Busca:

Arnaldo Antunes

Arnaldo Antunes Filho
2/9/1960 São Paulo, SP

Não deixe de ver:

Biografia

Cantor. Compositor. Poeta. Artista plástico. Desenhista. Artista plástico. No ano de 1992 teve seu livro de prosa poética ilustrado por sua filha Rosa, sua filha mais velha com Zaba Moreau. Em 1993 lançou o livro de poema "Nome", com distribuição pela Companhia de Letras e gravadora BMG. No ano de 2003, em parceria com a artista plástica mineira Márcia Xavier, lançou o livro de poemas "Et eu tu", pela Cosac & Naify Editora. O livro foi lançado no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Lançou a coletânea "Como é que chama o nome disso" (Publifolha), com poemas de sua dezena de livros, letras de música, textos inéditos e ainda trechos de entrevistas de vários jornais e revistas. Também desenhista, ilustrou o livro "Frases de Tomé aos 3 anos" (Editora Alegoria), seu filho caçula Tomé. Em 2007 fez, no Estádio do Maracanã, o show de abertura dos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro. No ano de 2013 foi lançando o livro "Arnaldo Canibal Antunes", de Alessandra Santos, pela Editora nVersos, tese de doutorado da autora, iniciada em 2003, quando cursava a Universidade da Califórnia, na qual analisou toda a obra e facetas artísticas de Arnaldo Antunes. No ano de 2019 teve problemas com a censura, quando o seu clipe "O Real Resiste" foi retirado da programação da TV Brasil. De acordo com o jornalista Sílvio Essinger em matéria do "Segundo Caderno" do jornal O Globo de 7 de fevereiro de 2020:    "O episódio foi lembrado por Arnaldo no início de janeiro, na abertura do 'Festival Verão Sem Censura', que apresentou em São Paulo, uma agenda cultural com shows, peças, filmes e exposições que foram alvos de críticas ou de dificuldades impostas pelo governo federal ou por entidades relacionadas a ele."   Segundo Arnaldo Antunes, em entrevista concedida ao jornalista do "Segundo Caderno" do jornal O Globo:    "O Real Resiste fala desse momento em que você vê gente defendo a tortura, a ditadura e a censura, e negando o aquecimento global. São manifestações a que fui levado por uma coisa quase passional. Acho que a gente está vivendo um período radical de ameaça à democracia e as pessoas precisam se manifestar. Não digo que um artista  deva fazer uma canção para falar da situação do país, o que falo é da manifestação das pessoas como cidadão, integrantes de uma sociedade democrática, que defendem o direito à educação, à cultura, à pesquisa científica e à liberdade de expressão."

Mais visitados
da semana

1 José Camillo
2 Caetano Veloso
3 Jorge Portugal
4 Moreno Veloso
5 Rodrigo Vellozo
6 Mayck e Lyan
7 Tiee
8 Sivuca
9 Renato Barros
10 Noel Rosa