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DJ Sany Pitbull

Sergio Reis Silva
1968 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística em 1986, produzindo artistas da cena do funk carioca, e acumulando elogios de DJs, como o DJ Marlboro, entre outros respeitados no gênero funk carioca. Tornou-se mais conhecido quando o DJ americano Diplo divulgou seu trabalho na Europa. Foi parceiro do DJ berlinense Daniel Haaksman na criação da gravadora alemã Man Recordings, pela qual lançaram discos de funk, que foram tocados por DJs em vários países. Em 2006 lançou por esse selo um EP no qual mesclou sons japoneses, funk carioca e cantos indígenas. No ano de 2007 fez turnê como DJ em várias casas noturnas da Europa. Apresentou-se também no "Festival Pori Jazz", na Finlândia. Atuou vários anos como DJ residente da casa Carlisto's Up, na Lapa, um dos principais redutos do funk carioca. Em 2008 apresentou-se na casa de shows londrina Fabric, na Inglaterra. Foi uma das atrações do “Tim Festival”, realizado no Rio de Janeiro, São Paulo e em Vitória (ES). Foi responsável pela trilha sonora do filme “Era uma vez”, do diretor Breno Silveira. Concedeu entrevista para o documentário “Favela on Blast”, de Leandro HBL e do DJ norte-americano Diplo. Participou da faixa “O morro não tem vez” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) no CD “Feijoada completa” (Biscoito Fino, 2008) do grupo instrumental Tira Poeira. Em 2009 realizou, ao lado do pandeirista Sergio Krakowski, uma temporada de shows intitulados “ChoroFunk”, no Clube dos Democráticos, no Rio de Janeiro, recebendo como convidados os artistas Carlos Malta, Pedro Luís, Moyseis Marques e Chico César. Idealizou o evento em comemoração aos 40 anos do funk com cinco dias de shows, exposições, filmes, oficinas e mesas redondas, na cidade do Rio de Janeiro, ativo divulgador do gênero. A partir de 2010 iniciou um trabalho na sede do AfroReggae, em Vigário Geral, no Rio de Janeiro, ministrando oficinas gratuitas para jovens que tinham o desejo de adquirir conhecimento na área de produção musical. Em 2011 participou da mesa de debates do evento "Em defesa do funk", organizado pelo diretor do documentário "Favela on blast", Leandro HBL, na sala 2 do cinema Estação Botafogo, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano comandou a festa Carioca Funk Clube, realizada no Clube Internacional, no Rio de Janeiro, com as participações de Duda do Borel, Nino e Chernobyl. Ao lado do cantor Dughettu e do guitarrista Liminha fundou o projeto “Power Trio”, que realizou sua primeira apresentação na “Rio Music Conference”, encontro de música eletrônica e entretenimento, realizada na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, em 2012. Em 2012 se apresentou no “Back2Black Festival”, em Londres, e no “Festival Med”, em Portugal. Em 2013 foi responsável pela trilha sonora do desfile de modas da marca Blue Man, no Fashion Rio, em que uniu o som de violinos às batidas do funk. Em 2014 realizou a série “Caixa de Pandora”, em que resgatou gravações antigas realizadas na década de 1990, época em que começaram a mixar digitalmente músicas do gênero funk, e lançou no formato de mixtapes. Produziu o CD “O funk canta Lulu”, lançado em 2018 pelo selo Universal Music, com a participação de artistas oriundos do universo do funk carioca interpretando músicas de Lulu Santos, dentre os quais Buchecha, Valesca Popozuda, Tati Quebra Barraco, Naldo Benny, entre outros. Produziu a trilha sonora da série “Arcanjo renegado”, de José Junior, que estreou na plataforma de vídeos Globoplay em 2020, lançada em disco com 50 faixas pelo selo Som Livre. A trilha contou com músicas inéditas interpretadas por jovens artistas do subúrbio carioca e da Baixada Fluminense, que descobriu em suas incursões pela cidade, como Al-Neg em “Ordem e progresso”, Ikinya em “Preto”, Dom Coelho em “Novos tempos”, Afaik em “Guetos e favelas”, entre outros.

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