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Celso Pixinga

Celso Claudio Cascarelli
31/7/1953 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Iniciou a carreira nos anos 1980, apresentando-se em São Paulo. Integrou a banda do cantor Jessé, com quem atuou em gravações e em shows pelo Brasil. Juntamente com Luis Lopes (teclados), José Eduardo (guitarra) e Albino Infantozzi (bateria), fez parte do quarteto Ponto Chic, com o qual lançou, em 1986, o LP “Baurú genuíno”, contendo suas músicas “Fritada”, “Gorgonzola” e “Baurú Genuíno”, todas com Luis Lopes e Albino Infantozzi, “Pé recheado” (c/ Luis Lopes) e “Mexidinho à Gabriel”, além de “Salaminho” (Luis Lopes e Zé Rodrix), “Pernil com molho” (Zé Rodrix) e “Alichezola” (Mozart de Mello). Em 1986, lançou, com as bandas 440 e Zona Sul, o LP “Concentração”. Registrou no disco suas composições “R J” (c/ Luís Lopes) e “Campos de concentração”. O primeiro disco solo, “Pixinga”, veio em 1987. No repertório, suas composições “R J” (c/ Luis Lopes), “Shock” (c/ Álvaro Gonçalves), “Atmosfera” e “Mr. Teco”, além de “Busy” (Jarbas Barbosa), “Susto” (Álvaro Gonçalves da Silva), “Seda pura” (Rubens Malpica) e “Ao Irmão Pixinga” (José Eduardo Fernandes Borges). Em 1988, apresentou-se no Free Jazz Festival. Em 1991, lançou o LP “Mister Funk”, com as faixas “Gas Truck”, “Mister Funk”, “Trem da Penha” e “Lombada”, todas de sua autoria, além de “Enigma” (Lis de Carvalho), “Rala queijo” (Vitor Alcântara), “Gol do Miller” (Pollaco) e “Balada pra Tereza” (Lis de Carvalho). Ao lado da banda Pavio Curto, lançou, no ano seguinte, o CD “A Light At The End Of The Tunnel”, contendo suas canções “Levei uma geral” (c/ Rita Kfouri), “A Light At The End Of The Tunnel” (c/ Rita Kfouri), “Azul” (c/ Totó Corciolli), “Atmosfera II” (c/ Michel Freidenson e Jarbas Júnior), “Ponte de safena”, “Double”, “Metal Funk” e “Surf Ferroviário” (Celso Pixinga). O disco contou com a participação de Rita Kfouri (na faixa “A Light At The End Of The Tunnel”) e Cláudio Lucci (na faixa “Metal Funk”). Em 1994, lançou o CD “O sonhador”, ao lado da PX Band. No ano seguinte, lançou o CD “Vôo livre”, também com suas composições “Mistérios da noite” e “It's Gonna Be, ambas com Rita Kfouri, “Vôo livre” (c/ Fred Tangary), “A um passo”, “Capim gordura”, “Mister Funk” e “Slap Ii (O Tigrão)”, além de “Coringa” (Marcelo Elias) e “Patinete” (Wagner Spina). Novamente com a PX Band, lançou, em 1996, “Wake Up”, com as faixas “Sem salto”, “Carpete”, “Badulei”, “Bass And Voice” e a canção título, todas de sua autoria, além de “Bala com bala” (João Bosco e Aldir Blanc), “Samba do Zé” (Pollaco) e “Pixinga na Banda” (Léa Freire). Nesse mesmo ano, fez show de lançamento do disco no Blue Note de Nova York. Em 1997, apresentou-se com o baterista americano Dave Weckl. Em 2000, lançou o CD “Celso Pixinga & A Gig”, com a participação vocal de Tatiana Parra, Maria Diniz, Rita Kfouri e Cida Souza. No repertório, suas canções “Lagarto Power (Glossário Do Peteca)” e “A grama tá molhada”, ambas com Rita Kfouri, Maria Diniz, Tatiana Parra e Cida Souza, “Só um olhar” (c/ Rita Kfouri), “Em nome do amor” (c/ Tony Berchmans), “Sou do Soul (Táxi Lunar)” (c/ Lupa Mabuze), “Bola de cristal” (c/ Lupa Mabuze) e “Ruínas”, além de “Mr. DJ” (Lupa Mabuze, Rodrigo Alvarez e Vanessa Goulart), “Aventura” (Tony Berchmans), “Fruto de estação” (Jane Duboc e Suely Correia), “Clareou” (Ivan Lins, Vitor Martins e Aldir Blanc), “Cru Cré, Corroró” (Ivan Lins e Vitor Martins) e “Reencontro” (Inez Oliveira e Fernando Forni). Nesse mesmo ano, lançou, com seu trio, o CD “Quase Acústico”. Em duo com o pianista João Carlos Godoy, lançou, em 2002, o CD “O condutor”, contendo suas composições “Pro gol”, “Não mexe em nada”, “Intervalo”, “Kadú Funk”, e “Carrinho por trás”, além de “Canelada” (José Carlos de Godoy), “Milestones” (Miles Davis) e “Apito Final” (Ricardo Marão). Em 2003, lançou o CD “Todos por um”, tendo a seu lado Álvaro Gonçalves (Guitarra e violão), Maguinho (bateria) e Luis Rabello (percussão). No repertório, “Soviético”, “Wings”, “Estrela do Norte, “Paulista Blues”, “Penumbra”, “Cuba Libre”, “Bossa Time”, “Samba Manso” e “Jam Soviético”, todas de autoria de Álvaro Gonçalves. Lançou, no ano seguinte, um CD gravado ao vivo no Sesc Paulista. Em 2005, lançou o CD “S.O.S. Baixo” com suas composições “Shock” (c/ Álvaro Gonçalves), “Speed Bass” (c/ Fred Tangary), “Mister Infantozzih”, “Stone One”, “To Mr. Mozart”, “1145” e a faixa-título, além de “Vera Cruz” (Milton Nascimento e Márcio Borges) e “Jack Ass” (Fred Tangary). Em parceria com o baterista Giba Favery, lançou, em 2006, o CD “Dupla dinâmica”, seguido de “Bossa Jazz”, também em 2006, “O jogo”, em 2007, e “One More Step”, em 2008. Ao longo de sua carreira, atuou com vários artistas, como Evandro Mesquita, Ângela Rô Rô, Gal Costa, Mozart Mello, Fat Family, Gonzalo Rubalcaba, Dave Weckl, Taj Mahal e Kiko Loureiro, entre outros, e apresentou-se em países da Europa, Ásia, América do Norte e do Sul. É professor e coordenador do IB&T (Instituto de Baixo e Tecnologia) na EM&T (Escola de Música e Tecnologia), tendo gravado vídeos de cursos para contrabaixo. Foi um dos introdutores, no Brasil, da técnica do slap (modo de tocar batendo os dedos nas cordas).

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