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Edinho Queirós

Edilson Cardoso de Queiroz
17/10/1963 Macau, RN

Dados Artísticos

Iniciou a carreira artística em 1977, cantando em bandas de forró, rodas de samba e em grupos musicais de baile. Em 1985, teve sua primeira experiência em disco, em trabalho com o grupo Alcano do Recife. Nessa ocasião, iniciou sua atuação como compositor. Em 1987, venceu o festival de música da UFRN- Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com a composição "Upstairs", ganhando também o prêmio de melhor intérprete. Em 1988, gravou, no Rio de Janeiro, seu 1º disco solo "Sabor de uva", que trazia quatro composições suas: "Gueixa Rainha do Sol", parceria com Batista Araújo; "Sabor de Uva; "Íris do Luar", parceria com Manassés Campos e "Festa da Carne. O disco teve direção musical de Márcio Miranda. Em 1990, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde gravou seu 2º disco "Diga pra mim", em cujo repertório constam diversas composições próprias, como "Quer? Eu dou", parceria com Márcio Miranda e Luiz Guima; "Diga pra mim", parceria com Babal; "Na Boca do Carnaval" e "Riacho de Lágrimas", ambas com Babal, "Isabeaux", com Babal, Nelson Wellington e Márcio Miranda"; Beijo de Mel" e "Forró de Campina Grande", composições solo. Também no repertório: "Janaína", de Luiz Guima; "Vida Cigana", de Geraldo Espíndola; "Sentí Firmeza", de Cecílio Nena e Niceias Drumond. Permanecendo no Rio por quatro anos, apresentou-se em diversos shows e eventos, divulgando seu trabalho. Em 1994, foi convidado a fazer uma temporada na Itália, onde permaneceu por um tempo, com a intenção de dar continuidade aos seus projetos de realização discográfica. Em outubro de 2000, lançou, em Pistoia (Itália), seu 3º disco "Macau". O CD, que teve produção executiva de Francesco Giaimo, foi gravado no Estudio Larione 10, em Florença e teve a participação dos músicos, Alfredo Paixão e Carlo De Nuzzo. No repertório, algumas parcerias, como: " Antropofagia", parceria com João Vicente Guimarães; "Macau", parceria com Sérgio Natureza; "Meu Bem", com Tatinho; "Último Imperador", com Jorge Vercilo e diversas composições solo, como: "Morena Cor de Canela"; "Atemporal"; "Almas Gêmeas"; "Frevo do Mangue"; "O Coco de Roda"; "Língua"; "A Graça da Vida"; "O Sacro Ofício" e uma adaptação para o Mantra "Prabhupada Pranati". Em 2001, após ter passado algum tempo no Brasil divulgando o CD "Macau", inclusive em sua terra, motivo do título do CD, no show "Entre amigos", retornou à Itália para concluir a divulgação do disco. Lá permaneceu, participando de festivais e shows até 2004. De volta ao Brasil, após 10 anos vivendo e divulgando seu trabalho na Itália, participou do festival da Musica Brasileira da TV Globo, interpretando sua canção "Língua - O instrumento". Nesse período, estabeleceu-se em Recife, onde desenvolveu, por um ano, uma pesquisa dos ritmos da região. Mudou-se para Rio de Janeiro em 2005, passou a a definir repertório para gravação de seu CD novo. Nesse ano participou do projeto "Zimba Musical", no Teatro Ziembinski, na Tijuca, onde apresentou o CD "Macau", em show que contou com as participações especiais das cantoras Carol Fazu e Lila Shakti. Em 2006, também no Teatro Ziembinski, participou do projeto "Homenageando 100 Anos do Frevo - Capiba e Nelson Ferreira - os coquistas Chico Antônio e Jackson do Pandeiro". Em 2007, morando no Rio de Janeiro, continua apresentando shows que mesclam poesia mesclada à ritimica dos cocos, maracatus, dos xotes, do funk, do rock e do jungle, exaltando o ícone do coco potiguar, Chico Antonio. O artista sempre vem provocando interação com o público ao cantar letras e poesias do seus parceiros Sérgio Natureza, Rogerio Duarte, Luiz Guima, Chandra Mukha Swami, Jorge Vercilo e Herberth Azzu. Nesse ano, participou do 11º Festival de Música e Ecologia, na Ilha Grande (RJ), sendo o grande vencedor, com a composição "Meu Maracatu", parceria com Herbet Azzu. A música, considerada melhor canção do Festival, teve a interpretação de Edinho Queirós e sua Banda e levou também o prêmio por melhor arranjo. No encerramento do evento, o artista recebeu o troféu de grande vencedor do Festival, das mãos de Zeca Baleiro.

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