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Cacá Machado

Carlos Gonçalves Machado Neto
19/9/1972 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Em 1994 foi premiado com o primeiro lugar na categoria “Composição Popular” do “Concurso Nascente”, pormovido pela Abril Cultural em São Paulo.
Fez a trilha das peças “Toda nudeza será castigada” (2000) e “Três cigarros e a última lasanha” (Vitor Navis e Fernando Bonassi, 2001), com direção de Débora Dubois; “Um bonde chamado desejo, Tennesse Willians” (2002), com direção de Cibele Forjaz; “Artaud – atleta do coração” (2003), com direção de Márcia Abujamra;. Ao lado de Romulo Fróes, fez a trilha sonora da peça “Oréstia” (2012), de Malu Galli e Bel Garcia.
No cinema, realizou a trilha sonora do filme “O risco – Lucio Costa e a utopia moderna”, com direção de Geraldo Motta Filho e roteiro de Guilherme Wisnik.
Também fez trilhas sonoras para a TV como os documentários “Divagations sur une chambre d’hôtel” (TV Cultura/ ARTE França, 2002), com Thiago Cury, “Rafael França – a obra como testamento” (Brasil, 2002), com Maurício Bussab, “MAU WAL” (TV Cultura, 2002), com Marcos Abujamra, “Marepe” (Brasil/França, 2006) e “O valor do amanhã” (TV Globo, 2007); o telefilme “Segundo movimento para piano e costura” (TV Cultura, 2011).
Foi responsável pela produção musical dos discos “Jobim Violão” (2006) e “Tudo que gira parece a felicidade”, de Arthur Nestrovski.
Como curador criou, em parceria com José Miguel Wisnik e Vadim Nikitim, as exposições “Machado de Assis, mas este capítulo não é sério” (2008) e “O culpado de tudo: Oswald de Andrade” (2011), ambas para Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Ali também criou com Arthur Nestrovski e José Miguel Wisnik a exposição permanente “Praça da língua” (2006). Também foi curador musical das exposições “50 anos do Teatro Arena” (2005), exibida no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo; “Ressonancias de Brasil” (2002), exibida na Torre de Dom Borja, em Santilina del Mar (Espanha); “Brasil 1920-1950: De la Antropofagia a Brasilia” (2001), exibida no Instituto Valenciano de Arte Moderna, em Valência (Espanha).
Criou e dirigiu o projeto “Um minuto de silêncio” (2007), apresentado no Teatro Anchieta do SESC-Consolação, em São Paulo.
Autor dos livros “O enigma do homem célebre: ambição e vocação de Ernesto Nazareth” (Instituto Moreira Salles: São Paulo, 2007); “Tom Jobim” (Publifolha: São Paulo, 2008); “Batuque: mediadores culturais do final do século XIX” (Alameda/FAPESP: São Paulo, 2010). Foi organizador da edição “Todo Nazareth: obras completas” (Água-forte: São Paulo, 2011) e da “Revista Auditório #1/Repensando Música” (Instituto Auditório Ibirapuera: São Paulo, 2011).
Idealizou o projeto “Memórias Capitais”, que retratou as capitais brasileiras sob o olhar reminiscente de artistas nativos.
Em 2010 uniu-se aos amigos Celso Sim, Paulo Lepetit e Guilherme Kastrup para formar o grupo Os Franciscos, realizando uma temporada do show “A liberdade é bonita mas não é infinita”, na Casa de Francisca, em São Paulo.
Em 2013 lançou seu primeiro CD autoral “Eslavosamba”, com direção artística de Rômulo Fróes e participação de Elza Soares e José Miguel Wisnik, em “Sim” (Cacá Machado e Eduardo Climachauska); Luciana Alves, em “Quero mais” (Cacá Machado e André Storlaski); Ná Ozzetti, em “Casual” (Cacá Machado e Arthur Netrovski); Juçara Marçal e Arrigo Barnabé, em “Valsa lunar” (Cacá Machado e Guilherme Wisnik); Márcia Castro, em “Divino flerte” (Cacá Machado e Vadim Nikitin); Celso Sim, em “Noite branca” (Cacá Machado e Vadim Nikitin) e “O funâmbulo” (Cacá Machado e Celso Sim). Também participaram do disco os músicos Swami Jr., Zeca Assumpção, Rodrigo Campos, Kiko Dinucci, Meno del Piccha a Guilherme Kastrup, co-produtor do disco. Apresentou o shows de lançamento do CD “Eslavosamba” no SESC Vila Mariana, em São Paulo, recebendo como convidados os cantores que participaram do disco.

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