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Carlos Piper

Carlos Piper
Argentina
11/7/1973 Paris, França

Dados Artísticos

Em 1963, lançou seu primeiro LP "Cole Porter Bossa Nova - Carlos Piper e Sua Orquestra", pela gravadora Philips, interpretando com sua orquestra e com arranjos seus uma série de sucessos do compositor norte americano, entre os quais, "What Is This Thing Called Love", "Love For Sale", "    Night And Day" e "Begin The Beguine". No mesmo ano, lançou o LP "12 Sucessos em ritmo de bolero - Carlos Piper e Sua Orquestra". Entre os sucessos orquestrados por ele para o ritmo do bolero estavam "Multiplication", de Bobby Darin, "Stella By Starlight", de Ned Washington e Victor Young, "Quem É", de Silvio Lima e Maurílio Lopes, "Ausência", de Ivan Pires e Sebastião Silva, e "Georgia On My Mind", de Hoagy Carmichael e Stuart Gorrell, entre outros. Em  1964, gravou pelo selo Fermata o LP "Na Brasa do samba - Carlos Piper e Sua Orquestra", no qual com arranjos seus interpretou com sua orquestra uma série de sambas. Em 1965, transferiu-se para a gravadora Continental e lançou o LP "O Som Espetacular da Orquestra de Carlos Piper", com as músicas "Nanã", de Moacir Santos, "Balanço Zona Sul", de Tito Madi, "Bye bye love", de Felix e Boudleoux Bryant, "A hard day´s night", de Lennon e McCartney, "Hava Nagula", de dominio público, "55 days at Pekin", de Dimitri Tiomkin, "The Pink Panther theme", de H. Mancini, "From Russia with love", de Lionel Bart, "Consolação", de Baden e Vinícius, "Aurora", de  Mario Lago e Roberto Roberti, e "Perdido", de Juan Tizol, e "Like someone in love", de Burke e Van Heusen. Na ocasião sua orquestra era composta por Lambari; Carlos Alberto; Waltinho e Baurú, nos saxofones, Raulzinho, Biu, Ditinho, Arlindo e Iran, nos trombones, ele mesmo, Botinão, Felpudo, Oswaldo e Broegas, nos trompetes, Heraldo do Monte e Boneca, nas guitarras, Dirceu, na bateria, Capacete, no contrabaixo, e Hermes; Nascimento e Zezinho como ritmistas. Este LP foi escolhido como o "Melhor disco orquestrado de 1965".
Em 1966, com arranjos e regência seus lançou o LP "É ótimo dançar e ouvir Carlos Piper e sua orquestra", com as composições "Arrastão", de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, "    Samba de Negro", de Roberto Corrêa e Sylvio Son, "Charade", de Henry Mancini e Johnny Mercer, "Goldfinger", de John Barry, Leslie Bricusse e Anthony Newley, "Hello, Dolly!", de Jerry Herman, "The Contimental", de Com Conrad e Herbert Magidson, "    Acender As Velas", de Zé Keti, "Primavera", de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, "Shame And Scandal In The Family", de Huon Donaldson e Slim Henry Brown, "A Festa do Bolinha", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, "    Red Roses For A Blue Lady", de Sid Tepper e Roy Brodszky, e "Dear Heart", de Henry Mancini, Jay Livingston e Ray Evans. Em 1967, transferiu-se para a gravadora Artistas Unidos/Rozenblit e lançou o LP "Carlos Piper & A nova geração" com as músicas "Girls On The Rocks", de Bob Crewe e H. Davie, "Happy Together", de Gary Bonner e Alan Gordon, "Phoenix Love Theme (Senza Fine), de A. Wilder, "Ain't Gonna Lie", de Tony Powers e George Fischoff, "    Um Homme Et Une Femme", de Francis Lai e Pierre Barouh, "I Can't Go Wrong", de J. Ross e A. Wayde, "Music To Watch Girls By", de Sid Ramin, "    Sunny", de Bobby Hebb, "Free Advice", de John Phillips e Michelle Gilliam, "Wade In The Water", de Alpert, Edmondson e Pisano, "98 6", de G. Fischoff e T. Powers, e "Our Love Started Over Again", de J. Ross, J. Renzetti, W. Fredericil e N. Brien.
Em 1973, lançou pela Chantecler o LP "Carlos Piper + 18" no qual com arranjos e regência de sua autoria registrou as músicas "Canário do Reino", de Carvalho e Zapatta, "Desacato", de Antônio Carlos Pinto e Jocafi, "Do Lado Direito da Rua Direita", de Luis Carlos e Chiquinho, "Regra Três", de Toquinho e Vinicius de Moraes, "Minhas Razões", de Antônio Carlos Pinto e Jocafi, "Se Deus Quiser", de Wando e Jair Rodrigues, "Uma Rosa Com Amor", de Antônio Carlos Pinto, Jocafi e Ildásio Tavares, "Elis", de sua autoria, "Me Deixa Em Paz", de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, "Partido Alto", de Chico Buarque, "Esperanças Perdidas", de Adeílton Alves e Délcio Carvalho, e "Quando O Carnaval Chegar", de Chico Buarque. Este acabaria sendo seu último LP uma vez que julho daquele ano faleceu em desastre aéreo.

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