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Cláudio Jorge

Cláudio Jorge de Barros
3/10/1949 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Em 1972, classificou no "II Festival Universitário da Gama Filho" as músicas "É isso aí!" (c/ Ricardo Neves e Ivan Wrigg), interpretada por Fabíola, e "Pau-Brasil", dos mesmos autores. No ano de 1975 conheceu Cartola, apresentado por João Nogueira, na época com o show "Vem quem tem,vem quem não tem", no Teatro Casa Grande. Neste mesmo ano, João Nogueira no LP "Vem quem tem", gravou "Chorando pelos dedos", "Samba da bandola" e "Pra fugir nunca mais", as três em parcerias de ambos. Em 1977, compôs com Cartola a valsa "Fundo de quintal", que anos mais tarde foi letrada por Hermínio Bello de Carvalho. Neste mesmo ano, Emílio Santiago interpretou "Descarrrego" (c/ João Nogueira). Ainda em 1977, no LP "Espelho", João Nogueira interpretou "Pimenta no vatapá", parceria de ambos. Durante uma temporada do Projeto Pixinguinha em Salvador, no ano de 1978, compôs com Cartola uma música cuja letra foi depois escrita pelo parceiro em um papel de cigarros e deixada sob sua  porta no hotel onde ambos estavam hospedados. Tratava-se de "Dê-me graças, senhora", incluída no quarto LP de Cartola. Neste mesmo ano, João Nogueira, no LP "Vida boêmia", incluiu "Amor de fato", parceria de ambos. No ano de 1979, sua parceria com Ivor Lancellotti, "Impetuosa", foi gravada por Roberto Ribeiro no disco "Coisas da vida" pela Odeon. Neste mesmo ano, a música "Se não chover", feita em parceria com o poeta Ivan Wrigg, foi classificada para o "1º Festival da TV Tupi", de São Paulo, na interpretação da cantora Cláudia. No ano seguinte, lançou pela gravadora EMI-Odeon o primeiro disco no qual interpretou várias composições suas, entre elas: "Pimenta do vatapá" (c/ João Nogueira), "Capoeira", "Vida Maria", "Desafio da navalha" e "Trem da Central", todas em parceria com o letrista Ivan Wrigg, e ainda "Fundo de quintal", em parceria com Cartola e com letra de Hermínio Bello de Carvalho. Neste disco, a música "Palavras da noite" (c/ Roberto Nascimento), contou com a participação especial de Cláudia Versiani. No ano de 1982 participou do "Festival Horizonte 82", realizado em Berlim, integrando as  bandas de Sivuca e Elba Ramalho. No ano seguinte Roberto Ribeiro gravou "Tia Eulália na Xiba" (c/ Nei Lopes). Neste mesmo ano, com Joel Nascimento e Sebastião Tapajós, participou de uma excursão a Viena, Salzburg e mais 22 cidades da Alemanha, período no qual foi gravado um LP ao vivo pelo selo alemão Tropical Music. No ano de 1984 Roberto Ribeiro interprertou "Maculelê do tamanduá" (c/ Nei Lopes). No ano seguinte, Roberto Ribeiro, no LP "Corrente de aço", gravou "Coco sacudido", em parceria com Nei Lopes. Ainda em 1985 Alcione interpretou "Ixé, maninha" (c/ Nei Lopes). Em 1988, no carnaval, desfilou na Marquês de Sapucaí, na Unidos de Vila Isabel, acompanhando ao violão o samba campeão daquele ano, "Quizomba, Festa da Raça. Valeu Zumbi!". Participou do "Festival de Jazz de Montreux" atuando na banda de Martinho da Vila. No ano posterior, Leci Brandão, no LP "As coisas que mamãe me ensinou", interpretou, de sua autoria, "Iguaizinhos, não", em parceria com Nei Lopes. Nesse mesmo ano fez as músicas, em parceria com Nei Lopes, para a revista "Oh, que Delícia de Negras!", de autoria de Nei Lopes e que ficou em cartaz durante alguns meses no Teatro Rival, no Rio de Janeiro. No ano de 1990 excursionou pelo Japão acompanhando Jonny Alf, Dóris Monteiro e Mestre Marçal e também participou das gravações do primeiro CD da cantora Lisa Ono para o Japão. No ano seguinte participou de excursão com Martinho da Vila aos Estados Unidos e Angola. Atuou nas gravações do segundo CD de Lisa Ono, participou do "Free Jazz Festival' como músico integrante da Banda Banzai, de Luizão Maia, e gravou duas faixas no CD "Brasileiro", de Sérgio Mendes, premiado com o Grammy. Em 1993, fez parte do Grupo Batacotô, juntamente com Téo Lima, Sizão Machado, Jorjão Barreto e Pirulito, entre outros. Com esse grupo, gravou dois discos e neles algumas composições suas, como "Congada de São Benedito" e "Esse negro não se enxerga", ambas em parceria com Nei Lopes. Ainda fazendo parte do grupo, viajou em turnê pela América Latina e Estados Unidos, apresentando-se no Festival de Santa Monica, em Los Angeles, e em  espetáculo ao ar livre em Buenos Aires. O grupo, apontado pela revista Bilbord como o melhor lançamento latino naquele ano nos EUA, conquistou dois prêmios Sharp no Brasil. No ano seguinte, ainda integrando o grupo Batacotô, fez participação especial no CD "Aquarela do Brasil", de Dionne Warwick, produzido por Téo Lima, e contando com compositores e músicos brasileiros. Nesse mesmo ano participou das gravações do CD de Carlos Lyra para o Japão. No ano de 1996, Aldir Blanc, seu parceiro em "Lua sobre sangue", gravou a composição no CD "50 Anos". Ainda em 1996 atuou nas gravações do disco do baterista Yoshida voltado para o mercado japonês, esteve na África com Martinho da Vila se apresentando em Angola, e fez arranjos para o disco da cantora Sandii, também para o público japonês. Ainda nesse ano, outro parceiro, Délcio Carvalho, gravou "Coisas da Mangueira". No ano seguinte, em 1997, a BMG Ariola lançou o CD "Os grandes mestres da MPB - Cartola", no qual foi incluída "Dê-me graças, senhora". Ainda neste mesmo ano de 1997, Mart'nália, no disco "Minha cara", lançado pela gravadora ZFM Records, interpretou de sua autoria "O samba é a minha cara", em parceria com Mart'nália, Agrião e Paulinho da Aba. Entre 1998 e 2000 atuou em shows de Martinho da Vila nos festivais de Motreux e Tubiggen. Também atuou em Lisboa e Paris com Martinho da Vila, Gilberto Gil e Naná Vasconcelos. Em 1999, Emílio Santiago interpretou "Sapato na janela" no CD "Um natal de samba", produzido pela gravadora Velas, para o natal daquele ano. Ainda em 1999 atuou como violonista na trilha sonoro do filme "O sabor da paixão", produção americana, que teve como artistas principais Penélope Cruz e Murílio Benício. No final do ano 2000, seu parceiro Nei Lopes lançou o disco "De letra & música". Neste CD, Alcione e Dona Ivone Lara interpretaram "Senhora da canção" (c/ Nei Lopes). Em 2001, com Paulinho Albuquerque, Marcelino Moreira e Wanderson Martins, fundou o selo Carioca Discos, especializado em música do Estado do Rio de Janeiro. Por esse selo lançou o segundo disco "Coisa de chefe", no qual incluiu diversas composições de sua autoria, entre elas, "O melhor samba do Brasil", "Novos tempos", "Solidariedade humana" e "Samba pro Luizão Maia". O CD ainda contou com a participação especial de Wilson das Neves em "E o vento levou", parceria de ambos; Luiz Carlos da Vila em "Princípio do infinito", (c/ Luiz Carlos da Vila); Nei Lopes e Coreto Urbano em "Coco sacudido", parceria com Nei Lopes e ainda, a participação do grupo Toque de Prima na faixa "Panela na pia", parceria com Jamil Joanes.  Acompanhou vários nomes consagrados da MPB, entre eles, Ismael Silva, Nelson Cavaquinho, Cartola e Clementina de Jesus. Entre seus vários intérpretes estão João Nogueira, Leci Brandão, grupo Toque de Prima, Emílio Santiago, Elymar Santos, Angela Maria, Joana, Elson do Forrogode, Alaíde Costa, Zeca Pagodinho, Elza Soares, Roberto Ribeiro, Zezé Mota, Jorge Aragão, Martinho da Vila, Joel Nascimento, Sivuca, Luiz Carlos da Vila e Arranco de Varsóvia. Entre seus muitos parceiros estão Cartola, João Nogueira, Aldir Blanc, Nei Lopes, Hermínio Bello de Carvalho, Ivan Wrigg, Ivor Lancellotti, Agrião, Luiz Milleco, Délcio Carvalho e Martinho da Vila. Guitarrista, arranjador e violonista dos mais requisitados, participou de vários shows no Brasil e no exterior, além de atuar em inúmeras sessões de gravações nos discos de artistas como Sivuca, Martinho da Vila, Simone, Renato Russo, Ney Matogrosso, Elson do Forrogode, Jonny Alf, Dóris Monteiro, Jards Macalé, Leny Andrade, Roberto Ribeiro (do qual também foi produtor de um dos seus discos), Ismael Silva, Clementina de Jesus, Agepê, Elba Ramalho, Dominguinhos do Estácio, Neguinho da Beija Flor, Alcione, Nelson Gonçalves, Leila Pinheiro, Fátima Guedes, João Donato, Leci Brandão, Carlos Lyra, Sérgio Mendes, Beth Carvalho. Participou também da gravação de LPs das Escolas de Samba do Grupo A, CDs "Casa de samba" (acompanhando os artistas nas gravações ao vivo), Ivan Lins, Gabriel, O Pensador, Miúcha, Jamelão, Zé Renato, Elza Soares, Fundo de Quintal, João Nogueira, Dudu Nobre, e muitos outros. Seus mais recentes trabalhos como produtor e arranjador foram dois discos para o selo CPC - UMES: "A Luz do vencedor", no qual o compositor Luiz Carlos da Vila interpreta composições de Candeia e "Sincopando o breque", do compositor e intérprete Nei Lopes, apontado entre os cinco melhores discos de 1999 pelo jornal O Globo. No ano de 2001 produziu o disco "Samba vadio", do cantor e compositor Agrião, para a gravadora Universal. Neste mesmo ano apresentou-se no "Festival Cubadisco", festival de música em Havana - Cuba, divulgando seu CD "Coisa de chefe", e excursionou a Portugal integrando a Banda de Martinho da Vila. Em janeiro de 2002, no Centro Cultural Banco do Brasil, dividiu com a cantora Fátima Guedes o espetáculo "Um bamba do Estácio", dedicado à obra de Ismael Silva e em fevereiro estreou o seu programa de rádio "Nas rodas do samba", veiculado no site e na emissora AM da Rádio Viva Rio. Em maio de 2002 idealizou o espetáculo "Vila Isabel dá Samba", realizado no Teatro Rival-BR e dirigido por Túlio Feliciano, no qual dividiu com Mart’nália, Luiz Carlos da Vila e Agrião o show que contou a história musical do bairro de Vila Isabel. Em julho de 2002, seu CD "Coisa de chefe" foi um dos cinco indicados para disputar o prêmio Grammy Latino na categoria melhor disco de samba. Em 2003, ao lado de Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Carlos Sapato, Dorina, Teresa Cristina, Tia Surica, Mart'nália, Felipão do Quilombo, Walter Alfaiate e Zé Renato, entre outros, participou do show "Samba de Jorge/Festa em homenagem a São Jorge", no Centro Cultural Carioca, no centro do Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, encerrou as atividades de seu programa "Nas rodas do samba" na Rádio Viva Rio. No ano de 2004 Jorge Aragão interpretou "Coisa de chefe" no disco "Da noite pro dia". Neste mesmo ano participou do show  "Samba de Panela especial - ao vivo", de Telma Tavares, fechando o projetono "Cartão postal da MPB" do Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro. Do especial também participaram Délcio Carvalho, Sombrinha, Diogo Nogueira, Tonico Ferreira, Agrião, Wanderley Monteiro,Toque de Prima e Conjunto Nosso Samba. Neste mesmo ano o parceiro Dalmo Castello gravou "Na boca do vento", parceria de ambos, no CD "Passeador de palavras". No ano de 2005 Elton Medeiros interpretou "Tesouro guardado", parceria de ambos, no CD "Bem que mereci". No ano de 2006, com Luiz Carlos da Vila, lançou pelo Selo Rádio Mec o CD "Matrizes", disco no qual interpretaram composições próprias e de outros autores. O disco contou com arranjos de Rildo Hora, Mauro Diniz, Bororó, Zé Américo e Luiz Brasil, além das participações especiais de Martinho da Vila, Agrião, Rio Maracatu e Wilson das Neves. Entre as faixas gravadas destacam-se "O daqui o dali e o de lá' (Serginho Meriti e Bira da Vila), "Congada de são Benedito" (Cláudio Jorge e Nei Lopes), "Pau de arara" (Luiz Gonzaga e Guio de Moraes), "Camisa molhada" (Riachão), "Camafeu" (Martinho da Vila), "Coco do norte" (Rosil Cavalcanti), "Das origens" (Luiz Carlos da Vila), "Moça bonita" (Geraldinho Azevedo e Capinan), "Canto da ema" (João do Vale), "Jongo da serra"  (Cláudio Jorge e Nei Lopes), "De onde vem esse samba" (Pádua), "Negrume da noite" (Paulinho do Reco e Caiuba) e "Singrando em mares bravios" (Agrião, Cláudio Jorge, Jonas e Luiz Carlos da Vila). Em 2010 lançou, pela gravadora Biscoito Fino, o CD "Amigo de fé", no qual contou com a participação de Gabriel Versiani na faixa "O independente", parceria de Cláudio Jorge e Sydnei Miller. O disco foi lançado no Rio de Janeiro, na Lapa, na casa de espetáculo Lapinha e o show contou com a participação dos músicos Os músicos Ivan Machado (contra baixo), Zé Carlos Bigorna (sopros) e Camilo Mariano (bateria), integrantes do Cláudio Jorge Quarteto, além das participações especiais de Ana Costa, Mart'nália, Tereza Cristina, Wilson das Neves e Gabriel Versiani. Em 2016 fez o show de lançamento do CD "Ismael Silva: uma escola de samba", no Teatro Rival BR, no Rio de Janeiro. Disco feito em parceria com cantor Augusto Martins, com as faixas "O que será de mim" (Ismael Silva/Francisco Alves /Nilton Bastos); "A razão dá-se a quem tem" (Ismael Silva/Noel Rosa/Francisco Alves); "Meu único desejo" (Ismael Silva); "Me diga teu nome" (Ismael Silva); "Todo mundo quer" (Ismael Silva); "Nem é bom falar" (Ismael Silva/Francisco Alves e Nilton Bastos); "Antonico" (Ismael Silva); "Pra me livrar do mal" (Ismael Silva, Noel Rosa e Francisco Alves); "Contrastes" (Ismael Silva); "Quem não quer sou eu" (Noel Rosa e Ismael Silva); "Peçam bis" (Ismael Silva); "Dona do lugar" (Noel Rosa, Ismael Silva e Francisco Alves); "Ninguém tem que achar ruim" (Ismael Silva) e "Se você jurar", de (Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves). Neste mesmo ano participou do projeto "Renato Piau Convida", apresentado no Bar Insensato, da Lapa, no qual dividiu o palco com a cantora e compositora Elza Maria. No ano de 2019 lançou o "Samba Jazz, de Raiz - Cláudio Jorge 70" pelo Selo Mills Records, no qual interpretou as faixas autorais "Denise" (c/ Nei Lopes), com a participação especial de Humberto Araújo (saxes ternor e barítono); "Coração lan house"; "Vila Isabel" (c/ Manduka), regravação com participação especial de Leonardo Amuedo (guitarra); "Doce realidade" (c/ Wilson Moreira), com as participações especiais de Mauro Diniz (voz) e Fernando Mrlino (piano); "Curiosidade" (c/ Wilson das Neves); "O peso do não"; "Maneira de dizer" (c/ Lula Queiroga); "Paixões imortais" (c/ Paulo César Pinheiro), com participação especial de Kiko Horta (acordeon); "Trem da Central" (c/ Ivan Wrigg), na regravação com a participação especial de Frejat na voz e na guitarra; "Rogando uma praga"; "Vai ser bom ser sempre assim" (c/ Wanderson Martins) e participação especial de Itamar Assiére (piano); "Uma ilusão a mais" (c/ Nei Lopes); "Com a fé que Deus me deu"; "Você pra mim, eu sou pra você" (c/ Ivan Lins) e participações especiais de Ivan Lins (piano), Fátima Guedes (voz) e Reinaldo Figueiredo (locução), além da faixa-título "Samba jazz, de raiz", somente de sua autoria. Do disco também participaram os músicos Zé Luiz Maia (baixo acústico), Wilson das Neves (bateria), Ivan Machado (baixo elétrico), Camilo Mariano (bateria), Marcelinho Moreira (percussão), Peninha (percussão); Dirceu Leite (clarinete); Walter D'Ávila (guitarra); Victor Neto (flauta); Luís Filipe de Lima (violão de sete cordas); Cacau D'Ávila (atabaque), além do próprio Cláudio Jorge na voz e ao violão. O disco foi lançado em show no Centro da Música Carioca Artur da Távola acompanhado por uma banda integrada por Ivan Machado no baixo elétrico, Zé Luiz Maia no baixo acústico e Danilo Amuedo na bateria e com as participações especiais de Itamar Assiére (piano), Dirceu Leite (sopros) e Kiko Horta (acordeom). Fez show de lançamento do CD no Espaço Felicíssimo, com participações especiais de Alfredo Machado (violão) e Ivan Machado (baixo), além da cantora e compositora Elza Maria, que abriu o show fazendo parte do Trio Felicíssimo (Elza Maria, voz; Alfredo Machado, violão; e Ivan Machado, baixo).

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