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Edu Krieger

Eduardo Lyra Krieger
5/2/1974 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1993, assinou a direção musical do espetáculo "Mãe Coragem", de Bertold Brecht, com direção geral de Mônica Alvarenga, vencedor do prêmio de melhor espetáculo do III Festival Carioca de Novos Talentos.

No ano seguinte, participou, como diretor musical e pianista, da peça "A Geração Trianon", de Anamaria Nunes, com direção geral de Djalma Thürler, indicada para o prêmio de Melhor Trilha Sonora do VIII Festival de Teatro de Blumenau.

Participou, como baixista, do espetáculo "Rock Circo Show", apresentado, em 1994, pelo grupo Atrupelados, no Circo Voador (RJ) e nos eventos “Porto Alegre Em Cena” (RS) e “Festival Internacional de Teatro”, de Belo Horizonte (MG).

Foi contemplado, no ano seguinte, com o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original no XVIII Guarnicê de Cine-Vídeo do Maranhão, com o curta-metragem "Geraldo Voador".

Trabalhou como assistente de direção de Pedro Paulo Rangel no espetáculo "A Ópera das Quatro Notas", de Tom Johnson, com temporada em agosto de 1996, no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ).

Atuou, como baixista, no musical "Doidas Folias", de Anamaria Nunes, sob direção musical de Tim Rescala, que participou da Bienal de Teatro Jovem de Lyon, na França, em 1997.

Em 1998, destacou-se no cenário artístico ao receber o Prêmio Shell de Melhor Trilha Sonora por suas composições para a peça "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna, dirigida por Antônio Abujamra.

Em 2000, gravou participações no CD de Tânia Alves "Todos os Forrós”, como baixista, e no CD "Nação Nordestina", de Zé Ramalho, como vocalista.

Sua canção "Como plural" (c/ Roberta de Recife) foi incluída, em 2001, na trilha sonora da novela "Porto dos Milagres" (Rede Globo), lançada em CD pela gravadora Som Livre.

Fez parte, como baixista e compositor, da banda de forró Paratodos, com a qual excursionou em turnês ao lado de artistas como Elba Ramalho, Alceu Valença e Geraldo Azevedo. Em 2001, gravou, com o grupo, o CD "Paratodos", produzido por Robertinho de Recife.

Tocando baixo elétrico, violão de sete cordas e cavaquinho, participou do CD "Cantando a História", lançado em 2003 pelo grupo vocal Garganta Profunda. Também nesse ano, participou do CD "Estação Brasil", de Zé Ramalho, tocando violão de sete cordas. Ainda em 2003, participou, como baixista, do CD "Por elas e outras", de Renata Arruda.

Atuou como baixista da banda de Belchior, Amelinha e Ednardo, durante a turnê de lançamento do CD "Pessoal do Ceará", gravado por eles em 2003.

Em 2004, apresentou-se no SESC de Petrópolis e Nova Friburgo, durante o "Festival de Inverno". Ainda nesse ano, passou a integrar, como cantor e violonista, o grupo de forró Sexteto de Santa.

Em 2006, fez temporada no Teatro João Caetano (SP), acompanhando, como baixista, o tradicional Coral Paulistano, fundado em 1936 por Mário de Andrade. Realizou participações especiais, como cantor e violonista, nos bailes da Orquestra Republicana, em apresentações no Clube dos Democráticos, na Lapa (RJ). Apresentou-se no Teatro João Caetano (RJ), dentro do projeto "Chorando e Sambando", acompanhando ao violão de sete cordas a cantora e instrumentista Nilze Carvalho e o bandolinista Hamilton de Holanda. Também em 2006, participou, tocando violão de sete cordas, do CD "Caçuá", lançado pelo violinista Nicolas Krassik. Tocando baixo elétrico, integrou a última formação que acompanhou Sivuca durante cinco anos. Cantando e tocando violão de 7 cordas, acompanhado por sua banda, lançou, ainda em 2006, seu primeiro CD solo, "Edu Krieger", produzido por Lucas Marcier. No repertório, suas composições "Ciranda do mundo", "Novo amor", "Desafio", "A lua é testemunha", "A escada", "Maria do Socorro", "Saber ganhar", "Volta pra você", "Quando ela jurou", "Ela mora longe", "Linha da fé", "Batendo", "Deus conserve pra sempre meu bom senso temperado a pitadas de loucura" e "Temporais", esta última em parceria com Geraldo Azevedo. O disco contou com a participação especial de Geraldo Azevedo, Nilze Carvalho (bandolim) e Nicolas Krassik (violino). O disco foi relacionado entre os dez melhores do ano pela crítica especializada do jornal "O Globo" e lhe valeu uma indicação ao V Prêmio Rival Petrobras de Música, na categoria Artista Revelação.

Em 2007, a cantora Maria Rita registrou no CD "Samba meu" duas músicas de sua autoria: "Novo amor" e "Maria do Socorro".

Durante o Carnaval de 2008, apresentou-se no Mistura Fina (RJ), tendo como convidados Rodrigo Maranhão, na primeira noite, e o violinista Nicolas Krassik, na segunda noite.

Lançou, em 2009, o CD “Correnteza”, contendo suas composições “Feira livre” (c/ Raphael Gemal), “Desestigma”, “Clareia”, “Galileu”, “Sobre as mão” (c/ Zé Paulo Becker), “A mais bonita de Copacabana”, “Ela entrava”, “Rosa de Açucena”, “Quando ela ri”, “Graziela” e “Serpentina” (c/ Marcelo Caldi), além da faixa-título. O disco contou com a participação especial de João Donato (piano), na faixa “Sobre as mãos”, e de Rildo Hora (gaita), na faixa “A mais bonita de Copacabana”. Fez show de lançamento do disco no Teatro Rival (RJ).

Divide com a cantora Elisa Addor o encontro permanente de músicos que acontece aos domingos no bar Semente, na Lapa (RJ).

Constam da relação dos intérpretes de suas canções Pedro Luís e a Parede (“Ciranda do mundo”), Ryta de Cássia (“Ciranda do mundo”), Maria Rita (“Ciranda do mundo”), Trio Nordestino ("Amor de São João") e os grupos Bangalafumenga (“Ciranda do mundo”), Ara Ketu ("Flor"), Falamansa ("Passarinho cantador", em parceria com Accioly Neto, e "Mistura de raça") e Rastapé ("Amor de São João" e "Vai me dizer").

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