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Arthur de Faria & Seu Conjunto



Dados Artísticos

Grupo formado na década de 1990, em Porto Alegre, por Arthur de Faria (piano), Guenther Andréas (bateria), Fábio Mentz (latofone), Julio Rizzo (trombone), Sérgio Karam (saxofone), Giovanni Berti (percussão), Marcão Acosta (guitarra) e Clóvis Boca Freire (contrabaixo).

Participou do Festival Porto Alegre e apresentou-se no Teatro Solis, em Montevidéu.

Em 1996, lançou o CD “Música pra gente grande”, contendo as canções “Tema do louco”, “Oito de Março”, “Psycho”, “Sur”, “Aura”, “Radar”, “Branquinha”, “25 de Março”, todas de Arthur de Faria, “Tu e eu” (Arthur de Faria e Luis Fernando Veríssimo), “Necessidade é a mãe” (Arthur de Faria e Marcão Acosta), “Tudo com respaldo” (Leo Masliah, vrs. de Arthur de Faria, Guenter Andréas e Áurea Baptista), “Ouro de tolo” (Raul Seixas) e “Sputnik nacional” (Tulio Piva).

No ano seguinte, fez turnê pela Europa, tocando em Praga e Viena. Também em 1997, gravou a trilha sonora, assinada por Arthur de Faria e Roberto de Oliveira, do musical infantil de teatro de bonecos Flicts, contemplada com o Troféu Tibicuera, na categoria Melhor Trilha Infantil, e com o Prêmio Iznard de Azevedo, na categoria Melhor Trilha do Festival Nacional de Teatro de Florianópolis. A trilha recebeu financiamento do Fumproarte, e foi lançada em CD pela gravadora Barulhinho, com distribuição nacional pela Tratore.

Em 1999, Giovanni Berti e Fábio Mentz desligaram-se do grupo, sendo substituídos por Adolfo Almeida Jr. (fagote) e Ricardo Arenhaldt (percussão).

Fez vários shows, como o espetáculo realizado no Teatro San Martin, em uma das edições do Projeto Porto Alegre, em Buenos Aires, tendo como convidados o compositor Leo Maslíah, o quarteto de saxes argentino Cuatro Vientos e a compositora e cantora Carmen Baliero. Nesse mesmo ano, participou, ao lado de Papas da Língua, Bebeto Alves e Borghettinho, do Festival Brasil 2000, realizado em Viena, reunindo artistas do Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte.

Em seguida, apresentou o show “Música pra bater pezinho”.

Em 2001, o CD “Música pra gente grande” foi relançado pela gravadora Núcleo Contemporâneo, com novo projeto gráfico, assinado por Lucas Levitan. Também nesse ano, participou do projeto “Prata da Casa”, no Sesc Pompéia, em São Paulo, e começou a escrever música de câmara para a formação grupo e orquestra de cordas, que resultou em um concerto apresentado com a Orquestra Unisinos e a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, registrado no CD “Meu Conjunto tem concerto”, lançado em 2002. Neste ano, apresentou o show “Música pra ouvir sentado”, a convite do projeto Instrumental SESC Paulista, e “Afinidades eletivas”, este ao lado da cantora Cida Moreira e seu maestro Gil Reyes, nos espaços Santander Cultural (PA), Theatro São Pedro (PA) e Itaú Cultural (SP).

Em 2005, lançou o CD “Música pra bater pezinho”. Ao longo da carreira, o grupo vem se apresentando regularmente pelo Brasil, Argentinha e Uruguai, e também pela Europa, tendo participado de festivais como o “Mercat de Musica Viva de Vic” (Espanha) e o “Jazz y Otras Musicas” (Argentina), além de eventos nacionais como a “FMI” (Brasília), a “Feira Música Brasil” (Recife) e a turnê pelo “Projeto Pixinguinha”, em 2006.

Lançou, em 2011, o CD “Música pra ouvir sentado”.

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