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Arnaldo Pescuma

Arnaldo Pescuma
29/1/1903 São Paulo, SP
13/1/1968 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Iniciou suas atividades artísticas em 1920, como cantor de ópera, atuando como tenor em uma companhia que se apresentou no Recife e em Aracaju. Continuou atuando em São Paulo durante os anos 1920. Em 1929, lançou pela Columbia seu primeiro disco com o samba "Gueixinha", de José de Freitas. Em seguida, gravou o samba "A jura que me fizeste", de J. Aimberê. Em 1930, estreou na gravadora Victor com o registro  da  evocação  "Destino da caravana",  de De Guerreiro, e da canção  "Sonho chinês", de L. A . Calvillo e May Cardoso. Em seguida, gravou a canção "Caboclo enciumado", de Eduardo e M. Duarte, e os fox-trot "Rio Rita", de H. Tierney e Gabriel Migliori, e "O Kinkajou", de H. Tierney e Aratimbó. No mesmo ano, gravou a primeira composição de sua autoria: a canção "Minha casinha". Também no mesmo ano, gravou uma série de 11 músicas na Parlophon, incluindo o maxixe "Piruando", de Marcelo Tupinambá,  a valsa "Carmencita", de Vicente de Lima, o cateretê "Muié... É café", Francisco Mignone e Duque de Abramonte, e a canção "História de um beijo", de sua parceria com Pequeno. Gravou também no mesmo período, em dueto com Raul Torres a cena paulista "Caipira no mercado", de sua parceria com Raul Torres e Atílio Grany. Em 1931, gravou os fox-trotes "Na ilha encantada", de sua autoria e Vicente de Lima, e "A canção de Paris", de Whiting, para a qual fez uma versão. No mesmo ano, foi contratado pela Columbia onde estreou com os sambas "De ti nem quero saber", de Conde Salustiano e Marquês Zanzibar, e "Foi castigo", de Nabor Pires Camargo. Em seguida, registrou os sambas "Sozinho", de Jaime Redondo e Martinez Grau, e "Não me perguntes", de Joubert de Carvalho. Ainda em 1931, participou do filme musical "Coisas nossas" dirigido por Wallace Downey.  Em 1933, já no Rio de Janeiro assinou contrato de seis meses com a Rádio Mayrink Veiga. Em 1934, gravou na Odeon o fox-canção "Bem-te-ví", de Paulo Barbosa,  e  a canção "Vingança de caboclo", de sua autoria. No ano seguinte, voltou a São Paulo contratado pela Rádio Difusora  e no ano seguinte, partiu para Buenos Aires, contratado pela Rádio Belgrano.  Ainda em  1935, atuou no filme musical "Alô, alô, Brasil!" dirigido por Wallace Downey, interpretando a canção "Muita gente tem falado de você", de sua autoria e Mário Paulo,  acompanhado pelo conjunto Os Quatro Diabos, que com ele passou a chamar-se "Os cinco diabos". Em 1936, gravou uma série de 3 discos em dueto com Januário de Oliveira interpretando os sambas "Vá carregar piano", de Nabor Pires Camargo, "Quero dar um beijinho em você", de Martinez Grau e Ari Machado, "Condecoração", de Remo Bizaglia e Aristides Teixeira, e, as marchas "Olha a lua", de J. Manoel Alves, "Mulatinha da caserna", de Martinez Grau e Ariovaldo Pires, e "Pulistinha querida", de Ary Barroso. Dois anos mais tarde, voltou a São Paulo onde fundou a escola de canto "Apebar".  Voltou a atuar como cantor de ópera, tendo sido diretor de cena do Teatro Municipal de São Paulo. Dentre suas gravações, destacam-se as que fez em dupla com Januário de Oliveira, algumas das quais  "Mulatinha da caserna" (Martins Grau e Capitão Furtado) e "Paulistinha querida" (Ary Barroso), ambas premiadas no carnaval paulista. Em 1944, transferiu-se para a Continental e lançou a valsa "nossa Senhora do Amparo", de Décio Pacheco Silveira, e a toada "Meu sabiá", de sua autoria. Em 1945, gravou a valsa "Don-den-don", de sua autoria e Ariovaldo Pires, e a guarânia "Índia", de J. A . Flores e L. Guerrero, com versão de Ariovaldo Pires. Em 1948, gravou seu último disco, também na Continental, com as canções "Terezin! Terezin! Terezin !", de G. Pisano e G. Cioffi, e "Dove sta Zazá?", de R. Cutolo e G. Cioffi.

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