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Darci Lopes

Darci Lopes
[Circa 1950] Rio Grande do Sul

Dados Artísticos

No final da década de 1970, foi um dos fundadores do grupo vocal e intrumental Os Filhos do Rio Grande, do qual se tornou o principal compositor. Em 1979, sua vanera "No balanço da Vanera", com Vivaldino da Silva, foi incluída na coletânea "Xotes em desfile - Vo.l 2" lançado pela Rosicler/Chantecler com a participação de diversos artistas gaúchos, entre os quais o grupo Os Filhos do Rio Grande. Em 1980, no LP "Pra ninguém botar defeito - Vol. 2", lançado pelos Filhos do Rio Grande, pela gravadora Chantecler, teve incluídas as composições "Pra ninguém botar defeito", "Barquinho no mar", "O Bugio na Discoteque", "Deus é o Rio Grande", e "Promessa é dívida", todas de sua autoria solo, além de "Vanerinha do Adeus", com Carlos de Souza, "Pecado gostoso", com José Agostinho de Sá, e "Moça pura", com Vivaldino da Silva. Em 1985, no LP "Xote do caminhoneiro", que o grupo Filho dos Rio Grande lançou, pela gravadora Continental, estiveram presentes suas composições "Xote do caminhoneiro", "Para amar não tem distância", "Tacho velho", "Meu canto diz o que sou", e " Vanerinha do casamento", além de "Gaitero roncador", "Filho do Rio Grande", "Nunca é cedo para amar", e "Gaitero decidido", parcerias com José Agostinho, e "Pra cá de Lajes" e "Terra gaúcha", com Carlos de Souza. Em 1986, nos três LPs que o grupo lançou, teve incluídas as músicas "Bota seca", "Trança de China", "Dançando em Nova Veneza", "Quero ganhar dinheiro", "Vire o disco e toque a mesma", e "Cantando minha saudade", com José Agostinho de Sá", "Lua de mel em Ponta Grossa", "Bugio gostoso", "Homem da roça", "Namoro complicado", "Bicho mulher" e "Eu te amo menina", todas composiçoes solo, além de "Sempre contigo", com Vivaldino da Silva, e "No Rio Grande é assim" e "Chinoquinha de tranças", com Carlos de Souza. Compositor de forte sotaque regional do sul, compôs xotes, vaneras, fandangos e outros ritmos do Rio Grande do Sul. Em 1988, teve incluídas no LP "Xote do amor", que os Filhos do Rio Grande lançaram pela

Continental/Musicolor, as músicas "Xote do amor", "O bugio e a moça", "Tô cheio de amor pra dar", "Meu amigo caminhoneiro", "Canção do piazito" e "Moço triste", todas solo, e "Eu quero xote", "Amarga lembrança" e "Não se meta", com José Agostinho de Sá, além de "Namoro no canto", "Longe do rancho", e "Vendendo meu disco", com Carlos de Souza. Em 1989, o grupo Filhos do Rio Grande transferiu-se para a Chantecler e lançou o LP "Isto é povão tchê", disco no qual foram incluídos os seguintes xotes e fandangos de sua autoria: "Amazonia não"; "Rio Grande de Deus"; "Chimarreando só"; "Chinoca"; "O guitarreiro", e "Chimarrão do amo", e "Bugio de estimação", "Fuxico de velha", e "Coisa boa", com Carlos de Souza, e "Índia morena", "Bota seca" e "Minha gaita", com José Agostinho de Sá. Com mais de 25 anos de carreira já teve mais de 50 composições gravadas.

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