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Djalma Esteves

Djalma Esteves
Circa de 1910 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Foi parceiro de Vicente Paiva, Afonso Teixeira, Felisberto Martins e Milton de Oliveira, entre outros. Em 1934, teve suas primeiras composições gravadas, o samba "Sinos de natal", parceria com Vicente Paiva, lançado por Aurora Miranda na Odeon, e a marcha "Solta o balão", com Sátiro de Melo, por Cirene Fagundes, também na Odeon. Em 1935, outras duas parcerias com Vicente Paiva foram gravadas por Aurora Miranda: a marcha "Linda primavera" e o samba "A turma chorou". Em 1936, Moreira da Silva gravou na Columbia o samba "Adeus...vou partir", com Moreira da Silva. Em 1937, duas de suas rumbas foram gravadas por Carmen Miranda na Odeon, "Dance rumba", com Bucy Moreira, e "Em tudo, menos em ti", com Osvaldo Santiago. Nesse ano, J. B. de Carvalho gravou na Victor a batucada "Foste embora", com Carlos Almeida e Raul Resende, enquanto José Lemos registrou a marcha "Até a lua gostou", com Milton de Oliveira e Raul Resende. Em 1938, teve duas músicas gravadas por Linda Batista em dupla com Fernando Álvares no primeiro disco da cantora na Odeon, as rumbas "Chimarrão" e "Churrasco", esta última, parceria com Augusto Garcez. No mesmo ano, Patrício Teixeira lançou pela Victor os sambas "Chorar é desabafar", com Milton de Oliveira e J. Andrade, e "Magoado", com Milton de Oliveira e Raul Resende. Ainda neste ano, Fernando Alvarez gravou na Victor o samba "Pensei em ti", com Augusto Garcez. Em 1938, duas de suas marchas foram gravadas na Columbia pelo cantor Joaquim Pimentel: "Olha a onda", com Raul Resende, e "Eu tive uma morena", com Nelson de Castro. Em 1939, o samba-batuque "No tronco da amendoeira" foi gravado com sucesso por Patrício Teixeira na Victor em disco que trazia também o samba "Foste louca", com Milton de Oliveira. A rumba-canção "Luar do Rio", com Miguel Baúso, foi registrado pelas Irmãs Medina na Odeon. Nesse ano, os sambas "Em sonhos eu te beijei", com Milton de Oliveira, e "Quando o meu amor morreu", com J. B. de Carvalho e Milton de Oliveira, foram gravados na Odeon por J. B. de Carvalho. Também pela Odeon, Moreira da Silva lançou a batucada "Adeus orgia, adeus", com Felisberto Martins. Ainda nesse ano, o samba "Maior prazer", com Buci Moreira, foi gravado na Columbia pela cantora Carmen Barbosa, e a marcha "Linda mexicana", com Edgard Freitas e David Nasser, foi lançada, também na Columbia, por Francisco Alves. Em 1940, fez com E. Treitas e F. Santos o samba "Casinha amarela" que Moreira da Silva gravou na Odeon. No mesmo ano, Nicodemos Resende gravou na Odeon o samba "A mulher é assim", e a marcha "Linda holandesa", ambas com Luis Siciliano, e Patrício Teixeira registrou na Victor o samba "Ao lado da linda Mangueira", com Milton de Oliveira. Também em 1940, Moreira da Silva gravou na Victor os sambas "Deusa da Vila", com David Nasser, e "Assim termina um grande amor", com Moreira da Silva e Miguel Baúso. Em 1941, Nicodemos Resende gravou na Odeon a marcha "Mulher bonita", com Antenor Borges e Afonso Teixeira, e a marcha-rancho "Camponesa", com Luiz Siciliano e Henrique Gomes, enquanto Patrício Teixeira lançou pela Victor o samba "Fui eu", com Milton de OLiveira. Outra parceria com Milton de Oliveira foi gravada no mesmo ano por Osvaldo Novarro na Victor, o samba "Não sei". Também em 1941, teve dois sambas gravados na Victor por Cyro Monteiro: "Se eu lhe perder", com Luiz Siciliano e Afonso Teixeira, e "Criança louca", com Afonso Teixeira. O samba "Quem é que está com a razão", com Estanislau Silva e Augusto Garcez, foi lançado por Cyro Monteiro em 1942, pela gravadora Victor, mesmo ano em que Arnaldo Amaral registrou na Columbia a marcha "Vingança do padeiro", com Antenor Borges e Estanislau Silva, enquanto Patrício Teixeira, também na Victor fazia o registro do samba "Vem me ouvir", com Luiz Siciliano e Henrique Gomes. Em 1947, a rumba "Escandalosa", com Moacir Silva, foi gravada na Odeon por Aracy de Almeida com o Trio Madrigal e os Vocalistas Tropicais. Essa rumba foi sucesso nesse mesmo ano na voz de Emilinha Borba em gravação que consolidou a carreira da cantora. Ainda em 1947, Heleninha Costa gravou na Continental o samba "Amanhece e anoitece", com Cyro Monteiro e Antônio Fernandes. Dois anos depois, os Trigêmeos Vocalistas gravaram na Odeon o corrido "Don Pedrito", com Célio Monteiro. Ainda em 1949, Moreira da Silva gravou pelo selo Star o samba "Helena querida", com Vitor Lima. Em 1951, o mambo "Apimentadinha", com U. Martelli, e a marcha "Vem italiana", com Célio Monteiro e Fonseca Filho, foram gravadas na Odeon pelos Trigêmios Vocalistas. Em 1979, Maria Alcina relançou "Escandalosa" no LP "Plenitude" da gravadora Copacabana. Fez sambas e marchas, mas também se destacou como compositor de rumbas tendo músicas gravadas por alguns dos mais importantes nomes da música popular brasileira, entre os quais, Angela Maria, Emilinha Borba, Carmen Miranda, Aurora Miranda, Dircinha Batista, Moreira da Silva, Francisco Alves e Cyro Monteiro. Em 2000, o samba "Assim termina um grande amor", com Moreira da Silva e Miguel Baúso, foi relançado no CD "Carnaval - Sua História, Sua Glória - Vol. 08" do selo Revivendo. Embora de discreta repercussão pessoal, como compositor teve mais de trinta composições gravadas no período da "Era de ouro" da música popular brasileira.

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