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Álvaro Moreyra

Álvaro M. S. P. F. V. R. Moreira da Silva
23/11/1888 Porto Alegre, RS
12/10/1964 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Dedicou-se intensamente ao jornalismo, fazendo sucesso como cronista. Dirigiu as revistas "Para Todos", "Ilustração Brasileira" e "Fon-Fon". Em fins da década de 20, dedicou-se ao teatro de revista. Em 1927, fundou com sua mulher Eugênia Álvaro Moreyra e Joraci Camargo o "Teatro de Brinquedo", companhia que teve papel importante na renovação do teatro brasileiro. Neste ano, escreveu a peça "Adão" e "Outros membros da família". Em 1937, dirigiu a Companhia de Arte Dramática. Colaborou freqüentemente em revistas da época, como "Diretrizes", "Revista da Semana", "A Noite", "Carioca" etc. Passou a trabalhar como radialista na Rádio Globo, participando posteriormente da equipe de produção de um programa da TV, "Rio, eu gosto de você". Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, tendo deixado inúmeros livros, dentre os quais: "Degenerada", poesia (1909); "Casa desmoronada", poesia (1909); "Elegia da bruma", poesia (1911); "Legenda da luz e da vida", poesia (1911); "Um sorriso para tudo", prosa (1915); " A cidade mulher", prosa (1923); "Cocaína", prosa (1924); "Circo", poesia (1926); "Caixinha dos três segredos", poesia (1933);

"O Brasil continua", prosa (1936); "Teatro espanhol na renascença", prosa (1936); "As amargas...não", prosa (1954); "O dia nos olhos", prosa (1955); e "Havia uma oliveira no jardim", prosa (1958). Álvaro Moreyra deixou ainda quatro letras para músicas de Hekel Tavares : "A menina quer saber", "Mamãezinha que está no céu", "Realejo" e "Bahia".

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