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Cristiano Menezes

Cristiano Ottoni de Menezes
9/9/1948 Rio de Janeiro, RJ
1/9/2016 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Poeta. Letrista. Radialista. Jornalista. Programador e locutor. Produtor de shows. Criado no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Estudou nos colégios, São Bento, José Bonifácio e Santo Inácio. Cursou durante dois anos a Faculdade de Direito Cândido Mendes. Como ator trabalhou na peça "A Dança da Lebre Celeste", de Mossa Ossa, direção de Mossa Ossa, no Teatro Ipanema, Rio de Janeiro e Teatro Oficina, em São Paulo. Posteriormente, passou a trabalhar em rádio, jornal e televisão. Como radialista e produtor trabalhou, na década de 1970, na Rádio Roquette Pinto (Rio de Janeiro) criando e apresentando o programa "Panos e Molambos", voltado para a revelação de novos talentos na música, poesia, teatro e cinema.  Mudou-se para Brasília, onde foi repórter da TV Tupi, Correio Braziliense, apresentador da TV Brasília, além de produtor e programador musical da Rádio Nacional FM. Com o passar dos anos, trabalhou em diversas emissoras de rádio, destacando-se, Globo FM; Jornal do Brasil AM e FM; Del Rey FM e Rádio Nacional, no Rio de Janeiro; Rádio Nacional FM e Cultura FM, de Brasília; Rádio Nacional da Amazônia. Dirigiu a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, quando exerceu, durante três anos e meio, o cargo de Chefe do Escritório Regional da Radiobras – RJ. Posteriormente, com a extinção da Radiobras e criação da Empresa Brasil de Comunicação, assumiu o cargo de Gerente Regional das emissoras EBC no Rio de Janeiro, passando a ter em sua área de gestão, durante seis anos, tanto a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, quanto as emissoras, MEC AM e MEC FM. Atuou em dezenas de recitais de poesia, tanto em saraus, como em espetáculos teatrais, teve poemas publicados em suplementos literários, na antologia "República dos Poetas" (Editora Museu da República - 2005). Em 2014 lançou o livro de poesias intitulado "Guardanapos" (Editora 7Letras), com prefácio do poeta Xico Chaves, do qual destaca-se o seguinte trecho:   "Sua poesia é urbana, cosmopolita, se identifica com todo personagem que frequenta a boemia, trabalha no dia seguinte ou no mesmo dia, toma o metrô, o bonde de Santa Tereza, vai ao Maracanã, se dedica aos filhos e some num bloco de carnaval transbordado na folia".

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