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Cris Delanno

Cristiane Silva de Britto
18/9/1969 Texas, EUA

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira artística atuando como cantora em casas noturnas, bailes, gravação de jingles para campanhas publicitárias e como vocalista de vários artistas.

Sua primeira gravação em estúdio foi como intérprete convidada no CD "Ditos e feitos", de Roberto Menescal.

Mais tarde, atuou em outras gravações, como no CD "50 anos", de Aldir Blanc.

Em 1993, participou do Projeto Aquarius, apresentando-se no espetáculo "Cem anos de Copacabana", ao lado da Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky.

De 1993 a 1995, morando nos Estados Unidos, foi convidada a integrar, como solista, o African American Unity, sendo a única branca a participar de um coral tipicamente negro de música gospel nesse país.

Em 1995, gravou seu primeiro disco, "Cris em Tom maior", exclusivamente com músicas de Tom Jobim. O CD, produzido por Roberto Menescal, foi lançado no mercado japonês pela gravadora Zico Label.

Em 1999, participou dos espetáculos "Diz que fui por aí" (Centro Cultural Banco do Brasil) e "Nara, uma senhora opinião" (Teatro Ginástico e Teatro de Arena), concebidos e dirigidos por Solange Kafuri. "Nara, uma senhora opinião" foi registrado em CD patrocinado pela Unimed. Ainda nesse ano, participou, com mais de 1.300 cantores, do Prêmio Visa-MPB, organizado pela Rádio Eldorado, de São Paulo, tendo sido considerada uma das três melhores vozes da atualidade pelo júri presidido pelo maestro Nelson Ayres e integrado por Paulinho Nogueira, Mauro Dias, Tárik de Souza, Lena Frias e Ricardo Cravo Albin. Também em 1999, publicou o CD-book "Mais que nunca é preciso cantar", sobre técnica vocal para o canto popular. Com a primeira edição esgotada, o livro foi relançado, no ano seguinte, em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Nova York, contando, nessa segunda edição, com entrevistas exclusivas de Gilberto Gil, Leila Pinheiro, João Máximo, Altay Veloso e Ricardo Cravo Albin, entre outros.

Em 2000, lançou no mercado brasileiro os CDs "Grandes canções: clássicos do cinema", nos quais interpreta clássicos do cinema norte-americano, "Cris em Tom maior" e "Nara: uma senhora opinião". Ainda nesse ano, participou do projeto"Novo canto", dividindo o palco com Roberto Menescal.

Em 2001, gravou o CD "Filha da pátria", contendo as canções "Brasil de Oliveira da Silva do Samba" (Paulo César Feital e Altay Veloso), "Minha missão" (Paulo César Pinheiro e João Nogueira), "It's a long way" (Caetano Veloso), "Ânima" (Zé Renato e Milton Nascimento), "Encontro marcado" (Paulo César Feital e Altay Veloso), "Camisa amarela" (Ary Barroso), "Cigana" (Nonô e Paulo Roberto), "Yes, Zé Manés" (Aldir Blanc e Guinga), "O melhor da música brasileira" (Fred Martins e Suely Mesquita), "Lei da gravidade" (Fred Martins e Marcelo Diniz) e "Fantasia" (Chico Buarque). Nesse mesmo ano, apresentou-se no Garden Hall (RJ), em show de lançamento do disco.

Em 2002, lançou o CD "Caminhos cruzados - Cris Delano canta Newton Mendonça", interpretando exclusivamente obras do compositor. O disco, produzido por Marcelo Câmara, contou com arranjos e direção artística de Roberto Menescal.

Em 2003, lançou, com Roberto Menescal, o CD "Eu e Cris". Fez show de lançamento do disco no Mistura Fina (RJ).

Lançou, em 2006, o CD "Cris Delanno", contendo as canções "Canoeiro (Pescaria)" (Dorival Caymmi), "Just the Two of Us" (Ralph Macdonald, Willian Satter e Bill Withers), "Bem longe" (Marcos Valle e Gabriel O Pensador), "Me liga" (Herbert Vianna), "Consolação" (Baden Powell e Vinicius de Moraes), "Crazy Little Thing Called Love" (Freddie Mercury), "Previsão" (Bossacucanova e Adriana Calcanhoto), "Gaiolas abertas" (João Donato e Martinho da Vila), "Receita de samba" (Joyce e Paulo César Pinheiro), "O Brasil precisa balançar" (Roberto Menescal e Paulo César Pinheiro), "We've Only Just Begun" (Paul Williams e Roger Nichola), "O ronco da cuíca" (João Bosco e Aldir Blanc). O disco foi produzido por Alex Moreira.

Em 2008, participou, ao lado do Bossacucanova, do espetáculo "Bossa nova 50 anos", realizado na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Também no elenco, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Oscar Castro Neves, Wanda Sá, Leila Pinheiro, Emílio Santiago, Zimbo Trio, Leny Andrade, Maria Rita, Fernanda Takai, João Donato, Marcos Valle e Patrícia Alvi. O show, em comemoração aos 50 anos da bossa nova, e também celebrando o aniversário da cidade do Rio de Janeiro, teve concepção e direção de Solange Kafuri, direção musical de Roberto Menescal e Oscar Castro Neves, pesquisa e textos de Heloisa Tapajós, e apresentação de Miele e Thalma de Freitas.

Em 2011, participou do “Agora no ar” (Rádio Roquete Pinto), programa de auditório roteirizado e conduzido por Ricardo Cravo Albin, dividindo o palco com Roberto Menescal e cantando, além de músicas do violonista, algumas canções inéditas de sua autoria.

É membro da Sociedade Brasileira de Laringologia e Voz e do National Association of Teachers of Singing (EUA).

Em 2012, dividiu o palco do Teatro Teatro R. Magalhães Jr. da Academia Brasileira de Letras (RJ) com Roberto Menescal, pela série “MPB na ABL”, com o show “Um banquinho, um violão e uma franjinha”, em homenagem a Nara Leão que nesse ano completaria seu 70º aniversário. O espetáculo, apresentado por Ricardo Cravo Albin, contou ainda com a participação de Adriano Giffoni (contrabaixo) e João Cortez (bateria). No repertório, canções emblemáticas da carreira da cantora: “O barquinho”/“Você”, ambas de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, “Primavera” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), “Diz que fui por aí” (Zé Kéti e Hortêncio Rocha), “O Morro não tem vez” (Zé Kéti), “Feio não é bonito” (Carlos Lyra e Gianfrancesco Guarnieri), “Missa agrária”/”Carcará” (João do Valle), “Opinião” (Zé Kéti), “João e Maria” (Sivuca e Chico Buarque), “Nara”(Roberto Menescal e Joyce), “A banda” (Chico Buarque) e “Nasci para bailar” (João Donato).

Em 2013, apresentou-se no espaço “Vizta”, pelo projeto “Bossa, jazz e muito mais”, acompanhada do trio Power Samba Jazz, formado por Adriano Souza (piano), Guto Wirtti (baixo) e Ronaldo Silva (bateria).

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