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Barrozo Neto

Joaquim Antonio Barrozo Netto
1881 Rio de Janeiro, RJ
1941 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1927, teve a canção "Cantiga", com Luiz Guimarães, gravada na Odeon pela cantora Lulieta Teles de Menezes. No ano seguinte, duas modinhas foram registradas por Maria Emma na Odeon: "A canção da felicidade", com Nosor Sanches, e "Canção da saudade", em disco que teve seu acompanhamento ao piano. No mesmo ano, gravou na Odeon em interpretação ao piano duas obras de sua autoria, a "Berceuse", em mi menor, e a peça característica "No ferreiro - sinos de aldeia". Teve ainda em 1928, a modinha "Canção da felicidade" regravada na Odeon pelo cantor Gastão Formenti. Em 1929, a valsa lenta "Canção do amor" foi gravada por Gastão Formenti na Odeon, e a modinha "Canção da felicidade" foi registrada na Victor por Cândido Botelho. Também pela Victor o cantor Eurístenes Pinto gravou a "Canção de amor". Em 1930, o maxixe "Candango", parceria com Marcelo Tupinambá, foi gravado na Brunswick pela cantora Ana de Albuquerque Melo. Em 1932, motivado pelo trabalho desenvolvido por Heitor Villa-Lobos com o canto orfeônico nas escolas municipais do Rio de Janeiro, passou a desenvolver trabalho nesse sentido. Ficaram marcados os concertos realizados pelo "Coral Barrozo Netto" no Salão Leopoldo Miguez da Universidade do Brasil. Num desses concertos foi apresentada a "Suite Vozes da Floresta para côro, solistas e orquestra". Em 1933, sua modinha "Canção da felicidade", e a canção "Cantiga", ambas com Nósor Sanches, foram gravadas por Bidu Saião na Victor. Em 1958, a "Canção da felicidade" e "Cantiga", com Luis Guimarães, foram regravadas por Lenita Bruno no LP "Modinhas fora de moda", lançado por ela no selo Festa. Em 1961, a "Canção da felicidade" deu título ao LP gravado por Vicente Celestino na RCA Victor no qual ele interpretou diversas modinhas entre as quais a "Canção da felicidade". Em 1970, "Canção da Felicidade" ganhou nova gravação, dessa vez na voz de Inezita Barroso no LP "Modinhas" da gravadora Copacabana, sendo também incluída no LP "Uma voz e um violão em serenata - VOL. 4" lançado por Francisco Petrônio e Dilermando Reis pela Grand Prix/Continental. Em 1980, a canção "Tempos Idos" foi gravada pelo pianista Roberto Szidon no LP "Piano brasileiro 100 anos de sucesso" lançado pela Kuarup. No ano seguinte, a "Tarantella (Para canto e piano ou violino e piano)" foi gravada no disco "Brasil, piano e cordas - Roberto Szidon (Piano), Michel Bessler (Violino) e Márcio Mallard (Violoncelo) lançado pela Kuarup. Entre suas obras para piano destacam-se "Minha Terra", "Cachimbando", e "Choro e Galhofeira".

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