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Carlos Pagliuchi

Carlos Pagliuchi
1885 Itália
1963 São Paulo

Dados Artísticos

Atuou artísticamente na cidade de São Paulo no começo do século XX onde regeu orquestras que tocavam em salas de espera de cinemas, além de tocar piano no acompanhamento de filmes. Dirigiu um pequeno conjunto musical que tocava no antigo cinema Pathé Palace. Teve grande prestígio no cenário musical paulista das primeiras décadas do século XX. Deixou composições populares e eruditas. Dentre suas obras populares se destacaram a valsa "Deusa" e o tango "Estragadão". Uma de suas obras mais conhecidas foi "Le Clown de Pagliuchi" para voz e orquestra e que foi apresentado em São Paulo sob a batuta de Xavier Leroux, que fora um dos professores de Darius Milhaud no Conservatório de Paris. Foi escolhido por Jacques d'Avray juntamente com Alberto Nepomuceno, Henrique Oswald, Francisco Braga e Xavier Leroux, para musicar os seus Tragi-Poèmes. Suas composições "Raggi infrarossi"; "Encrenca"; "Noite de Santo Antonio"; "Noite de São Paulo"; "Noite de São Pedro"; "Urucubaca"; e "Sertanejo" estão listadas na biblioteca musical do Instituto de Estudos da Cultura Musical do Mundo de Língua Portuguesa sediada em Colônia, na Alemanha. Por volta de 1915, teve a valsa-choro "Brejeira" gravada na Odeon pela Orquestra Androzzi. Em 1919, foi editada a composição "Sertanejo" que aparece tanto como tango quanto como batuque-dança brasileira. É considerada como peça complicada de se tocar, dando a impressão de precisar do dobro do número normal de dedos, se a proliferação de notas na página for uma indicação correta. Sua valsa-choro "Brejeira" foi gravada pela Orquestra Andreozzi na gravadora  Odeon. Em 1950, sua valsa "Eterna esperança" foi gravada pela Orquestra Continental.

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