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Cláudia Versiani

Cláudia Lília Rabelo Versian
Belo Horizonte, MG

Dados Artísticos

Iniciou a carreira artística em sua cidade natal, participando de corais, como o da Igreja de Boa Viagem e o Ars Nova, com o qual se apresentou nos Municipais do Rio e de São Paulo, cantando repertório folclórico e clássico. Ainda em Belo Horizonte, apresentou-se em bares, interpretando repertório popular.

Em 1970, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou na Escola Villa-Lobos e cantou em casas noturnas. Participou também de um dos shows da série “Mostragem”, realizado no Teatro Opinião (RJ), apresentada por João Donato. Ainda na década de 1970, integrou, ao lado de Elba Ramalho, Tânia Alves e Tonico Pereira, o elenco do musical "Viva o cordão encarnado", encenado em São Paulo com direção de Luiz Mendonça. Nessa mesma época, participou do show “Laços”, no Rio de Janeiro, ao lado de Luiz Eça, Hélio Delmiro, Márcio Montarroyos, Luizão e Claudio Caribé, além do ator Marcos Paulo. O espetáculo, dirigido por Marilda Pedroso, gerou LP homônimo, cuja faixa “Velho arvoredo” (Hélio Delmiro e Paulo César Pinheiro) foi tema da novela “Anjo mau” (Rede Globo).

Gravou um compacto pela CBS, contendo as canções "Bolero em português" (Fagner e Belchior) e "Você e tu" (Gereba e Tuzé de Abreu), bastante executadas nas emissoras de Rádio. Para registrar o lançamento do disco, apresentou o show "Hoje em dia até compacto simples merece lançamento", no Teatro da Galeria (RJ).

Em 1978. gravou um compacto simples pela CBS. Nesse mesmo ano, lançou pelo selo Vitrine (Funarte), dirigido por Maurício Tapajós, um compacto duplo com duas composições próprias, "Onde o vento faz a curva" e "Unha e dente", além de "Bolero em português" (Fagner e Belchior) e "Molambo" (Jaime Florence e Augusto Mesquita).

Em 1994, integrou o elenco do musical infantil “Astrofolias”, de Ana Luiza Job, com trilha sonora de Antonio Adolfo, Xico Chaves e Paulinho Tapajós. O espetáculo foi encenado no Teatro Villa-Lobos e depois no Planetário, no Rio de Janeiro, e gerou LP homônimo.

Fez vários shows em bares cariocas, como Barbas e Bar do Violeiro, entre outros, e também na Igreja de São José, ao lado do conjunto Galo Preto, na Sala Funarte, com Alceu Valença e depois com Hélvius Vilela, em lonas culturais e em teatros. Participou de duas edições do Projeto Pixinguinha, uma ao lado de Sivuca e Carmélia Alves e outra com Belchior e Diana Pequeno. Apresentou-se, também, com Antônio Adolfo, Roberto Nascimento e Cláudio Jorge.

Em 1990, exerceu a função de editora de turismo do jornal “Tribuna da Imprensa”. Desde então, vem atuando nessa área, tendo matérias e fotos publicadas em várias publicações, como “Jornal do Brasil”, “O Globo”, “Gazeta Mercantil, “Manchete”, “Revista Geográfica Universal”, “Cláudia”, “Criativa” e “Seleções”, entre outras.

Em 1995, realizou exposição individual de fotografias na Maison de France (RJ) intitulada “Diário de Viagem: Paris”, apontada pela revista “Programa”, do “Jornal do Brasil”, como um dos destaques da temporada.

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