Busca:

Cantores do Chuveiro



Dados Artísticos

Constituído exclusivamente por cantores-amadores, atuantes e reconhecidos em suas profissões liberais. Fizeram parte do grupo os seguintes profissionais liberais, muito conceituados em suas profissões: Suzana Tonin, psicóloga; Sylvia Wachsner, advogada; Octavio Mello Alvarenga, advogado e escritor; Affonso Arinos, diplomata; Laura Sandroni, escritora e crítica literária; Fernando Rocha, psicólogo, e Cecília Boal, psicóloga. Atualmente ainda fazem parte do grupo original o médico Fernando Rocha, com discos gravados anteriormente sobre a obra de Cartola e sobre a música do Nordeste; além da escritora Laura Sandroni, com livros e artigos publicados, mãe da cantora Clara Sandroni, do violonista Carlos Sandroni e do diretor Dudu Sandroni. O grupo apareceu em 1999, com o nome Chuveiro Iluminado, batizado e dirigido por Augusto Boal. Por essa época, apresentou-se pela primeira vez, com grande sucesso, no Porão da Casa de Cultura Laura Alvim. Pouco tempo depois, o grupo fez temporada no Teatro do Planetário da Gávea e, por último, lotou em Paris o Théâtre L'Épée de Bois. No ano 2000, rebatizado com o nome "Cantores do Chuveiro", incluiu mais dois componentes: a arquiteta Clara Redig, com CD gravado em que homenageou Francis Hime, e o engenheiro Octavio Brandão, que integrou conjuntos ligados à bossa nova nos anos 60 e que substituiu o acadêmico e diplomata Afonso Arinos de Mello Franco. Também foi incorporado ao grupo o jornalista, escritor e crítico musical Ricardo Cravo Albin, que narrou o novo espetáculo em cena. O grupo apresentou-se no circuito do Sesc do Rio de Janeiro, nos meses de outubro e novembro deste mesmo ano: Sesc de Copacabana, Tijuca, São Gonçalo, Nova Iguaçu e São João de Meriti, sempre com as casas lotadas. Com direção geral e roteiro de Ricardo Cravo Albin, direção de cena de Dudu Sandroni e produção de Cláudio Magnavita, o grupo cantou e contou a história de 100 anos da Música Popular Brasileira, através de seus maiores clássicos: "Caminhemos" (Herivelto Martins), "O sol nascerá" (A sorrir) (Cartola e Elton Medeiros), "Pra dizer adeus" (Edu Lobo e Torquato Neto), "Chega de saudade" e "Eu sei que vou te amar", ambas de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, "Jura" (Sinhô), entre outras, de um repertório de pérolas da MPB, com acompanhamento musical de Paulo Malagutti no piano e arranjos, Muri Costa no violão, Rafael Rocha na percussão, Daniela Szpielmann no sax e na flauta, e contrabaixo de Dôdo Ferreira. Em todo o primeiro semestre do ano de 2001, o grupo fez temporada no Teatro de Arena, em Copacabana, com casas lotadas durante quase um ano de atuação. Neste mesmo ano, lançou o primeiro disco. Em 2002 estreou novo espetáculo, "Luz, chuveiro... ação", desta vez dirigido por Eduardo Dussek e apresentado no Café Teatro Arena, sempre acompanhado pelo músicos Paulo Malaguti, Muri Costa, Dôdo Ferreira, Mário Séve e Rafael Rocha. No ano de 2003, o grupo voltou a apresentar o show "Luz, chuveiro... ação" no Teatro de Arena, obtendo grande sucesso de público e crítica. Em 2004 e 2005 o grupo continuou a apresentar o show "Luz, chuveiro... Ação". Estreado em outubro de 2007 e entrando por mais três meses em 2008, o grupo fez temporada com um novo show, "Quem canta faz a hora" (apenas com músicas de protesto), com direção geral, roteiro e apresentação de Ricardo Cravo Albin, e com produção de Miguel Bacelar, no Bar do Tom, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro, onde foi aplaudido com a casa cheia a cada domingo. O grupo incluiu dois novos cantores, o engenheiro Paulo Cesar Lopes e a psicopedagoga Maria Helena Alvarenga, que ocuparam as vagas de Octavio Mello Alvarenga, Sylvia Wachsner e Suzana Tonin.

Mais visitados
da semana

1 Chico Buarque
2 Dorival Caymmi
3 Hermeto Pascoal
4 Música Sertaneja
5 Caetano Veloso
6 Luiz Gonzaga
7 Tom Jobim
8 Daniela Mercury
9 Nelson Gonçalves
10 Noel Rosa