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Ana de Hollanda

Anna Maria Buarque de Hollanda
12/8/1948 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Estreou nos palcos aos 16 anos de idade, acompanhando, como integrante do quarteto As Quatro Mais, o irmão Chico Buarque, no show "Primeira Audição", realizado no Teatro do Colégio Rio Branco, em São Paulo e reapresentado na TV Record.

Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção, interpretando o frevo "Dança das rosas" (Chico Maranhão). Teve, nesse ano, seu primeiro registro fonográfico, no LP do festival.

Em 1978, atuou, como vocalista, no show "Tom, Vinícius, Toquinho e Miucha", realizado no Canecão (RJ) e no Anhembi (SP). Participou, em 1978 e 1979, do especial de fim-de-ano com Chico Buarque (TV Bandeirantes).

Em 1979, foi convidada pelo Selo Eldorado a se apresentar como cantora solista, acompanhada pelo maestro Édson José Alves, no programa radiofônico "FM-Inéditos Apresenta Ana de Hollanda" (SP).

Em 1980, gravou, pelo selo Eldorado, seu primeiro LP solo, "Ana de Hollanda", registrando as canções "Waikiri" (Carlos Pita e João Damata) e "Angélica" (Miltinho e Chico Buarque), entre outras.

Em 1982, compôs e gravou, para a campanha de Franco Montoro, candidato a Governador de Estado, o jingle "Acorda meu povo".

Assinou, no ano seguinte, a direção musical do curta-metragem "Vianinha", de Gilmar Candeias e Jorge Achôa.

Entre 1986 e 1988, exerceu o cargo de Secretária Municipal de Cultura, no município de Osasco.

Em 1990, participou, como atriz, do espetáculo baseado no conto "O reino deste mundo", de Alejo Carpentier, dirigido por Amir Haddad, encenado em Machurrucutu (Cuba). Ainda nesse ano, escreveu, em parceria com a dramaturga Consuelo de Castro, a peça "Paixões provisórias".

Em 1993, participou, como atriz e cantora, do espetáculo musical "Nunca te vi, sempre te amei", de Guto Maia, encenado no Teatro SESC Anchieta, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e no Pícolo Teatro, em São Paulo. Nesse mesmo ano, participou, como atriz e cantora, da peça "João e o Pé de Feijão", com direção de Neuza Maria Faro, montado no Auditório Augusta e no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, trabalho pelo qual foi indicada para o Prêmio APETESP-1993, como Atriz Revelação. Participou da leitura dramática da peça "Morte e Vida Severina", de João Cabral de Mello Neto, dirigida por Silney Siqueira, dentro do projeto Aberto Para Balanço, no TUCA-SP.

Em 1995, lançou o CD "Tão Simples", que incluiu as canções "As cartas" e "É tão simples", de Chico Buarque, além de "Predestinado amor" (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro) e "Pra dizer adeus" (Edu Lobo e Torquato Neto), entre outras. Nesse ano, realizou show de lançamento do disco, com direção de Éster Góes.

Em 1997, gravou no song-book de Chico Buarque a canção "Lua cheia", parceria do compositor com Toquinho.

Ministrou, de 1999 a 2001, a oficina "O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular", em espaços paulistas, como SESC Vila Mariana, na Universidade Livre de Música Tom Jobim, SESC Ipiranga e nas Oficinas Culturais Sérgio Buarque de Hollanda e Oswald de Andrade, da Secretaria do Estado de Cultura (Cidade de São Carlos), entre outros. Em 2000, ministrou o curso "A Palavra e a Música", na Oficina da Palavra/Casa Mário de Andrade da Secretaria do Estado da Cultura (SP).

No ano seguinte, gravou, pelo selo Jam Music, o CD "Um Filme", lançando-se como compositora, com destaque para a faixa-título (c/ Jards Macalé) e contendo músicas inéditas de compositores como Chico César, Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, além de regravações de canções de Vadico e Noel, Paulinho da Viola e Pedro Caetano, entre outros.

Ao longo de sua carreira, apresentou-se em diversos estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia, Maranhão, Pará, Amazonas e Pernambuco) e no exterior (Angola, Cuba e Uruguai e França), tendo sido dirigida e orientada cenicamente, em vários espetáculos, entre 1980 e 1996, por Fernando Peixoto.

Atuou, como solista ou vocalista, em discos de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Toquinho, Miucha, Fafá de Belém, Chico Buarque, Christina Buarque e Chico Maranhão, entre outros.

Em 2003, foi nomeada para o cargo de Diretora do Centro de Música da Funarte/Ministério da Cultura, tendo sido responsável pela reativação do "Projeto Pixinguinha", no ano seguinte.

Lançou, em 2009, o CD “Só na canção”, produzido por Maurício Carrilho, contendo parcerias com Helvius Vilela (“Que me tira o juízo”, “Estrada da vida” e “Eu e você”), Novelli (“Novo amigo” e “Beija-flor, colibri”), Jards Macalé (“Balada” e “Canção para Aninha”), Lucina (“Jogos de azar”) e Nivaldo Ornellas (“Alegria de ser”, “Por si só” e “Minha criança”), entre outros, e canções de sua exclusiva autoria, como “Choro por um silêncio”. Fez show de lançamento do disco na Modern Sound (RJ) com a participação de Nivaldo Ornellas, Jards Macalé, Helvius Vilela, Novelli, Lucina, Claudio Guimarães e Alexandre de la Peña, além das irmãs Miúcha e Cristina Buarque.

Foi vice-diretora do Museu da Imagem e do Som de 2007 a 2010. Neste ano, foi nomeada para o Ministério da Cultura do governo Dilma Rousseff.

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