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Daniel Magalhães

Daniel Magalhães
Circa 1935 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

De estilo romântico, teve obras gravadas na década de 1960. Destacou-se como autor de boleros e seu principal parceiro foi Cid Magalhães. Em 1960, teve sua primeira composição gravada, a balada "Violão imortal", com Alfredo Godinho, lançada por José Lopes, no LP "Oração de amor", da Chantecler. Em 1961, Leila Silva, no LP "Quando canta Leila Silva", da Chantecler, registrou o bolero "Altares profanados", com Cid Magalhães; Edith Veiga, no LP "Faz-me rir e...outros sucessos", gravou o bolero "Certeza", com Cid Magalhães; Mário Augusto lançou a balada "Gosto de você", com Antônio Bruno, no LP "Conflitos emocionais", da Copacabana; Wilson Miranda gravou o bolero "Quem fala mente", com Cid Magalhães, no LP "Teu amor é minha vida", da Chantecler, e Élcio Alvarez, no LP "Violinos flutuantes - Vol. 2 - Èlcio Alvarez e sua orquestra", da Chantecler, registrou "Se você for meu par", com Cid Magalhães. Em 1962, teve o bolero "Calendário", com Cid Magalhães, gravado por José Lopes, no LP "Conselho - Ouça José Lopes", da Chantecler. No mesmo ano, Francisco Petrônio, no LP "Cantando no ponto", da Copacabana, gravou os boleros "Segredo" e "Ilusão de amor", com Cid Magalhães.  O bolero "Segredo", com Cid Magalhães, também foi incluído em 1961 no LP "Orquestra mista de boleros", da Musicolor/Continental. Em 1963, teve seis composições gravadas: os boleros "Calendário", com Cid Magalhães, lançado por José Lopes, e incluído na coletânea "Eles e seus sucessos", da Chantecler; "Hei de ser a esperança em tua vida", "Falsos amores" e "Quando tu me disseste adeus", todas com Cid Magalhães, lançadas por Orlando Dias, no LP "O inimitável", da Odeon; "Prece ao luar", com Olegário Mazzer, registrado por Zenaide Xavier, em LP da Continental, e "Todos precisam de todos", com José Francisco Dias, foi registrado por Francisco Petrônio, no LP "Romance", da Continental. Em 1964, a cantora Giane gravou a balada "Minha alegria, minha tristeza", parceria com Cid Magalhães, para o LP "Esta é Giane a voz doçura", pela Chantecler. No mesmo ano, o cantor mexicano Bienvenido Granda gravou o bolero "Segredo", com Cid Magalhães, em versão de Johnny Quirós, para o LP "Palabra de cariño", da RGE. Em 1965, o bolero "Calendário", com Cid Magalhães, recebeu nova versão de José Lopes, desta vez para o LP "Calendário do amor", da Chantecler. Em 1968, a canção "Quem me dera morena", com Cid Magalhães, foi gravada pelo cantor Marcelo Costa, no LP "Canção de toda gente", pela Odeon. Seu maior sucesso foi o bolero "Segredo", com Cid Magalhães que ainda ganhou mais duas versões na década de 1970: a de Francisco Petrônio em 1977, em LP da Continental, e a de Miltinho, para o LP "Miltinho em tempo de bolero", do selo Arlequim.

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