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Black Alien

Gustavo Ribeiro
1972 Niterói, RJ

Dados Artísticos

Começou a compor em 1986 após ouvir disco de Afrika Bambaataa e Beastie Boys, entre outros, que seu pai trazia de Nova York. Apareceu inicialmente como cantor e compositor do grupo Speedfreaks, a convite do rapper Speed (Cláudio Márcio de Souza Santos nascido em 1972 e assassinado em março de 2010), seu incentivador no início da carreira artística. Até então, queria se skatista de profissão e não artista. Com o falecimento do rapper Skunk, um dos criadores da banda carioca Planet Hemp, foi chamado para substituí-lo no grupo, passando a atuar ao lado de Marcelo D2 e B Negão no ano de 1995. Pela banda também passaram outros integrantes, tais como Bacalhau, Zé Gonzáles, Jackson, Formigão, Rafael, Ganjaman, Pedrinho, Carlos Rasta, Seu Jorge e Apollo. Neste mesmo ano de 1995 participou do primeiro disco da banda "Usuário". No ano de 1997, integrando a banda Planet Hemp, lançou os discos "Os cães ladram mas a caravana não para" e "Queimando tudo/1997" e o CD "A invasão do sagaz homem fumaça", no ano 2000. No ano de 2001 Marcelo D2 e Bruno Levinson produziram o CD "Marcelo D2 apresenta Hip hop Rio", do qual participou ao lado de B Negão, Mahal, 3Pretos, Inumanos, Speed, Negativa, Núcleo Sucata Sound, Artigo 331, Esquadrão Zona Norte e o próprio Marcelo D2 na faixa "A maldição do samba". Neste mesmo ano passou a integrar a banda Reggae B, ao lado de Bi Ribeiro, Ronaldo Silva, Jean Pierre, João Fera, Cláudio Menezes, Marlon Sette, Bidu Cordeiro e Valnei Ainê. Com esse grupo apresentou-se na casa de show  ATL Hall, no Rio de Janeiro, na abertura do show do grupo Wailers e no ano seguinte, em 2002, o grupo Reggae B montou a série de show "Reggae B e convidados", na casa de show Ballroom, também no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano de 2002, ainda como integrante do Planet Hemp, lançou o CD "Planet Hemp - MTV ao vivo" Com o encerramento das atividades do grupo, começou carreira solo no ano de 2004. No ano de 2005 lançou o disco "Babylon by gus volume 1 - O ano do macaco". Neste mesmo ano, ainda integrando a banda Reggae B, apresentou-se no Circo-Voador, no Rio de Janeiro. No ano de 2012, fez show na casa de show Parada da Lapa. Neste mesmo ano postou na internet sua composição "Pra quem a carapuça servir", alcançando quase 20 mil audições em poucos dias. Anda em 2012 recusou-se a participar do retorno da banda Planet Hemp em sua turnê nacional. No ano seguinte, em 2013, retornou as palcos em show solo no evento "Festa Luv 4 Anos", na Gare Estação Leopoldina, no centro do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano foi uma das atrações especiais do projeto "Sonoridades - Oi Futuro Ipanema", idealizado e desenvolvido pelo produtor Nélson Motta, no qual apresentou composições inéditas e de seu segundo disco solo, entre as quais "Pra quem a carapuça caiba", "Jah na contenção", "Rolo compressor" e um reggae em parceria com DJ Zegon, de seu novo CD "No princípio era o Verbo", finalizado neste mesmo ano. No show o rapper recebeu como convidados especiais Flora Matos, André Ramiro, Edi Rock e Gabriel, O Pensador. Em 2015 lançou o segundo disco solo "Babylon by Gus vol. II  - No princípio era o verbo". No ano de 2019 lançou o terceiro CD da carreira solo intitulado "Abaixo de zero: Hello hell", coproduzido com o beatmaker Papatinho, rapper carioca do grupo ConeCrewDiretoria. No disco interpretou as faixas autorais "Área 51", "Carta pra Amy",  "Vai baby", "Take tem", "Au revoir" , "Aniversário de sobriedade", "Jamais serão" e "Capítulo zero", além de  "Que nem o meu cachorro", que foi lançada em single e como primeiro clipe do trabalho, com cenas fortes e alocadas em uma clínica de reabilitação.

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