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Armando Lôbo

Armando Lôbo de Azevedo Mello Neto
26/2/1971 Recife, PE

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Dados Artísticos

De 1992 a 1997, fez parte do Santa Boêmia, grupo que participou ativamente do processo de renovação da música pernambucana nos anos 1990.

Em 1997, mudou-se para o Rio de Janeiro para estudar composição, harmonia, contraponto, fuga e orquestração sob a orientação de Geraldo Vespar, no Conservatório Brasileiro de Música. Nesse mesmo ano, compôs trilhas sonoras para programas do Canal Futura da Globosat.

Em 1998, iniciou carreira solo, realizando shows em Recife, Rio de Janeiro e Portugal, onde se apresentou pelo interior do país em eventos paralelos à Expo 98, de Lisboa.

No ano seguinte, finalizou a “Sonata Apipucos”, para clarineta e piano, em homenagem a Gilberto Freyre. Assinou algumas trilhas para canais de TV a cabo e compôs a música do curta-metragem de 16mm “Sociobiologia”, de Antônio Luiz Carrilho.

Em 2000, montou, com o escritor Alípio Carvalho Neto, uma série de espetáculos de música contemporânea em Évora (Portugal), com o apoio da Universidade local. Realizou pesquisa sobre a história e cultura pernambucanas para um programa especial do Canal Brasil da Globosat. Ainda nesse ano, compôs a “Sinfonia do Capibaribe”, sua primeira obra para grande orquestra, e assinou a trilha sonora do filme “Macabéia”, de Erly Vieira, premiado como Melhor Curta de Ficção em 16mm no Festival de Gramado.

Compôs, em 2001, a ópera “A Ciranda do Exílio”, sua primeira obra dramática, baseada em contos de Albert Camus e na cultura popular nordestina. Nesse mesmo ano, obteve o bacharelato em Composição pelo Conservatório Brasileiro de Música, recebendo por sua monografia composicional a nota máxima e unânime da banca examinadora. Ainda em 2001, voltou para Recife, onde obteve aprovação do Sistema de Incentivo à Cultura de Pernambuco para a gravação de seu primeiro disco.

Em 2002, suas composições “Boêmia nº 1”, para orquestra de cordas, “Boêmia nº 2”, para piano e cordas, e “Boêmia nº 3”, para soprano, piano, cordas, sopros, pandeiro e coro misto, foram executadas pela Orquestra de Câmara do Conservatório Brasileiro de Música. Ainda nesse ano, lançou em Recife, no Teatro Capiba, o CD “Alegria dos homens”, contendo as faixas “Mandinga”, “Um minuto e meio”, “Bossa”, “Sanfoneiro mudo”, “Crônica de um envergonhado”, “Agnus Dei”, “Ciência, alegria dos homens”, “Bachiando no frevo”, “O menino João Maria” e “Lei da vitimização”, todas de sua autoria.

Em 2003, fez o lançamento nacional do disco no Espaço Cultural Sérgio Porto (RJ), apresentando-se ao violão e tendo a seu lado um trio piano/baixo/bateria e um naipe de sopros, obtendo destaque na crítica especializada. Nesse ano, voltou a fixar residência nesta cidade, sendo admitido no Mestrado em Composição da Escola de Música da UFRJ. Ainda em 2003, compôs, escreveu os arranjos e produziu trilhas sonoras para programas institucionais da Caixa Econômica Federal e da Fundação Getúlio Vargas.

Em 2004 assinou a composição, os arranjos e a produção da trilha sonora do programa “Tribos”, do canal Globosat.

Lançou, em 2007, o CD "Vulgar & Sublime", que representa uma síntese de elementos eruditos e ritmos brasileiros, como maracatu, ciranda, samba e baião, entre outros. Nesse mesmo ano, fez show de lançamento do disco na Estrela da Lapa (RJ), tendo a seu lado os músicos Gabriel Gueszti (piano), Luciano Corrêa (cello), Bruno Py (baixo), Fred Castilho (bateria), Jade Perrone (percussão) e Julio Merlino (flauta e sax), e ainda o parceiro Thiago Amud, que repetiu no palco as participações vocais que fez no disco.

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