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Danilo Caymmi

Danilo Candido Tostes Caymmi
7/3/1948 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Estreou profissionalmente em 1964, como flautista, na gravação do disco "Caymmi visita Tom".

Em 1967, teve seu trabalho de compositor registrado pela primeira vez, com a gravação de "De brincadeira" (c/ Edmundo Souto) por Mário Castro Neves.

Em 1968, participou do II Festival Internacional da Canção Popular com "Andança" (c/ Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), classificada em 3º lugar na interpretação de Beth Carvalho e o grupo Golden Boys.

No ano seguinte, venceu o Festival de Juiz de Fora (MG) com sua canção "Casaco marrom" (c/ Renato Corrêa e Gutemberg Guarabyra), defendida por Evinha.

A partir de 1973 começou a atuar como músico em shows e gravações de Edu Lobo. Ainda nesse ano, lançou, com Beto Guedes, Novelli e Toninho Horta, o LP "Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli e Toninho Horta", com as faixas "Ponta negra" (c/ João Carlos Pádua) e "Serra do mar" (c/ Ronaldo Bastos).

Atuou como instrumentista em shows e gravações de Chico Buarque, Simone, Gonzaguinha, Dori Caymmi, Nana Caymmi, Dorival Caymmi,Tom Jobim e Milton Nascimento, entre outros.

Em 1977, gravou "Cheiro verde", seu primeiro disco solo, registrando músicas de sua autoria como "Mineiro" e "Codajás", ambas com Ronaldo Bastos, "Botina" (c/ Nelson Angelo), "Juliana" e a faixa título, ambas com Ana Terra, entre outras.

A partir de 1983, passou a integrar a Banda Nova de Tom Jobim, tendo atuado com o compositor em gravações e shows, no Brasil e no exterior, durante 10 anos.

Algumas de suas canções fizeram parte de trilhas sonoras de novelas e minisséries da TV Globo, como "Riacho doce", "Teresa Batista", "Corpo e alma" e "Mulheres de areia", entre outras.

Em 1986, participou, ao lado de Dori, Nana e Dorival Caymmi, do LP "Caymmi's grandes amigos".

No ano seguinte, voltou a realizar um trabalho com sua família, dividindo o palco com seu pai e seus irmãos em show registrado no LP "Família Caymmi: Dori, Nana, Danilo e Dorival Caymmi ao vivo".

Na década de 1990, iniciou sua carreira solo de cantor. Lançou, em 1992, o CD "Danilo Caymmi", contendo canções de sua autoria (à exceção de "Esse amor", de Roger Henri e Dudu Falcão), com destaque para "O bem e o mal" (c/ Dudu Falcão) e "Vamos falar de Teresa" (c/ Dorival Caymmi), entre outras. Ainda nesse ano, participou, ao lado de Dori, Nana e Dorival Caymmi, do Festival de Montreux (Suíça). O show foi lançado no CD "Família Caymmi em Montreux".

Em 1994, gravou o CD "Danilo Caymmi", registrando composições próprias como "Até o fim" e "Preciso te esquecer", ambas com Dudu Falcão, e de outros compositores, destacando-se "Ziguezagueou" (Cláudio Cartier e Marco Aurélio).

No ano seguinte, lançou o CD "Sol moreno", contendo igualmente canções de sua autoria, como "Pecado brasileiro" (c/ Dudu Falcão), e de outros compositores, como os clássicos de Dorival Caymmi, "É doce morrer no mar" e "Marina".

Em 1997, gravou o CD "Mistura brasileira", registrando músicas de outros compositores, como "Você é linda" (Caetano Veloso) e "Flor de lis" (Djavan), entre outras, além de suas premiadas canções "Andança" (c/ Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) e "Casaco marrom" (c/ Renato Corrêa e Gutemberg Guarabyra).

Lançou, no ano seguinte, o CD "Eu, você, nós dois", com arranjos e produção musical de Roberto Menescal, com destaque para "Fotografia" (Tom Jobim), "Quando chegares" (Carlos Lyra), "Revolução" (Roberto Menescal e Paulo César Feital) e "Da cor do pecado" (Bororó), entre outras, além de duas canções de sua autoria, "Mal pioneiro" e "Caminhos da paixão", ambas em parceria com Dudu Falcão.

Em 2001, participou, ao lado de Roberto Menescal, Marcos Valle e Wanda Sá, do Fare Festival, realizado em Pavia (Itália) pela Società dell’Academia, em colaboração com a prefeitura da cidade. Nesse mesmo ano, lançou o CD "Trilhas", contendo regravações de temas de novelas, além da faixa-título, música inédita de Roberto Menescal e Paulinho Tapajós. Realizou show de lançamento do disco no Teatro Rival (RJ).

No ano seguinte, apresentou-se, ao lado de Roberto Menescal e Wanda Sá, em Estocolmo (Suécia), Helsinki (Finlândia) e Moscou (Rússia).

Ainda em 2002, finalizou o CD autoral "O patriota", gravado com Manu Lafer, seu parceiro em todas as 13 canções do disco.

Em 2004, em comemoração ao 90º aniversário do pai, lançou, com os irmãos Nana e Dori, o CD "Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo", contendo exclusivamente canções de Dorival Caymmi: "Acontece que eu sou baiano", "Severo do pão/O samba da minha terra", "Vatapá", "Você já foi à Bahia?", "Requebre que eu dou um doce/Um vestido de bolero", "Lá vem a baiana", "A vizinha do lado/Eu cheguei lá", "O que é que a baiana tem?", "Dois de fevereiro/Trezentos e sessenta e cinco igrejas", "Saudade da Bahia", "O dengo que a nega tem", "São Salvador", "Eu não tenho onde morar/Maracangalha" e "Milagre". Os arranjos do disco foram assinados por Dori Caymmi. Nesse mesmo ano, lançou, com Manu Lafer, o CD “O patriota”, contendo as faixas “Ou mal me quer”, “Cândido”, “Zepelim”, “É melhor”, “Moira ou Lorena”, “Você e meu violão”, “Aparências”, “Isto”, “Insônia”, “Mangarataia” e a canção-título, todas parcerias de ambos, “Tangorel” (c/ Manu Lafer e Henrique Ephim Mindlin) e “Pedir pra voltar” (c/ Manu Lafer e Dori Caymmi), essa última com a participação vocal de Nana Caymmi.

Em 2005, lançou, ao lado de Nana Caymmi, Dori Caymmi, Paulo Jobim e Daniel Jobim, o CD "Falando de amor", sobre a obra de Tom Jobim. Os músicos Jorge Hélder (baixo) e Paulinho Braga (bateria) participaram das gravações. Nesse mesmo ano, apresentou-se na Casa de Cultura da Estácio (RJ), com o show "Quem não gosta de samba?".

Constam da relação dos intérpretes de suas canções artistas como Nana Caymmi, Beth Carvalho, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Tom Jobim, Dominguinhos, Joyce, Luiz Eça, Evinha, Simone Guimarães, Milton Nascimento, Boca Livre, Cláudia, MPB-4, Walter Wanderley, Alaíde Costa e Fagner, entre vários outros.

Lançou, em 2011, o CD “Alvear”, com suas canções “Retirança”, “Muito chão” e “Assunto de saudade”, todas com Paulo César Pinheiro, “Arabesco” e “Presente”, ambas com Alice Caymmi, “Okê Arô” e “Um air embaumé”, ambas com Arthur Verocai, “Canção do amor rasgado” e “Flor do caos”, ambas com Geraldo Carneiro, “Painel” (c/ Alice Caymmi e Paulo César Pinheiro), “Branca” (c/ João Carlos Pádua), “A vida vai mudar” (c/ Dudu Falcão) e a faixa-título (c/ Ronaldo Bastos). O disco contou com a participação de Alberto Continentino (baixo acústico e baixo elétrico), Zé Luiz Maia (baixo elétrico e baixo acústico), Itamar Assiere (fender rhodes e teclado), Flávio Mendes (violão de nylon, violão de aço, guitarra, órgão, fender rhodes e piano), Carlos Pontual (guitarra e slide guitar), Ricardo Costa (bateria), Paulo Guimarães (flauta) e Alice Caymmi (vocais), além da participação especial de Nana Caymmi na faixa “Retirança”. Nesse mesmo ano, participou do programa “Agora no ar!” (Rádio Roquette Pinto FM), realizado em homenagem à sua trajetória artística, produzido e apresentado por Ricardo Cravo Albin.

Em 2012, foi homenageado pelo programa "Agora no ar!" (Rádio Roquette Pinto FM), apresentado por Ricardo Cravo Albin. Nesse mesmo ano, apresentou-se na Academia Brasileira de Letras (RJ), no show “Os Caymmi visitam Jorge Amado”, em homenagem ao centenário do escritor baiano, dividindo o palco com Stella Caymmi (voz) e Flavio Mendes (violão). O espetáculo, produzido pelo Instituto Cultural Cravo Albin, contou com apresentação de Ricardo Cravo Albin. No repertório da primeira parte do show, as seguintes parcerias de Dorival Caymmi com Jorge Amado: “É doce morrer no mar”, “Retirantes”, “Cantiga de cego”, “Canto de obá”, “Modinha para Tereza Batista” e “Beijos da noite”, esta última tendo ainda Carlos Lacerda como co-autor, além de “Canção da campanha de Prestes”, apresentada em gravação caseira da voz da escritora Zélia Gattai, esposa de Jorge Amado. Na segunda parte do show, foram apresentadas suas canções: “Vamos falar de Tereza” (c/ Dorival Caymmi) e “Caminhos do mar” (c/ Dudu Falcão e Dorival Caymmi), além de “Modinha de Gabriela”, “Horas” e “Acontece que eu sou baiano”, todas de Dorival Caymmi, “Alegre menina” (Dori Caymmi e Jorge Amado), e “Tema de amor para Gabriela” (Tom Jobim).

Celebrando a obra do pai, lançou, em 2013, com os irmãos Nana e Dori, o CD “Caymmi”, com as seguintes faixas: “Quando eu durmo/Balaio grande (c/ Osvaldo Santiago)”, “História pro Sinhozinho”, “Modinha para Tereza Batista/Vamos falar de Tereza”, “Sereia/Rainha do mar”, “Caminhos do mar”, “Dona Chica (Francisca Santos das Flores)”, “Retirantes”, “Araçá”, “Itapoã”, “Cantiga de cego” (c/ Jorge Amado), “Fiz uma viagem”, “Roda pião”, “A Mãe D'Água e a menina”. Em 2015, lançou o disco “Don Don”, em parceria com Domenico Lancellotti e Bruno di Lullo, que participaram do disco e o produziram. O título deve-se à faixa homônima, composição inédita de Dorival Caymmi e Assis Chateaubriand. Lançado em plataforma digital, pelo SoundCloud, o disco trouxe 12 faixas, todas regravações de composições de Dorival: “Lá vem a baiana”, “Dora”, “Das rosas”, “A vizinha do lado”, “”Nem eu”, “O que que a baiana tem?”, “Nunca mais”, “Só louco”, “Requebre que eu dou um doce”, “Canção da noiva”, “Vatapá”.  O CD foi incluído na lista dos melhores do ano criada pelo jornalista Mauro Ferreira, do jornal O dia.  Em 2016 apresentou-se no Espaço Cultural BNDES, no centro da cidade do Rio de Janeiro, no espetáculo “MPB: A Alma do Brasil” produzido pelo Instituto Cultural Cravo Albin, com direção e roteiro de Ricardo Cravo Albin. Sendo Marcio Gomes o produtor. Com a idéia de apresentar a música brasileira para os estrangeiros que estavam na cidade por conta dos Jogos Olímpicos, o espetáculo reuniu Fernanda Montenegro, Zélia Duncan, Mart’nália e João Bosco, entre outros intérpretes. Em 2017, resolveu homenagear o amigo e ídolo, Tom Jobim, com álbum dedicado ao maestro. Tom Jobim faria 90 anos em 2017. Este, teria sido um álbum-homenagem ao aniversário de Jobim. Nas palavras de Danilo Caymmi: “Não sabia que eu era cantor até 1983 quando entrei para fazer parte da Banda Nova de Tom, a convite de seu filho Paulo. Show em Viena com orquestra. Durante um dos ensaios Tom pediu que eu cantasse duas de suas músicas. Neste momento descobri em mim o cantor que eu mesmo desconhecia! O maestro sabia tudo! Esse trabalho é dedicado a esse ser humano maravilhoso único e toda a sua família. Aqui está o melhor de mim.”' Ao completar 70 anos, resolveu reeditar o histórico show de Vinicius e seu pai, Dorival Caymmi, na boate Zum Zum, ao lado do Grupo vocal Quarteto em Cy.   

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