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Clarisse Grova

Clarisse Fernandes Grova
27/4/1958 Rio de Janeiro, RJ

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Dados Artísticos

Iniciou sua carreira em 1975, cantando em clubes do Rio de Janeiro e de cidades do interior. Participou de diversos festivais, como os de Ouro Preto, Miracema, Muriaé e o Primeiro Festival de Mulheres nas Artes (SP), destacando-se como intérprete. Nessa época, prestou vestibular para a Faculdade de Teatro da UNI-Rio, onde começou seu curso de interpretação com Roberto de Cleto.

Entre 1979 e 1981, fez parte do Grupo Tarsis (mais tarde Grupo Arco-Íris) como solista e vocalista.

Em 1981, lançou o compacto simples "Eu mereço" (Copacabana Discos).

No ano seguinte, abandonou a faculdade para dedicar-se exclusivamente à música.

Em 1985, lançou o LP "Clarisse", contendo composições de Sueli Costa e Abel Silva, Claudio Cartier e Paulo César Feital, e Flávio Venturini, entre outros. O disco foi produzido por Renato Corrêa. Atuou na noite carioca, apresentando-se no Chiko's Bar com Luizinho Eça e Luis Alves. Ainda nesse ano, participou do Festival de Carnaval da Rede Manchete, cantando " Coração Moleque", de Sivuca e Paulinho Tapajós.

Em 1989, inaugurou o Cálice Bar (RJ), ao lado de Osmar Milito, Edson Frederico e Aécio Flávio, entre outros. Apresentou a obra de Abel Silva no projeto "Poeta, mostra a sua cara" , dirigido por Solange Kafuri, realizado no Jazzmania e no Rio Jazz Club (RJ). Ainda com o compositor, participou do show "É poesia e é canção", no Night Rio's.

Em 1993, interpretou, no I Festival Latino-Americano de Nova Iguaçu, a canção "Luz", de Altay Veloso e Paulo César Feital, classificando-a em 1º lugar. Com os compositores, apresentou-se, ainda, no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, circuito universitário e Projeto Som nas Ondas, no show "Mambembe Vera Cruz: Cia das Ilusões".

Convidada por Roberto Menescal, participou, em 1995, da trilha sonora do curta-metragem "SOS Pantanal".

No ano seguinte, atuou com a banda Cama de Gato na produção inglesa "Friends from Rio", interpretando a música "Para Lennon e McCartney". Ainda em 1996, participou, com Aline Anandi, Kika Tristão, Fátima Regina e Nana Caymmi, do CD "Estão voltando as flores", produzido por Paulinho Tapajós, solando as faixas "Pra não dizer que não falei de flores", de Geraldo Vandré, "Flor-de-lis", de Djavan, e "A flor e o espinho", de Nélson Cavaquinho. Atuou também no CD "50 anos", de Aldir Blanc, indicado para o Prêmio Sharp na categoria "melhor disco de MPB".

Em 1997, gravou o CD " Novos traços", produzido por Rildo Hora, com músicas inéditas de Aldir Blanc e Cristóvão Bastos, além da faixa "Cravo e ferradura", uma parceria da cantora com a dupla de compositores.

No ano seguinte, participou do projeto "Vale do Rio Doce", convidada por Roberto Menescal, e apresentou-se no Teatro da Praia (RJ) com o show "Novos e outros traços", sob a direção de Paulo César Feital.

Em 1999, convidada por Solange Kafuri, encerrou o projeto "Nara, uma senhora opinião", com o show "Nara, uma brasileira", realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ).

Seu trabalho de compositora foi registrado pela cantora Dorina, com a gravação de sua canção "Bravas mulheres" (c/ Paulo César Feital).

Participou, ainda, de campanhas publlicitárias, gravando jingles para a Varig ("Eu mereço", de Luis Carlos Campos), Associação das Cadernetas de Poupança ("Primeiro amor, primeiro carro, primeira casa", de Cláudio Cartier e Marco Aurélio), Prefeitura do Rio ("Vitoriosa", de Ivan Lins e Vitor Martins), Nova Barra ("Segunda versão Barramares", de Ivan Lins, Marcos Valle, Mariozinho Rocha e Tavito) e Rio Convention Bureau ("Vem ver o Rio", de Eduardo Souto Neto).

Em 2000, realizou, no Teatro das Artes (RJ), o espetáculo musical "Brasileiras".

Em 2003, lançou o CD "Super Lisa", trabalho elaborado e produzido em dupla com Felipe Radicetti, que assinou os arranjos das 13 faixas do disco, que contou com a participação de Victor Biglione, Ricardo Pontes, Ovídio, Flávia Belchior e Chico Adnet. Constam do repertório do CD suas canções "O tal trem", "Marrento" (c/ Felipe Radicetti), "Coração", "Um outro fado" (c/ Paulo César Feital) e "Import(ânsia)!, além de "Senhora" e "Moleque Marraio", ambas de Felipe Radicetti e Marcelo Biar, "Rude pedra" (Felipe Radicetti e Luiza Haranda), "Indiviso" e "Guerra e paz", ambas de Felipe Radicetti e Cristina Saraiva, "Livro em branco" (Felipe Radicetti), "É tarde" (Felipe Radicetti e Carla Aka) e uma releitura de "Ternura antiga" (J. Ribamar e Dolores Duran). Realizou, com Felipe Radicetti, show de lançamento do disco no Teatro Café Pequeno (RJ). Ainda em 2003, participou do CD "Só canção", de Cristina Saraiva, na faixa "Pequena cantiga de amor", de sua parceria com a letrista.

Em 2005, passou a integrar o grupo Nós Quatro, ao lado de Célia Vaz, Marcio Lott e Fabyola, substituindo a cantora Ana Zinger. Com o grupo, apresentou-se, em 2008, no projeto "Sarau da Pedra", realizado pela Repsol no Instituto Cultural Cravo Albin, com produção de Heloisa Tapajós e Andrea Noronha.

Em 2012, lançou, em parceria com Afonso Machado o CD “Que tal?, contendo as seguintes composições de Afonso Machado: “Toque”, “Prece”, “Ares de atriz” e a faixa-título, todas com Luiz Moura, “Boêmio” e “Vida boêmia”, ambas com Afonso Machado e Paulo César Pinheiro, “Daquele jeito” e “Pra que se despedir”, ambas com Carlinhos Vergueiro e Dora Vergueiro, “Na cara do gol” e “Acalanto”, ambas com Elton Medeiros, “Choraste?” (c/ Roberto Pinto) e “Folha amarela” (c/ Paulo César Pinheiro).

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