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Carmen Miranda

Maria do Carmo Miranda da Cunha
9/2/1909 Marco de Canavezes, Portugal
5/8/1955 Beverly Hills, Los Angeles, EUA

Biografia

Cantora. Atriz. Dançarina.

Nasceu em Portugal, na pequena aldeia de Marco de Canavezes, Distrito do Porto, vindo para o Brasil com apenas 18 meses. Seu pai, José Maria Pinto da Cunha, que exercia a profissão de barbeiro, imigrou para o Brasil primeiro. A mãe, Maria Emília Miranda da Cunha, veio em seguida, trazendo a pequena Carmen e a outra filha mais (...)

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Dados Artísticos

Mito maior da música popular no Brasil, foi a artista brasileira que mais sucesso e prestígio alcançou na indústria do entretenimento dos Estados Unidos, para onde imigrou. Primeira artista a decolar para o sucesso por meio dos discos foi também a cantora de Rádio mais cara do Brasil. Chamada de "A Pequena do It na Voz e no Gesto", "Rainha do Samba" e "Ditadora (...)

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Obras

  • Os hôme implica comigo (c/ Pixinguinha)
  • Por ti estou presa (c/ Josué de Barros)
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Discografia

  • (2009) Carmen Miranda - 100 Anos: Duetos e Outras Carmens • Sony/BMG • CD
  • (2000) Carmen Miranda • Revivendo • CD
  • (2000) Carmen Miranda-A Pequena Notável • Revivendo • CD
  • (2000) Carmen Miranda-caixa com 3 CDs • RCA/BMG • CD
  • (1999) Carmen Miranda-Série Raízes do Samba • EMI • CD
  • (1950) Asi asi (I see, I see)/The wedding samba • Label/Disco DECCA • 78
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Clips

  • Degraus da vida: - Brasil / Rio de Janeiro - Agra Filme. Direção, Lourival Agra. Produção, Agra Filme. Obs no catálogo da retrospectiva promovida pela Cinemateca do Museu de Arte Moderna / Clube de Cinema do Rio de Janeiro / Secretaria de Turismo do Governo da Guanabara (1969, 2ª edição 1971) consta a informação de que esse filme (embora Carmen Miranda tenha assinado contrato) não chegou a ser rodado. (1930)
  • Carnaval cantado de 1932 no Rio: - Brasil / Rio de Janeiro - V. R. Castro Produtora - Documentário de média-metragem - ... minutos - Preto e branco. (1932)
  • A voz do carnaval: - Brasil / Rio de Janeiro - Cinédia - - Preto e branco. Direção, - Adhemar Gonzaga e Humberto Mauro. Produtor, - Adhemar Gonzaga. Argumento, - Joracy Camargo. Fotografia, Edgar Brasil, Afrodísio P. Castro, Vítor Ciacchi e Ramon Garcia. Músicas, trechos dos sambas e ou canções "Linda morena, Aí, hein?!" e "Moleque indigesto", de Lamartine Babo; "Boa bola", de Lamartine Babo e P. Valença; "Fita amarela", de Noel Rosa; "Mas como...," de Noel Rosa e Francisco Alves; "Formosa", de J. Rui e Nássara; "É batucada", de J. Luís de Moraes; "Macaco, olha o teu rabo", de Benedito Lacerda e G. Viana; "Trem blindado" e "Moreninha da praia", de Carlos Braga; "Vai haver barulho no chatô", de W. Silva e Noel Rosa; "Good-bye", de Assis Valente; "Allo", Jones, de Jurandir Santos; e "Opa, opa!", de Maércio e Mazinho. Intérpretes, Carmen Miranda, Gina Cavaliere, Lu Marival, Regina Maura, Elsa Moreno, Naná Figueiredo, Pablo Palitos, Paulo de Oliveira Gonçalves, Lamartine Babo, Paulo Gonçalves, Apolo Corrêa, Henrique Chaves, Alice Garcia, Mário Toledo Filho, Sara Nobre, Sônia Veiga, Edmundo Maia, Lilian Paes Leme, Paulina Mobarak, Jararaca e Ratinho, e outros; Carmen Miranda canta ao microfone "Moleque indigesto" e "Good-Bye". Estreou no Cine Odeon em 6 de março de 1933. Sinopse, trata-se de um semidocumentário, pois, contando a história do Rei Momo que foge do trono para assistir ao carnaval do Rio, utiliza cenas reais, gravadas ao vivo, e cenas de estúdio. É o primeiro filme sonoro da Cinédia. Foi exibido, em 1936, em Paris; há informações de que obteve grande êxito. (1933)
  • Alô, alô, Brasil!: - Brasil / Rio de Janeiro - Waldow-Cinédia / Metro Goldwyn Mayer - ... minutos - Preto e branco. Direção, Wallace Downey, João de Barro e Alberto Ribeiro. Produtores, Wallace Downey e Adhemar Gonzaga. Argumento, João de Barro e Alberto Ribeiro. Fotografia, Antônio Medeiros, Luís de Barros, Afrodísio P. Castro, Edgar Brasil, Ramon Garcia e Fausto Muniz. Som, Charles Whalley. Intérpretes, Carmen Miranda, Aurora Miranda, Dircinha Batista, Cordélia Ferreira, Elisa Coelho, César Ladeira, Francisco Alves, Barbosa Junior, Mário Reis, Jorge Murad, Custódio Mesquita, Almirante, Mesquitinha, Ary Barroso, Manoelino Teixeira, Arnaldo Pescuma, Manoel Monteiro, Afonso Stuart, Bando da Lua, Os Quatro Diabos, Orquestra Simon Bountman. Quadros musicais e "sketches", - "Cidade maravilhosa", de André Filho, "Ladrãozinho", de Custódio Mesquita, com Aurora Miranda; "Foi ela", de Ary Barroso, com Francisco Alves; "Rasguei minha fantasia", de Lamartine Babo, com Mário Reis; "Menina internacional", de João de Barro e Alberto Ribeiro, com Dircinha Batista, Arnaldo Pescuma e o conjunto Os Quatro Diabos; "Primavera no Rio", de João de Barro, com Carmem Miranda, acompanhada ao piano por Muraro; "Deixa a lua sossegada", de João de Barro e Alberto Ribeiro, com Almirante e o Bando da Lua; "Garota colossal (trecho)", de Nássara e Ary Barroso, com o próprio Ary Barroso; "Fiquei sabendo", de Custódio Mesquita, com Elisa Coelho de Almeida; e "Salada portuguesa", de Paulo Barbosa e Vicente Paiva, com Manoel Monteiro. Nos programas constava ainda a música "Muita gente tem falado de você", de Mário Paulo e Arnaldo Pescuma; e Carmem Miranda cantou "Primavera no Rio", último número do filme, privilégio concedido comumente ao maior nome do elenco. Estreou no Cine Alhambra em 4 de fevereiro de 1935. Sinopse, uma espécie de revista musical, cujas histórias, músicas e anedotas estão interligadas pelas aventuras de um radiomaníaco que está em busca de seu grande amor. Segundo alguns críticos da época, o filme é tão bem-feito, que até parece filme argentino! Por isso mesmo pode ser considerado, nessa opinião, o primeiro produto industrial do cinema brasileiro. E com enorme sucesso de bilheteria. (1935)
  • Estudantes: - Brasil / Rio de Janeiro - Waldow-Cinédia / DFB - ... minutos - Preto e branco. Direção, - Wallace Downey. Produtores, - Wallace Downey e Adhemar Gonzaga. Argumento, - João de Barro e Alberto Ribeiro. Fotografia, Antonio Medeiros e Edgar Brasil. Som, Moacyr Fenelon. Músicas. - João de Barro, Alberto Ribeiro, Assis Valente, Custódio Mesquita e Almirante. Orquestra de Simão Boutman e Conjunto Regional de Benedito Lacerda. Foram cantados os seguintes números, "Sonho de papel" (marcha), de Alberto Ribeiro; "E bateu-se a chapa", de Assis Valente, por Carrnem Miranda; "Linda Mimi" (marcha), de João de Barro, por Mário Reis; "Linda Ninon" (samba), de João de Barro e Cantídio Melo; "Onde está o seu carneirinho", de Custódio Mesquita, por Aurora Miranda; "Ele ou eu" (fox-canção), de Alberto Ribeiro, por Silvinha Melo acompanhada dos Irmãos Tapajós; "Lalá" (marcha), de Alberto Ribeiro e João de Barro, pelo Bando da Lua; "Assim como o Rio" (toada), de Almirante, com o próprio. Intérpretes, Carmen Miranda, Aurora Miranda, Silvinha Melo, Carmen Silva, Dulce Wheyting, Mesquitinha, César Ladeira, Barbosa Júnior, Almirante, Jorge Murad, Mário Reis, Afonso Osório, Elio Pereira, Bando da Lua, Irmãos Tapajós, Benedito Lacerda e seu Conjunto Regional e Orquestra de Simon Bountman. Sinopse, Carmen, em seu papel, o único, aliás, de seus filmes brasileiros, "é a pequena do rádio, toda "sex-appeal", que se deixa enamorar pelos estudantes apaixonados por seus encantos e pelas canções que a "pequena formidável" interpreta com toda a sua brejeirice. Mesquitinha e Barbosa Júnior são os seus apaixonados. E Carmen, que gosta do estudante Mário Reis, não quer desiludir os dois, proporcionando-lhes momentos de alegria e... comédia. As declarações de ambos são gozadíssimas! Já vimos o filme e podemos dizer que o cinema brasileiro nunca apresentou outro tão engraçado... A nova produção de Wallace Downey está destinada a bater outro "record". ("Cinearte", 15-6-1935) Estreou no Cine Alhambra em 8 de julho de 1935. (1935)
  • Alô, alô, carnaval!: - Brasil / Rio de Janeiro - Waldow-Cinédia / DFB - ... minutos - Preto e branco. Direção, - Adhemar Gonzaga. Produtores, - Wallace Downey e Adhemar Gonzaga. Argumento, - João de Barro e Alberto Ribeiro. Fotografia, Antônio Medeiros e Edgar Brasil. Som, Moacir Fenelon. Intérpretes, - Carmen Miranda, Aurora Miranda, Heloísa Helena, Alzirinha Camargo, Dulce Wheyting, Dircinha Batista, Lelita Rosa, Francisco Alves, Mário Reis, Jayme, Luiz Barbosa, Pinto Filho, Oscarito, Almirante, Muraro, Hervé Cordovil, Pery Ribas, Joel e Gaúcho, Irmãs Pagãs, Bando da Lua, Os Quatro Diabos", Orquestra de Simon Bountman, Benedito Lacerda e seu Conjunto Regional. Carmen Miranda canta "Querido Adão" e "Cantores de rádio" (com Aurora). Estreou no Cine Alhambra em 20 de janeiro de 1936. Sinopse, dois autores procuram um empresário para oferecer-lhe uma revista musical, "Banana da terra". O empresário recusa a oferta porque está esperando uma "atração francesa". Essa atração falha, e o empresário é obrigado a reconsiderar sua decisão anterior, promovendo "Banana da terra", um musical salpicado de piadas sobre fatos e personagens do ano. (1936)
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, R. Cravo. MPB a História de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.
  • ALBIN, R. Cravo. O livro de ouro da MPB - A História de nossa música popular de sua origem até hoje. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • BARSANTE, Cássio Emmanuel. Carmen Miranda. Rio de Janeiro: Europa, 1985.
  • CARDOSO JÚNIOR, Abel. Carmen Miranda - a cantora do Brasil. São Paulo: edição particular do autor, 1978.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário biográfico da música popular. Rio de Janeiro; Edição do autor, 1965.
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Crítica

Carmen Miranda também vem merecendo citações, livros e artigos em praticamente todo o mundo, que a incensam como um ícone do exagero tropicalista brasileiro, da luxuriante “extravaganza” musical de Hollywood nos anos 40 e até da alegria desenfreada que sua figura emitia. Figura que era uma rara conjugação de olhos, mãos e corpo inteiro (...)

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