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Clara Sverner

Clara Sverner Randolph
29/8/1936 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Em 1977, lançou o LP "A música brasileira para piano", interpretando obras de Ernesto Nazareth, Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, entre outros compositores. Ainda nesse ano, gravou "O piano inédito de Glauco Velasquez nas mãos de Clara Sverner", divulgando a obra desse compositor brasileiro do início do século.

Em 1978, lançou "Rio de Janeiro", disco em que interpreta obras de Darius Milhaud, Eduardo Ribas e Quintino dos Santos, entre outros autores.

No ano seguinte, gravou "O piano de Chiquinha Gonzaga/Clara Sverner", interpretando canções da compositora como "Yara", "Suspiro" e "Oh! Não me iludas", entre outras.

Em 1980, voltou a registrar a obra de Chiquinha Gonzaga no disco "O piano de Chiquinha Gonzaga por Clara Sverner. Vol. 2", destacando-se "Laurita", "Meditação" e "Janiquinha", entre outras.

Em 1982, lançou o LP "Clara Sverner interpreta Eduardo Souto", destacando-se composições como "Carinhosa", "Visão do Pierrot" e "Isto é bom", entre outras.

No ano seguinte, começou a atuar em duo com o saxofonista Paulo Moura, interpretando músicas de Pixinguinha, Almeida Padro, Gilberto Mendes e Ronaldo Miranda. Desse trabalho resultou o LP "Clara Sverner e Paulo Moura", que registrou obras de Villa-Lobos, Radamés Gnatalli e Jacques Ibert, entre outros compositores. Ainda em 1983, dividiu o palco do Teatro Cultura Artística (SP) com João Carlos Assis Brasil, em concerto "dois pianos e quatro mãos" gravado ao vivo e lançado no LP "Gerschwin e Fauré: Clara Sverner e João Carlos Assis Brasil".

Em 1984, registrou, com João Carlos Assis Brasil, obras de Scott Joplin e Érik Satie no LP "Joplin e Satie: Clara Sverner e João Carlos Assis Brasil", eleito um dos dez melhores discos do ano pelas revistas "Manchete" e "Isto é". Ainda nesse ano, gravou, com Paulo Moura, Turíbio Santos e Olivia Byington, o disco "Encontro: Paulo Moura (sax), Clara Sverner (piano),Turíbio Santos (violão) e Olívia Byington (voz)", registrando composições como "Ragtime" (Satie), "O trenzinho caipira" (Villa-Lobos), "Modinha" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e "Berceuse" (Vitor Assis Brasil), entre outras.

Em 1986, lançou, com Paulo Moura, o LP "Vou vivendo: Paulo Moura e Clara Sverner", contendo músicas como "Lamento" (Pixinguinha e Vinicius de Moraes), "Atraente" (Chiquinha Gonzaga) e Monotonia (Radamés Gnatalli), entre outras.

Em 1988, novamente com Paulo Moura, gravou "Clara Sverner e Paulo Moura interpretam Pixinguinha", que incluiu canções como "Carinhoso", "Rosa" e "Gloria", entre outras.

Em 1991, lançou o CD "Heitor Villa-Lobos - Alma brasileira", registrando composições como "Valsa da dor" e "O polichinelo", entre outras.

Em 1998, gravou o CD "Chiquinha Gonzaga por Clara Sverner", com destaque para "Heloisa" e "Saudade", entre outras.

Apresentou-se em recitais por todo o Brasil e, no exterior, nos Estados Unidos, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Israel e Japão.

À pianista se deve a redescoberta da obra de Glauco Velásquez e a divulgação da obra de Chiquinha Gonzaga.

Em 2000, lançou um CD, como brinde de fim-de-ano de grande empresa, em que interpreta desde Villa Lobos a Gershwin, tendo sido apresentada em notas de contracapa por Ricardo Cravo Albin, que afirma: "Clara Sverner pode vestir a definição que Mário de Andrade deu a Ernesto Nazareth, isto é, transita com igual desenvoltura - e ritmo - pela música erudita e pela popular". Também nesse ano, fez recital na Fundação Eva Klabin (RJ), ao lado de João Carlos Assis Brasil, interpretando obras de Erik Satie, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Ravel. Ainda em 2002, lançou o CD "O piano nas Américas".

Lançou, em 2003, o CD "Mozart por Clara Sverner", finalista do Prêmio Tim, na categoria Música Erudita.

No ano seguinte, lançou o CD "Mozart por Clara Sverner - vol. 2".

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