficial do Festival de Cannes, em 2004.

Lançou, em 2001, o CD “Nação!”, contendo suas composições “Inará”, “Sinuoses”, “Toccata Prestes”, “Conflito Bandeirantes”, “Três vinhetas para violino solo”, “Manso Sonatina”, “Clichê”, “Dia de Ilha Grande”, “Bufo Crúcifer”, “Toccata para piano”, “Suite do Pavilhão”, “Duas tribos”, “Suite gaúcha” e “Últimos momentos”, além de “Toré”. Fez show de lançamento do disco no Espaço Cultural Sérgio Porto (RJ).

Em 2002, sua composição "Milloreana", para Barítono e Orquestra de Cordas, encomenda do barítono Eládio Perez-Gonzáles, foi apresentada pela Orquestra de Câmera do Teatro São Pedro, em Porto Alegre (RS), em primeira audição, e na abertura do IV Encontro Latino-Americano de Compositores, em Belo Horizonte (MG). Ainda nesse ano, participou do VII Encontro Nacional Dilermando Reis de Violão, em Guaratinguetá (SP), onde fez um recital e master class. Também em 2002, foi contratado pela Editora Satrk-Music de Leipzig para edição de sua obra na Alemanha.

Em 2003, criou e foi responsável pela direção musical, ao lado do musicólogo Hélio Sena, do grupo vocal e instrumental O Quinto, com o qual excursionou por 46 cidades em 13 estados brasileiros, pelo projeto “Sonora Brasil” (Sesc-Departamento Nacional). Lançou, com o grupo, CD homônimo, contendo suas composições “Suíte Roseana” (sobre poema de Guimarães Rosa), “Curupira” e “Valsa romântica” (com Wagner Campos, sobre poema de Manuel Bandeira), além de “Riacho de Areia* (folclore mineiro), “Papagaio louro” (Hélio Sena e Álvaro Lima), “Lundu da Marquesa de Santos” (Villa-Lobos e Viriato Correa), “Chora sabiá” (folclore), “Folia de Reis” (folclore), “Interrogando” (João Pernambuco), “No silêncio da madrugada” (folclore, com letra de Glória Oliveira), “Cantiga da Serra” (Hilton Acioli), “Ah, Teimoso!” (autor desconhecido), “Deus te salve, Casa Santa” (folclore) e “Novos mares” (Hélio Sena e Henrique Rodrigues).

Vem atuando na composição de música de câmera, tendo sido premiado pela Editora Cultura Musical, em São Paulo, com a peça "Improviso e Pós-Lúdio".

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