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Daniel Taubkin



Dados Artísticos

Iniciou a carreira profissional em 1985, em shows ao lado de Dori Caymmi, e que contaram com a participação de Danilo Caymmi e Guilherme Vergueiro.

Lançou, em 1998, o CD "Brazsil" nos Estados Unidos, Canadá e em mais de dez países europeus. Dois anos depois, o disco foi lançado no Brasil. No repertório, suas composições “Swing dos pássaros”, “Chuva de manga" e “Curva de rio”, todas com Herbert Spencer Carranca, “Brilho” e “Girassol”, ambas com José Wilson Lopes, “Lírio (Uma Pequena Suíte Cabocla)” (c/ Regina Porto), “Soma” (c/ Amadeu Thiago de Mello), “Aipoké” (c/ Gracco e Ritah Netylore), “João” (c/ Ritah Netylore), “Mein Liebe” (c/ Gracco), “Velhos camaradas” (sobre poema de Mário Quintana), “Grande Othelo”, “Aurora de verão”, “Valsa para ninar Tereza” e “Cristalino”. O disco contou com a participação de mais de 70 músicos, entre os quais Dori Caymmi, Danilo Caymmi, Nailor Proveta, Sizão Machado, Toninho Carrasqueira, Benjamim Taubkin, Lelo Nazário, Rodolfo Stroeter, Bocato e Heraldo do Monte, e com a participação especial do poeta Thiago de Mello (declamação na faixa “Lírio (Uma Pequena Suíte Cabocla)”) e de Egberto Gismonti e Orquestra Damla D’Ormac (na faixa “Aipoké”). O disco figurou em listas norte-americanas e europeias dos 10 Melhores do Ano.

Fez vários shows, entre 1999 e 2003, no Supremo Musical (SP).

Em 2000, apresentou, no Teatro Crowne Plaza (SP), o show “Daniel Taubkin Con-vida”.

No ano seguinte, fez temporada no Teatro Sesc Pompeia e em outros espaços do Sesc no interior de São Paulo. Também em 2001, participou do CD “Kizumba-Mass”, de Gracco, na faixa “Tijolo baiano”, de autoria dele.

Lançou, em 2002, o CD "A Picture of Your Life", co-produzido pelo norte-americano Roy Cicala. No repertório, sua composições "Gold Miners”, "What Do You Long to Be?", "Pelvis (Whispering Blown)”, "Do You Love Dogs?" e "Street Angels", todas em parceria com Gracco, "Father (There is folly tonight)”, "Dancing On The Highway", "Relief" e "Tarzan - The Johnny Weissmüller Story", todas com Tomas Marsh, "An Indian Tale (Aracy)” (c/ Ritah Netylore e Gracco),  "The Mist" (c/ Ritah Netylore), “Uandiuandi" (c/ Emerson Villani e James Müller), “Soviet Line (All On Line)” e “Life", além da faixa-título. Produzido por Roy Cicala, e gravado e mixado em São Paulo e em Nashville (Tennessee, EUA), entre 1991 e 1993, o disco foi lançado também nos Estados Unidos e no Canadá, e figurou entre os 10 Melhores CDs do Ano em duas listas norte-americanas e uma canadense. Ainda em 2002, gravou para a TV Cultura o programa “Ensaio – Daniel Taubkin”, dirigido por Fernando Faro, apresentando-se ao lado de uma banda formada por 22 músicos.

Em 2004, lançou o CD "Uma beleza estranha", contendo suas composições "Pote de ouro" (c/ Ciro Pessoa), "O navio" (c/ José Wilson Lopes), "As cores" (c/ Fernando Marinho Falcão), "As dádivas do amante" (sobre poema de Carlos Pena Filho) e "Caprichos" (sobre poemas de Fagundes Varela e Castro Alves), além de "Disse alguém" (Fernando Marinho Falcão) e das seguinte obras de Arrigo Barnabé: "Todo coração" e "Cidade oculta", ambas com Eduardo Gudin e Roberto Riberti, "Sky of my blues" (c/ Hermelino Neder e Carlos Rennó), "Sinhazinha em chamas", "Londrina", "Luar", "Astronauta perdido" e "Fim (Lástima)". O disco contou com a participação de Benjamim Taubkin e do próprio Arrigo Barnabé, ao piano, Teco Cardoso (flautas na faixa "Pote de ouro") e Rodolfo Stroeter (baixo na faixa "Disse alguém"). No exterior, foi considerado “Disco do Ano” pelos críticos Matrin Pawley, na Espanha, e Daniella Thompson, nos Estados Unidos. No Brasil, figurou em listas dos 10 Melhores Discos do Ano, entre as quais a da “Folha-Uol”.  Nesse mesmo ano, fez shows no Teatro Tuca (SP).

Em 2005, fez shows de lançamento do CD “Uma beleza estranha” no Rio de Janeiro.

Em 2005 e 2006, apresentou-se pelo circuito Sesc (capital e cidades do interior de São Paulo) e fez shows em Campinas, ao lado de Arrigo Barnabé.

Em 2006, fez um concerto no Memorial da América Latina ao lado da Orquestra Tom Jobim, sob regência do maestro Roberto Sion, que dividiu os arranjos com o Maestro Branco.

Lançou, em 2007, o CD “Cinema de rua”, com suas canções “Roda pião” (c/ Fernando Falcão), “O berço” (c/ Emerson Villani e Márcia Albuquerque), “O trem” (c/ Emerson Villani), “Anos luz” (c/ Ciro Pessoa), “Requintal (Hoje é meu dia)” (c/ Carlos Barmack e Roger Lima), “Passageiro (Fix)”, “Só um”, “Pescador”, “Cigana da estrada”, “Tempo de Cássia” e “Cinema de rua (Os olhos de Luanda)”. O disco foi considerado pelo escritor e pesquisador norte-americano James Gavin como um dos melhores lançamentos brasileiros do ano. Fez shows de lançamento do CD em espaços de São Paulo.

Em 2009, lançou o CD “Sertão Negro”, contendo suas composições “Passa essa bola!” e “Folia”, ambas com Luísa Maita, “Mamãeeuquero” (c/ Fernando Marinho Falcão), “Das cores de Rosa” (c/ Clarty Galvão), “Canta bonito” (c/ José Wilson Lopes), “Caprichos” (sobre poemas de Castro Alves e Fagundes Varela), “Valsa para ninar Teresa”, “To Sarah”, “Altos & Baixos”, “Sambinha pro Tom” e a faixa-título, além de “Tem mais samba” (Chico Buarque), “O dengo que a nega tem” (Dorival Caymmi), “Tico-tico no fubá” (Zequinha de Abreu) e “Sometimes I Feel Like A Motherless Child” (domínio público). O disco recebeu elogios da crítica especializada, tendo sido considerado “Disco do Ano” por Juarez Fonseca e Bruno Ribeiro. Fez shows de lançamento do CD em espaços de São Paulo. Nesse mesmo ano, apresentou-se, com casa lotada, no Public Theater de Nova York.

Em 2010, fez um concerto no Montreux Jazz Festival, na Suíça.

É um dos fundadores do movimento de conscientização preservacionista "Pantanal Alerta Brasil".

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