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Amelia Rabello

Maria Amelia Baptista Rabello
30/4/1955 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Apareceu em 1972 quando participou do "Festival Universitário", da TV Tupi, do Rio de Janeiro, no qual interpretou o choro "Paralelo, abraçando Zé Queiroz", de autoria de Ric Ventura e Tadeu Leal, sendo classificada em 2º lugar, recebendo como prêmio a gravação desta música em uma das faces do disco com as duas primeiras colocadas. O disco contou com a produção de Durval Ferreira e foi lançado pela gravadora CID. Seguiram-se a esse momento várias gravações de jingles e coros em discos de diversos artistas. Depois de uma temporada na Alemanha, retornou ao Brasil em 1980 onde fez várias apresentações. Em 1986, participou, ao lado de Paulinho da Viola, do "Projeto Seis e Meia" no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano viajou com Raphael Rabello e Toquinho para participar do "Festival de Música da Córsega", na França. No ano seguinte, interpretou "Os rios que correm pro mar" (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy), "Nada além" (Custódio Mesquita e Mário Lago) e "Velho realejo" (Custódio Mesquita e Sady Cabral) no disco "Custódio Mesquita, prazer em conhecê-lo", lançado pelo Selo Funarte. Em 1989, na boate People, no Rio de Janeiro, fez o lançamento do LP "Ruas que sonhei", disco no qual contou com a participação de Paulinho da Viola na faixa "Labareda", (Baden Powell e Vinicius de Moraes) e de Cristóvão Bastos como arranjador nas faixas "Cinzas" (Cristóvão Bastos) e "Avesso" (Cristóvão Bastos e Paulo César Pinheiro), "Não quero você assim" e a faixa-título "Ruas que sonhei", ambas de autoria de Paulinho da Viola. Contou também com a participação de Raphael Rabello em várias faixas, inclusive na valsa "Sete cordas" (Raphael Rabello e Paulo César Pinheiro), eleita como melhor música inédita gravada naquele ano. Por esse disco, recebeu a indicação ao prêmio "Sharp de Música" na categoria "Cantora Revelação". No ano seguinte este mesmo disco foi editado pela gravadora PolyGram, no Japão. Por essa época, ao lado de Cristina Buarque, trabalhou como backing-vocal na turnê nacional do disco "Eu canto samba", de Paulinho da Viola. Em 1992, participou da turnê nacional de lançamento do CD "Todos os Tons", de Raphael Rabello. Ao lado desse fez vários shows pelo Brasil. No ano seguinte, a gravadora japonesa Tartaruga/Omagatoki lançou o disco "Saravá Brasil". Neste CD interpretou "Camará" (Raphael Rabello e Paulo César Pinheiro), com a participação de Paulo César Pinheiro, "Chama do samba" (Cristóvão Bastos e Sergio Natureza), "Estação derradeira" (Chico Buarque), "Ponto de vista" (Raphael Rabello e Paulo César Pinheiro), "Boêmio" (Afonso Machado, Luís Moura e Paulo César Pinheiro), "Salmo" (Raphael Rabello e Paulo César Pinheiro), "Declaração de amor à Mangueira" (Cristóvão Bastos e Paulo César Pinheiro), "Se eu soubesse" (Volta Sêca), "Aquela felicidade" e "Cantando", ambas de autoria de Paulinho da Viola, "Saravá Brasil" (Moacyr Luz e Paulo César Pinheiro) e ainda "Samba para Amélia", composto por Caetano Veloso em sua homenagem. Neste mesmo ano, a convite do produtor Almir Chediak participou dos songbooks de Ary Barroso na faixa "Duro com duro" (Ary Barroso) e de Vinicius de Moraes, no qual interpretou "Formosa" (Baden Powell e Vinicius de Moraes). No songbook de Dorival Caymmi interpretou "Rua deserta" (Dorival Caymmi, Carlos Guinle e Hugo Lima) e no songbook de Tom Jobim a faixa "Lamento no morro" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes). Ainda em 1993, participou com Raphael Rabello do "Projeto 2/4", no Teatro Clara Nunes, no qual, pela primeira vez, o irmão apresentou-se em show só com composições de sua autoria. O show resultaria em um disco ao vivo, sendo gravado em fita cassete. Participou, também em 1993, da gravação do programa "Ensaio" - TV Cultura - ao lado de Raphael Rabello. No ano de 1994, a gravadora SACI (Sociedade dos Artistas e Compositores Independentes) editou no Brasil o disco "Saravá Brasil", desta vez com o nome de "Amélia Rabello". Em 1996 participou do CD "Avenida Brasil", de Cristóvão Bastos. Na mesma ocasião seguiu fazendo shows e programas de televisão. Em 2002, pela gravadora Acari Records, lançou o CD "Todas as canções", disco em homenagem à obra de Raphael Rabello (falecido em 1995) e no qual foram incluídas várias composições, nove delas aproveitadas do show anteriormente feito com o irmão. Mais tarde, Luciana Rabello, irmã de ambos, adicionou mais nove composições de Raphael Rabello, concluindo o disco com 18 canções, 15 delas  em parceria com o poeta Paulo César Pinheiro e três com Aldir Blanc. Foram regravadas três músicas, entre elas "Sete cordas" e "Retrato de saudade", ambas de Raphael e Paulo César Pinheiro e outras inéditas como "Galho de goiabeira" (Raphael Rabello e Aldir Blanc). O disco foi lançado no Teatro Clara Nunes no show "Todas as canções", com direção de Ney Matogrosso. Fez também show de lançamento do CD em Brasília. Em 2003 participou do filme sobre Paulinho da Viola "Meu tempo é hoje", da cineasta Isabel Jaguaribe, cantando o samba "Ruas que sonhei", de autoria do próprio Paulinho da Viola. Ainda em 2003, participou do show de entrega do "Prêmio Shell de Música" a Paulo César Pinheiro no Teatro João Caetano, cantando parcerias desse com Baden Powell e com João Nogueira. No ano de 2004 participou do disco "Tem samba no mar", de Roque Ferreira, no qual interpretou em dueto com o anfitrião a faixa "Ralador" (Roque Ferreira e Paulo César Pinheiro). Em 2005 participou do disco "Um pouco de mim - Sergio Natureza e amigos" interpretando em dueto com Raphael Rabello ao violão o samba "Brancas e pretas", de Paulinho da Viola e Sergio Natureza. Neste mesmo ano participou do "Festival de Inverno", de shows em homenagem a Raphael Rabello pela passagem dos 10 anos de sua morte. Ainda em 2005 apresentou-se, com Áurea Martins, no Centro Cultural Carioca em show em homenagem à Elizeth Cardoso. Também neste ano participou do CD "Amorágio", de Salgado Maranhão, no qual interpretou a composição "Feito passarinho", de Paulinho da Viola e Salgado Maranhão. No ano de 2010 atuou na direção vocal da série de shows "Onomatopeia não é palavrão! Onomatopeia Musical", apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, shows nos quais também participou como convidada especial de Pedro Amorim, Marcos Sacramento e Pedro Miranda. Em 2011 lançou, no Teatro Rival BR, o CD "A delicadeza que vem desses sons", no qual interpretou "Samba para Amelia" (Caetano Veloso), "Seu Ataulfo" (Radamés Gnattali e Paulo César Pinheiro), "Tempo perdido" (Ataulfo Alves), "Santa voz" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), "Velho ninho" (Cristóvão Bastos e Paulo César Pinheiro), "Estigma" (Luciana Rabello e Paulo César Pinheiro), "Gota de mágoa" (Ana Rabello e Paulo César Pinheiro), "Com as mãos vazias" (Pedro Amorim) e "Descuido" (Julião Pinheiro e Paulo César Pinheiro), "Pela noite" (Luís Moura, Afonso Machado e Paulo César Pinheiro), "Tanta despedida" (Moacyr Luz), "Chave da porta" (Luís Moura e Paulo César Pinheiro), "Velhos chorões" (Luciana Rabello e Paulo César Pinheiro), "Alma vazia" (Roque Ferreira). Em 2018 apresentou-se no Solar de Botafogo, no Rio de Janeiro, acompanhada dos violonistas João Camarero e Julião Pinheiro, seu sobrinho. Em show cujo repertório foi pautado em músicas que fizeram parte de sua trajetória musical.

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