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Darcy de Paulo


1953 Rio de Janeiro, RJ
30/6/2000 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

No início da década de 1970, participou do MAU (Movimento Artístico Universitário) que reuniu nomes como Ivan Lins, Sidney Matos, Aldir Blanc, César Costa Filho, Gonzaguinha, Marco Aurélio, Cláudio Cartier, Paulo Emílio, entre outros. Atuou em shows e em discos de diversos artistas como Emílio Santiago, Jorge Benjor, Maria Creuza, Wando, Sílvio César, Tom e Dito, Antonio Carlos e Jocafi, Ivan Lins e Gonzaguinha.

No ano de 1983 sua composição "Eterno diálogo", em parceria com Márcio Proença e Marco Aurélio, foi interpretada por Zé Luiz Mazziotti no disco "Mostra Seis e Meia Lubrax", gravado ao vivo na Sala Cecília Meirelles.

Em 1985, lançou o disco instrumental "Na memória". O disco contou com a participação do trombonista Sylvio Barbosa e do grupo vocal Arco-Íris (Nélson Wellington, Ophédio Walvy e Fernando Veloso), além da participação de Victor Neto, Fred da Costa, João Cortez e Nílson Matta. Neste mesmo ano, foi premiado com o Troféu Chiquinha Gonzaga pela Apid (Associação dos Produtores Independentes de Discos e Fitas) por seu LP "Na memória".

Em 1995, o grupo Fundo de Quintal no disco "Palco iluminado", gravado ao vivo, interpretou de sua autoria "Juras", em parceria com Noca da Portela e Toninho Nascimento.

No ano de 1996, participou do disco "Aldir Blanc - 50 anos", tocando teclados na faixa "Retrato cantado" (Márcio Proença e Aldir Blanc).

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