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Dircinha Batista

Dirce Grandino de Oliveira
7/4/1922 São Paulo, SP
18/6/1999 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Cantora.

Filha caçula do ventríloquo, cantor e compositor Baptista Júnior e irmã da também cantora Linda Batista. Começou a conhecer música com sua mãe, Emília Grandino de Oliveira, conhecida como D. Neném, que cantava para ela as músicas da época. Seus pais mudaram para o Rio de Janeiro antes de suas filhas (...)

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Dados Artísticos

Começou a se apresentar em público em 1928, com apenas seis anos de idade, em São Paulo, após ser ouvida por Jayme Redondo e Raul Roulien, que se encantaram com sua voz e a incluíram em número musical no Teatro Santana. No mesmo ano, participou de um festival no Cine Boulevar, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro e de um show em homenagem a Iolanda Pereira, primeira (...)

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Discografia

  • (1996) Noutros tempos...éramos nós: Dircinha, Linda Batista, Sílvio Caldas e Orlando Silva • Revivendo • LP
  • (1989) Dircinha Batista - Ídolos do Rádio, Vol. XI • Collector's • LP
  • (1973) Linda e Dircinha Batista - Série Grandes Intérpretes da MPB • RCA Camden • LP
  • (1964) Na hora que você precisou/A índia vai ter neném • Mocambo • 78
  • (1964) Saudade da saudade/O Rio será sempre o Rio • Belacap • 78
  • (1964) Só você não vê/Chegou saudade • Carroussel • 78
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB - A História de nossa música popular de sua origem até hoje. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da Música Popular. Edição do autor. Rio de Janeiro, 1965.
  • EPAMINONDAS, Antônio. Brasil brasileirinho. Editora: MEC/FUNARTE. Rio de Janeiro, 1982.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume 1. Editora: 34. São Paulo, 1997.
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Crítica

Dircinha Batista marcou época no Brasil. E por várias razões. A começar pelo fato raríssimo de ter iniciado a carreira estrelando um quadro musical no filme “Alô, alô, carnaval” (1935). Aos 13 anos e com pernas de fora.

Depois de ter sido a voz mais bela do país, segundo o ácido e exigente Ary Barroso, nas décadas (...)

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