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Claudinho e Buchecha



Dados Artísticos

Dupla formada por Claudinho (Cláudio Rodrigues) e Buchecha (Claucirlei Jovêncio de Souza). Amigos desde a infância, da época em que eram vizinhos na comunidade do Salgueiro, os dois cantores iniciaram sua carreira artística no início dos anos 1990, cantando em bailes funk, em São Gonçalo (RJ). Buchecha trabalhou por um bom tempo como office-boy e chegou a cantar no grupo de pagode Raio de Luz. Claudinho, que atuou como peão de obras e vendedor ambulante, foi quem teve a idéia de formar uma dupla funk.

Em 1993, Buchecha apareceu com a canção "Bandeira branca", que lhes rendeu o primeiro lugar em um festival no Clube Mauá, em São Gonçalo.

Em 1996, a dupla venceu um outro festival, dessa vez com "Rap do Salgueiro" que, numa gravação ao vivo e com a ajuda da equipe que comandava o baile, foi parar na programação de algumas rádios, obtendo sucesso instantâneo. Em seguida, a dupla entrou em estúdio para gravar "Carrossel de emoções", música que teve muita repercussão nesse mesmo ano. Foi contratada, em seguida, pela Universal Music, gravando, ainda em 1996, seu primeiro CD, "Claudinho e Buchecha", com destaque para a faixa "Conquista". O disco vendeu mais de 1 milhão de cópias, tendo sido contemplado com o Disco Quádruplo de Platina.

Destacando-se no cenário artístico por sua habilidade em misturar elementos da black music com o sotaque brasileiro, a dupla foi eleita, no MTV Awards Brasil, como Artista Revelação de 1997. No final desse mesmo ano, lançou o CD "A forma", que alcançou a marca de 1 milhão e 250 mil cópias vendidas, tendo como carro-chefe a faixa "Quero te encontrar" e contendo ainda "Meu compromisso", "Toda linda", "Diretriz" e uma elogiada versão para "Uma noite e ½", sucesso na voz de Marina Lima.

Em 1998, gravou o CD "Só love", com destaque para "Xereta" (Abdula e Cacá Morais) e "Enquanto eu viver", além da faixa-título (Buchecha), entre outras.

Discos de Ouro e Platina vieram com os CDs seguintes. "Só love", de 1998, emplacou, além da faixa homônima, as músicas "Xereta" e "Enquanto eu viver", entre outras. Em 1999, foi a vez do disco gravado ao vivo no Canecão, contendo os maiores sucessos da dupla.

Em 2000, lançou o CD "Destino", contendo "Canto pra não sofrer" (Buchechão e Buchecha), "Niteroí-São Gonçalo" (Buchecha), "Berreco" (Buchecha), "Minha tara" (Buchecha e Claudinho), "Males" (Buchecha), "Chuva forte" (Buchecha), "Espelho" (Buchecha), "Pra ser feliz e sonhar" (Buchecha), "Destino (Memê Version)" (Buchechão e Buchecha), "Funk doido" (Buchecha), "Feiticeira" Buchecha), "Romântico ainda sou" (Lula), "Vinho tinto" (Buchecha), "Cidadão" (Buchecha, Kekeco e Romani), "Descoberta" (Buchecha) e "Vermelho e preto" (Buchechão e Buchecha), além da faixa-título (Buchechão e Buchecha).

Em 2002, lançou o CD "Vamos dançar", produzido por Sérgio de Carvalho. O disco foi gravado no estúdio Discover, com a participação de músicos como Vinícius Rosa e sua guitarra e os arranjos do tecladista Hiroshi Mizutani, além de Mu Carvalho e de Robson Leandro, também responsável por parte da programação de bateria, entre outros.

A dupla atuou no cenário artístico até julho de 2002, quando Claudinho, então com 26 anos, faleceu, no dia 13, vitimado por um acidente automobilístico ocorrido na Via Dutra.

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