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Ary Barroso

Ary de Resende Barroso
7/11/1903 Ubá, MG
9/2/1964 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Compositor. Pianista. Locutor. Apresentador.  Filho de  João Evangelista Barroso, deputado  estadual e promotor público em Ubá e de Angelina de Resende Barroso. Em 1911, pouco antes dos oito anos de idade, perdeu a mãe de apenas 22 anos, vitimada por tuberculose. Dois meses depois, o pai faleceu vitimado pela mesma doença. Foi criado pela avó, (...)

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Dados Artísticos

Sua carreira artística no Rio de Janeiro começou como pianista na sala de espera do Cinema Íris. Em seguida, fez parte da orquestra que tocava na sala de espera do Teatro Carlos Gomes, dirigida pelo maestro Sebastião, e logo depois, atuou na orquestra de J. Thomás que se apresentava na sala de espera do Teatro Rialto. Com a mesma orquestra, atuou no Cinema Central, (...)

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Obras

  • A baiana saiu de espanhola
  • A batucada começou
  • A boa mazurca
  • A canção da felicidade (c/ Oduvaldo Viana)
  • A casa dela
  • A casta Suzana (c/ Alcir Pires Vermelho)
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Discografia

  • (1958) Meu Brasil brasileiro • Odeon • LP
  • (1958) Ary Caymmi - Dorival Barroso • Odeon • LP
  • (1955) Encontro com Ary - Um bate papo musical com o maior compositor brasileiro • Copacabana • LP
  • (1954) Um nome para esta valsa/Ocultei • Odeon • 78
  • (1952) O nosso amor morreu/Nada mais me consola • Odeon • 78
  • (1951) Chorando/Sambando na gafieira • Odeon • 78
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB: A História de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1997.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CABRAL, Sérgio. No tempo de Ary Barroso. Rio de Janeiro: Lumiar, 1993.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
  • EFEGÊ, Jota. Figuras e coisas da Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: MEC/Funarte, 1978.
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Crítica

Se a década de ouro (30-40) foi a mais brilhante e famosa fase da MPB, Ary Barroso terá sido sua grande estrela, dentre todos os autores. Costumo dizer que Carmen Miranda foi a rainha de sua época e Ary seu natural príncipe consorte. E por quê? Porque Ary não foi apenas o excepcional compositor. Foi personagem múltiplo e polêmico, ou seja, uma (...)

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