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Carlinhos Sideral

Carlos Artur da Rocha
7/12/1931 Rio de Janeiro, RJ
1/3/2003 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira musical na escola de samba Caprichosos de Pilares, sendo vencedor com o samba-enredo de sua autoria em parceria com Dico "O Brasil através de suas músicas". A Escola desfilou com este samba-enredo classificando-se em 11º lugar no do Grupo 2. No ano seguinte, ganhou o primeiro lugar na Imperatriz Leopoldinense com o samba "Bahia em festa", em parceria com Bidi.

A Imperatriz classificou-se em 2º lugar do Grupo 2 com este samba-enredo.

Neste mesmo ano de 1968, a Caprichosos de Pilares desfilou com o samba-enredo "Brasil em plena primavera" (c/ Maurício Cirne e Tijolo), no qual obtve o 13º lugar do Grupo 2.

No ano de 1969, compôs, em parceria com Mathias de Freitas, o samba "Brasil, flor amorosa de três raças", que ganhou o primeiro lugar na Imperatriz Leopoldinense, sendo muito elogiado por Pixinguinha, que fazia parte do júri. No desfile deste ano, a Escola classificou-se em 8º lugar do Grupo 1 e a composição foi lançado pela gravadora Columbia neste mesmo ano.

O Bloco Carnavalesco Canário das Laranjeiras desfilou com o samba "Barraco, barroco", composto em parceria com Carlinhos do Cavaco sobre enredo do João Felício dos Santos.

No ano de 1970, em parceria com Mathias de Freitas, compôs "Oropa, França e Bahia", homenagem à Semana de Arte Moderna de 1922, com o qual a Imperatriz Leopoldinense se classificou em 6º lugar do Grupo 1.

Compôs e classificou "Ganga Zumba" (c/ Carlinhos do Cavaco), sobre o enredo e livro de João Felício dos Santos, que tornou tetracampeão o Bloco Carnavalesco de Enredo Canários das Laranjeiras, para o carnaval de 1970, lançado em LP pela Som Livre.

Em 1971, com Darcy da Mangueira, compôs "Modernos bandeirantes", enredo em homenagem à Força Aérea Brasileira, com o qual a Mangueira desfilou classificando-se em 4º lugar do Grupo 1.

Em 1973, a marcha-rancho "Meu último carnaval" foi gravada na Continental por Carlos Nobre, com o coro de As Gatas, ganhando o primeiro lugar no desfile com o Rancho "Os Parasitas de Ramos". Ainda em 1973, o samba "De Santos Dumont ao infinito" foi o venccedor do Concurso "Centenário de Santos Dumont", sendo gravado na Tapecar pelo Trio Nagô, que também interpretou "O Brasil é feito por nós" (c/ Amaruy Jório).

No ano de 1974, outro samba seu foi gravado pelo Trio Nagô: "Eu, ela e a Portela", na mesma gravadora.

Em 1985, compôs em parceria com Amaurizão, Doutor e Veni o samba-enredo "Adolã - cidade mistério", sobre o enredo de João Felício dos Santos com o qual a Imperatriz Leopoldinense se classificou em 7º lugar do Grupo 1A no desfile deste ano.

Compôs com o ator Grande Otelo dez sambas ainda inéditos. As letras desses sambas foram publicadas no livro de poesias "Grande Otelo".

No ano de 1993, o partido-alto "Sem batismo e sem Deus" foi gravado por Neguinho da Beija-Flor, pela Odeon.

No "IV Encontro Nacional do Compositor de Samba", realizado na Portela, inscreveu "Sinfonia das estrelas", parceria sua com Nei Lopes, que foi interpretada e gravada pelo Trio Nagô, na PolyGram.

No ano de 1999 sua composição "Brasil, ano 2000 - 500 anos de amor e devoção" foi gravada por Veni e o Grupo Chamego Carioca.

Em 2002 finalizou seu livro de memórias "Meninos eu vi".

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