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Aloísio Pimentel

Aloísio Pimentel
11/5/1929 Pau D, Álho, PE

Dados Artísticos

Começou a carreira artística atuando como cantor amador na Rádio Clube de Pernambuco entre os anos de 1946 e 1948. Nesse último ano, enfrentou teste para se tornar profissional sendo o único aprovado o que lhe valeu a assinatura de contrato com a Rádio Jornal do Comércio. Entre 1951 e 1953, foi apresentador do "Reporter Esso" no Recife. Em 1954, depois de ter enviado algumas gravações suas para São Paulo, foi contratado pela Rádio Record paulista. No entanto, antes de seguir para São Paulo, passou pelo Rio de Janeiro onde encontrou-se com o locutor César de Alencar que o havia conhecido em Recife e este o convidou para cantar em seu programa. Apresentou-se no "Programa César de Alencar" cantando a música "Old man river" e fez sucesso com sua voz possante o que lhe valeu uma entrevista com o diretor artístico da Rádio Nacional Paulo Tapajós, que o contratou. Isso fez com que desistisse de ir para a Rádio Record. Em 1955, estreou na Rádio Nacional como cantor e também como locutor lendo notícias nos programas "Crônica da cidade" e "Dia político". Ainda em 1955, foi contratado com exclusividade pela gravadora pernambucana Mocambo e no mesmo ano gravou os sambas-canção "Depois dos 40", de Klécius Caldas e Armando Cavalcanti, e "Todo só", de Hianto de Almeida, e as valsas "Natal glorioso" e "A valsa das valsas", ambas de Nelson Sampaio e Nelson Bastos.

Em 1956, gravou o samba "Sinfonia popular", de Nelson Sampaio e Nelson Bastos, e o tango "Prisioneira", de Vicente Amar. No mesmo ano, realizou uma tournê em Montevidéu, no Uruguai cantando na Rádio Carve, e em Buenos Aires na Argentina cantando na Rádio Sunset. Ainda em 1956, lançou pela Mocambo o LP "No país do samba", que incluiu as músicas "Isto é Brasil", de José Maria de Abreu e Luis Peixoto, "Seringueiro", de João Bené e Augusto Alexandre, "Faixa de cetim", de Ary Barroso, "Panorama do Brasil", de Medeiros Neto e Aldo Cabral, "Algodão", de Custódio Mesquita e David Nasser, "Forasteiro", de Ary Barroso, "Promessa", de Custódio Mesquita e Evaldo Ruy, e "Sinfonia popular", de Nelson Sampaio e Nelson Bastos. Em 1957, lançou os sambas "Promessa", de Custódio Mesquita e Evaldo Rui, e "Seringueiro", de João Bené e Augusto Alexandre. Em 1964, gravou pelo selo Belacap o bolero "Quem ama perdoa", de Irmãos Orlando e A. Correia, e o tango "Devolva-me", de Irmãos Orlando. Nessa época, entretanto, sua carreira de radialista já havia se tornado mais importante do que a de cantor, que aos poucos foi abandonada.

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