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Alzira Espíndola

Alzira Maria Miranda Espíndola
1957 Mato Grosso do Sul

Dados Artísticos

Seu trabalho faz uma junção entre o pop e a música regional do centro-oeste. Iniciou a carreira artística no grupo Lírio Selvagem, composto juntamente com os irmãos. Com o fim do grupo, seguiu carreira solo. Tocou com o violeiro Almir Sater, e em 1987 lançou seu primeiro disco solo, o LP "Alzira Espíndola", pela gravadora 3M, produzido por Almir Sater. Nesse disco, interpretou, entre outras, composições como "Fluir", "Luzmarina", "Rio fatal" e "Sooom", de sua autoria, "Veja a vida", parceria com Arrigo Barnabé, "Ave marinha", de Kapenga, Almir Sater e Renato Teixeira, "Terra boa", de Paulo Simôes e Almir Sater, "Homem não chora", de Renato Teixeira, e "Geração", de Guilherme Rondon e Paulo Simões.

Em 1990, viajou por Alemanha, Áustria e Suíça em companhia do músico Itamar Assunção e o grupo Isca de Polícia.

Em 1991, gravou seu segundo disco, o LP "Amme", pelo selo Baratos Afins, no qual registrou, entre outras, "Aa vaa cama", parceria com a irmã Tetê Espíndola, "Man" e "Que triste dia", parcerias com Itamar Assunção, "Suavidade" e "Azeite", com Itamar Assunção e Jerry Espíndola, além de "Conclusão", "Fim do mundo" e "Quem sabe, sabe", as três de Itamar Assunção. Em 1992, foi indicada ao Prêmio Sharp de melhor cantora pop, com o disco "AMME". Em 1993, teve participação especial no LP "Bicho de sete cabeças III", de Itamar Assunção, na faixa "Ai que vontade", de Itamar Assunção.

Em 1996, lançou o LP "Peça-me", também pelo Baratos Afins, com músicas como "Devagar comigo", de Itamar Assunção, "Peça-me", "Bomba H" e "Ti ti ti", parcerias com Itamar Assunção, "Itamar é", de sua autoria, "Outra coisa", com Lucina, e "Chorinho caipira", com Luli. Dois anos depois, gravou com a irmã Tetê Espíndola o CD "Anahí", no qual interpretaram clássicos da música sertaneja como "Pé de cedro", de Zacarias Mourão, "Chalana", de Arlindo Pinto e Mário Zan, "Ciriema", de Nhô Pai e Mário Zan, e "Índia", de Guerrero e Flores, em versão de José Fortuna. Em 1999, realizou com a irmã Tetê Espíndola o show "Anahí".

Em 2000, lançou o CD "Ninguém pode calar", disco no qual homenageou a cantora Maysa, gravando "Meu mundo caiu", "Adeus", "Tarde triste", "O que", "Felicidade infeliz", "Resposta", "Ouça" e "Diplomacia", todas de autoria de Maysa. Em 2004, gravou com a família Espíndola o CD "Espíndola Canta", pela LuzAzul e MoviePlay Music. Nesse disco estão presentes suas composições "Não embaça", com Alice Ruiz, e "Não quero te enganar", com Jerry Espíndola. Em 2005, lançou, pela Duncan Discos, o CD "Paralelas", com músicas suas sobre poemas da poeta Alice Ruiz. O disco contou com as participações especiais de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes. Em 2006, realizou dois shows na Sala Funarte, Rio de Janeiro nos quais interpretou suas músicas, mistura de chamamés de Mato Grosso com a música urbana paulista.

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