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Alcides Gerardi

João Alcides Gerardi
15/5/1918 Rio Grande, RS
3/1/1978 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira de cantor como crooner numa orquestra de dancing. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se candidatou como calouro num programa da Rádio Nacional, não tendo sido contratado. Em 1939, atuou como vocalista do conjunto  Namorados ao Luar, começando a destacar-se  como cantor. Dois anos mais tarde integrou o trio Os Três Marrecos, onde atuou ao lado de Marília Batista e seu irmão Henrique, por um curto espaço de tempo. Em 1944, atuando como crooner da orquestra de Simon Bountman, foi convidado a atuar na Rádio Transmissora. Sua primeira gravação profissional foi realizada na Odeon em 1945, com acompanhamento de George Brass no acordeom interpretando a valsa "Lourdes", de George Brass e Mário Rossi. No mesmo ano, gravou com acompanhamento de Antenógenes Silva as valsas "Sueli" e "Cada vez te quero mais", a marcha "Alegria" e o samba "Meu defeito", todas de Antenógenes Silva e Miguel Lima. Em 1946, gravou os sambas "Perdoa", de Valdemar de Abreu, e "Dedo na luva", de Humberto de Carvalho e Afonso Teixeira. Em 1947, voltou a gravar com Antenógenes Silva ao acordeom, desta vez, os sambas "Mulher bonita" e "Adeus Helena", parcerias de Antenógenes Silva e Miguel Lima, contando ainda com a participação de Caboclo no segundo samba. Ainda no mesmo ano, gravou as valsas "Mês de Maria" e "Razão do meu sofrer (Desilusão)", de Antenógenes Silva, com quem trbalhou muito em seu começo de carreira. Em 1948,  gravou com sucesso o samba-canção  "Pergunte a ela", de autoria de Geraldo Pereira e  Fernando Martins. No mesmo ano, gravou as valsa "Catedral dos sonhos", de José Conde e Mário Rossi e "Nossa Senhora das Graças" e "Recordação de Poços de Caldas", de Antenógenes Silva. Também no mesmo ano, gravou com Antenógenes Silva e Nair Rodrigues a rancheira "A vida é boa", e a marcha "É só ilusão", ambas de Antenógenes Silva e Ernâni Campos. Em 1949, passou a integrar o elenco da Rádio Tupi, onde permaneceu por quatro anos. No mesmo ano, gravou os sambas "Ela quer me abandonar", de Mário Amorim e Antônio Costa e "Foi brincando", de Pereira Matos e O . Silva, e o fox "Você é que pensa", de Roberto Roberti e Valdemar de Abreu. Em 1950, lançou  o samba "Antonico", de Ismael Silva, sem dúvida seu grande sucesso, relançando o grande sambista então afastado do meio artístico. No mesmo ano, gravou os sambas "Meu segredo", de Denis Brean e Osvaldo Guilherme, "Cinzas do passado", de Zé Pretinho e Marcos Ferreira e "Maria", clássico de Ary Barroso e Luiz Peixoto. Em 1951, gravou o samba "Cabelos brancos", de Herivelto Martins e Marino Pinto, e o baião "A morena quer dançar", de Odilon Noronha. No mesmo ano, lançou o "Baião de Copacabana", de Haroldo Barbosa e Lúcio Alves e o samba "Longe dos olhos", de Cristovão de Alencar e Djalma Ferreira. Com Carioca e sua orquestra gravou o frevo "Vou ficar em Pernembuco", de Genival Macedo. No ano seguinte, gravou os sambas "E eu sem Maria", de Dorival Caymmi e Alcyr Pires Vermelho, e "Protesto", de Buci Moreira e Felisberto Martins, e o samba-canção "Lei de Deus", de René Bittencourt. Ainda em 1952, gravou com Ary Barroso e Sua Escola de Samba os sambas "O nosso amor morreu" e "Nada mais me consola", de Ary Barroso. Em 1953, se transferiu para a Rádio Nacional. No mesmo ano, voltou a gravar com Antenógenes Silva, registrandos a marcha "Chegou a banda", e a rancheira "Noite na roça", ambas de Antenógenes Silva. Em 1954, gravou com acompanhamento da Orquestra Odeon o samba "Eu sou mais eu", de Raul Sampaio e Blecaute. No mesmo ano, gravou em dueto com João Dias a marcha "Despedida de solteiro", e a valsa "Casadinhos", ambas de Pedro Caetano e Clemente Muniz, e com Pedro Raimundo, o baião "oriental", de Pedro Raimundo. Em 1955, registrou o bolero "Ainda que eu quisesse", de Carolina Cardoso de Menezes e Armando Fernandes. No mesmo ano, voltou a gravar com Pedro Raimundo registrando o tango "Culpada", de Pedro Raimundo. Também em 1955, foi contratado pela Columbia onde estreou com a "Marcha da corcundinha", de Wilson batista e Américo Seixas e o samba "Mangueira", de Arlindo Marques Jr., Roberto Roberti e Nelson cavaquinho. Em 1956, gravou o samba "Quadro de São Jorge", de Irani de Oliveira e o bolero "Para que recordar", de Fernando César e Carlos César. No mesmo ano, lançou o LP "Innmamorata" interpretando a valsa "Innamorata", de J. Brooks e H. Warren, com versão de Alberto Ribeiro, os boleros "Tudo foi ilusão", de Arcilino Tavares e Laerte Santos, "Para que recordar", de Fernando César e Carlos César, e "Mulher banal", de Miguel Miranda e Francisco Balbi, o tango "Quero ver-te uma vez mais (Quiero verte una vez mas)", de M. Canaro e Contursi, com versão de Jair Amorim, a toada "Eh vento", de Nilva Teixeira e Nazareno de Brito, e os sambas "Cruel realidade", de Américo Seixas, Carneiro Filho e Alberto Jesus, e "A chuva cai", de Irany de Oliveira. Em 1957, gravou um clássico da música romântica: o rasqueado "Cabecinha no ombro", de Paulo Borges. Nesse ano, lançou o LP "Encantamento" disco no qual cantou os bolero "Encantamento", de Antônio Rago e Mathias da Cruz, "Desde que te vi (Se)", de Amilton Paraná, "Adoração", de Hélio Costa e Alan Carreiro, e "Não", de René Bruxelas e Belony de Carli, o samba canção "Izabel", de Walter Tourinho, os sambas "O azar foi meu", de Plinio Gesta e Miguel Gustavo, e "Mundo de intriga", de Genival Macedo, e o grande sucesso daquele momento, a guarânia "Cabecinha no ombro", de Paulo Borges. Em 1958, gravou toada "Cantiga de lembrança", de Luiz Vieira e Epaminondas Souza, e as marchas "Varre, varre, vassourinha" e "Se a mulher fosse dinheiro", de Antônio Almeida. Em 1959, gravou da dupla Raul Sampaio e Benil Santos a habanera "Falas de amor outra vez". Nesse ano, lançou o LP "Vítimas iguais" interpretando sambas e canções românticas tais como "Flor das madrugadas", de Hélio Ribeiro, "A dor do amor", de Nilo Barbosa e Isaias Ferreira, "E daí", de Miguel Gustavo, "Deixa", de Augusta de Oliveira e O. Freitas, "Covardia", de Mirabeau, Zé Carnaval e Walter Juarez, "Vítimas iguais", de Jorge dos Santos, Waldemiro Zacharias e Mazeira, "Maria Anita", de Getúlio Macedo e Irany de Oliveira, "Na casa dela", de Romulo Paes, "Rua da amargura" e "Você não vem", de Mário Teresópolis, "Regeneração", de Augusta de Oliveira e Gildo Nunes, e "Preocupação", de Nahum Luis e Alves Filho. Em 1960, gravou o LP "Serenata suburbana", com música título de Capiba, e outras composições românticas como sambas canções, boleros e guarânias: "Agora", de Augusta de Oliveira e Antônio Soares, "Não quero não", de Britinho e Augusta de Oliveira, "Espere um pouco mais", de Waldir Machado, "Sonho delirante", de Antônio Soares e Agenor Madureira, "Nem uma luz brilhou", de Gilvan Chaves, "Se ela pergunta", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, "Tu vais passar", de Britinho e Fernando César, "Que culpa tenho eu", de Armando Nunes e Othon Russo, "Guarânia do adeus", de Evaldo Gouveia e Almeida Rego, "Um momento na vida", de Armando Cavalcanti, e "Mentirosa", de Antônio Almeida. Em 1961, lançou o LP "Palavras de amor", um disco de repertório romântico incluindo as canções "Palavras de amor", de Paulo Borges, "Deixa que eu sofra", de José X. de Menezes e Edilasio Lopes, "Nem saudade", de Édson Menezes e Roberto Faissal, "Penumbra", de Bené Guimarães e Hélio Ribeiro, "Injustiçada", de Antônio Garcia, "Reversão", de Pires Cavalcanti e Clodomir Colino, "Maria do mau fim", de José Messias, "Meu carinho", de Umberto Silva e Luis Mergulhão, "Mulher de ninguém", de Augusta de Oliveira e José Guimarães, "Só penso em você", de Antônio Garcia e João Moreira, "Ninguém a teus pés", de Bené Guimarães, e "Desprezo", de Augusta de Oliveira e José Guimarães. Em 1962, gravou o bolero "Despedida", de Paulo Borges, que deu título a seu LP daquele ano e que incluiu ainda as músicas "Por toda a vida", de Astor Silva e Orlando Barbosa, "Quem me vê", de Antônio Soares, "Volte", de Leny Tavares e Sebastião Mota, "Diga", de Augusta de Oliveira e Antônio Soares, "Tinha que ser", de Sidney Más e Roberto Silva, "A Maria chorou", de Augusta de Oliveira e Othon Russo, "Deus me ajudou", de Djalma Mafra, "Sem motivo", de Antônio Augusto e Marilde de Oliveira, "Em volta da luz", de Jocelino e Marilde de Oliveira, "Perversa", de Fernando Borges e Mário Silva, e "A corda e a caçamba", de Antônio Almeida. No mesmo ano, sua interpretação para o bolero "Lembranças", de Raul Sampaio, foi incluída no LP "As 14 Mais - Vol. VII" da gravadora Columbia. No ano seguinte, gravou os boleros "Maria Dolores", de Nilo Barbosa e Erasmo Silva, e "Sem você", de Nilo Barbosa e Paulo Borges. Ainda em 1963, lançou o LP "Enquanto o tempo passa" disco que novamente recebeu como título uma composição de Paulo Borges. Fizeram parte desse LP as canções "Divina luz", de Augusta de Oliveira e Antônio Soares, "Eu fui o culpado", de Álvaro Castilho e Djalma Mafra, "Pedestal", de Nilo Barbosa e R. Santos, "Você é minha vida", de Bené Guimarães, "Quero beijar-te", de Astor Silva e Orlando Barbosa, "Tem bobo pra tudo", de João Correia da Silva e Manoel Brigadeiro, "Gosto dela", de R. Santos e Antônio Soares, "Ninguém só tu", de Jocelino e Marilde de Oliveira, "Sol de minha vida", de Nilo Barbosa e S. Martins, "Esse tal de amor", de Marilde de Oliveira e Pires Cavalcanti, e "Sofrer com ela", de Augusta de Oliveira e Othon Russo. Mesmo com todas as transformações pelas quais a música popular brasileira passava naquele momento ainda mantinha grande prestígio tanto é que ainda em 1963, lançou um segundo LP, "Pensando em você" interpretando "É problema seu", de João Correia da Silva e Manoel Brigadeiro, "Riam de mim", de Othon Russo e Britinho, "Pensando em você", de J. Rocha e Augusta de Oliveira, "Cara de anjo", de Nilo Barbosa e Paulo R. Portilho, "Eu já não sei", de Carlos Rocha e D. G. Costa, "Final de amor", de Genival Macedo, "Nostalgia", de Paulo Borges, "Se vais partir", de Othon Russo e Santos Silva, "Risco de carvão", de Nilo Barbosa, S. Martins e Izaias Ferreira, "Não quero mais te ver", de Cândido Cardoso, "Esperança de voltar", de Augusta de Oliveira e Álvaro Castilho, e "O teu amor me incendeia", de Carlos Morais. Ainda no meamo ano, foi lançada pela Odeon a coletânea "Os grandes sucessos de Alcides Gerardi" com fonogramas extraídos de discos de 78 rpm, incluindo sucessos como "Marise", de Carlos Amorim e Miguel Miranda, "Brotinho maluco", de Haníbal Cruz, "Você é que pensa", de Dunga e Roberto Roberti, "E eu sem Maria", de Dorival Caymmi e Alcyr Pires Vermelho, e "Castelo de areia", de Isaias de Freitas, Geraldo Jacques e Moreirinha, entre outros. Em 1964, embora sem estar exatamente nas paradas de sucesso, mas ainda mantendo todo o valor de um grande intérprete lançou o LP "Amor sem ter amor", música título de Dora Lopes e Genival Melo, e que apresentou ainda as canções "Que importa a vida", de Mariah Brito e Leila Victor, "A vida passou", de Gilvan Chaves, "Meu drama", de Osvaldo Aude e Athayde Julio, "Queria ser de ferro", de Irany de Oliveira, "Até o último degrau", de Augusta de Oliveira e Magdalena Correia, "Dama da noite", de Lino Reis e Nilo Barbosa, "Uma palavra", de Paulo Borges, "Duvido", de Augusta de Oliveira e Othon Russo, "Outras foram", de Djalma Mafra e A. Castilho, "Sou da madrugada", de Cícero Nunes, e "Que adianta", de Bené Guimarães. Em 1965, lançou o LP "Tua partida" CBS com as músicas "Aliança no dedinho", de Paulo Borges e Nilo Barbosa, "Até que a morte nos separe", de Roberto Martins, "Um dia saberás", de Antônio Augusto e Erly Muniz, "Não te conheço mais", de José Batista e Flora Mattos, "Perdoa o meu coração", de Elpídio Viana e Lacyr Viana, "Casinha de pombo", de Alberto Jesus, Gil Lima e Paulo Gesta, "Viverá nosso amor", de Lino Reis e Oldemar Magalhães, "Tua partida", de Augusta de Oliveira e Silva Jr, "Quizera", de Cândido Cardoso, "Onde estavas tu", de Raul Sampaio e Benil Santos, "Onde estás", de Solange Correia e Enilda Son, e "Saudades do passado", de Lázaro Martins, J. Giraldes e Elias Salomão. Em 1966, gravou "Desejo" um Lp em que reafirmou toda sua linha romântica interpretando "Desejo", de Armando Sá e Miguel Brito, "Infidelidade", de Osvaldo Mendes e Renato Ramos, "Fica meu benzinho fica", de Irmãos Orlando e Silva Rodrigues, "O amor é assim", de Altamiro Baptista, "Senta a meu lado e chora", de Arcênio de Carvalho, "Só o amor nos faz felizes", de Rubens Campos e Waldemar Silva, "Quando estou a teu lado (Cuando vuelva a tu lado)", de Maria Grever e versão de Pedro Lopes, "Só eu sei", de Armando Sá e Miguel Brito, "Cego de amor", de João Correia e Altamiro Baptista, "Obrigado Senhor", de Haníbal Cruz, "Agora se acabou", de Augusta de Oliveira e Djalma Mafra, e "A voz do coração", de Augusta de Oliveira e Anísio Pessanha. Em 1967, gravou os boleros "De mim lembrarás (Me recordaras)" e "Porque partir (Si no te vas)" para o LP "12 boleros de sucessos" da CBS. Para o carnaval de 1968, gravou as marchas "Antigos carnavais", de Miguel Lima, Alcidino de Oliveira e Sebastião Nunes, e "Ditado certo", de Augusta de Oliveira e Nilo Barbosa, incluídas no LP "O verdadeiro carnaval" da Entré/CBS.  No ano seguinte, participou de duas antologias carnavalescas pela gravadora Odeon: "Carnaval 69", volumes I e II. No primeiro gravou a marcha "Vaidosa", de Nilo Barbosa e Euclides Silva, e no volume II a marcha "Tá na cara", de Nauta Drummond e Humberto Amorim. Ainda nesse ano participou de mais três coletâneas: "Só sucessos VOL. 4" da Odeon com diversos artistas cantando sucesso daquele momento no qual interpretou "Tudo passará", de Nelson Ned; "O negócio é samba" da Okeh/CBS, cantando o samba "Tem bobo pra tudo", e no disco do I Festival Brasileiro de seresta" da Ritmos/Codil com a seresta "Um dia encontrarei", de Ernâni Campos e H. Gelmmini. Em 1970, gravou para a Odeon a marcha "Quando a lua surgiu", de João Correia da Silva e Abigail Silva, incluída no LP "Carnaval '70 - VOL. 2". Nesse ano, lançou com Lia de Carvalho, de forma independente o LP "Leonel Azevedo - 40 anos de Música Popular Brasileira", no qual interpretou as obras do compositor Leonel Azevedo "Lábios que beijei", "Não foi o tempo", "Estória Junina", "Quero voltar aos braços teus", e "Cantar", com  J. Cascata, "Por ti", com Sá Róris, "Nada vezes nada" e " Razão do meu cantar", com Joel Azevedo, e "Barqueiro do amor" e "Tá na hora de acabar". Em 1972, participou da coletânea carnavalesca "Carnaval - 73" da Musicolor/Continental, que incluiu ainda nomes como Francisco Egydio; Noite Ilustrada; Titulares do Ritmo e Jamelão, entre outros. Nesse LP interpretou as marchas "Prato fundo", de Arnô Provenzano, Agenor Madureira e Antônio Soares, e "Marcha do gato", de Augusta de Oliveira, Lázaro Martins e Nilo Barbosa. Nas décadas de 1950 e 1960 gravou vários  LPs, muitos deles razoavelmente vendidos, especialmente os de boleros. Entre seu maiores sucessos estão "Você é que pensa", "Só resta uma lágrima" e "Rei dos reis", "Antonico", de Ismael Silva, "Castelo de areia", de Geraldo Jacques, Isaías Freitas e Meirinhol, "Brotinho maluco", de Aníbal Cruz e "E eu sem Maria", de Dorival Caymmi e Alcyr Pires Vermelho, entre outras, além do clássico "Cabecinha no ombro", de Paulo Borges. Ao longo da carreira lançou 106 discos em 78 rpm e 15 Lps além de partcicipar de ter gravações incluídas em 49 coletâneas em especial com músicas de carnaval e ter ainda mais 10 coletâneas com seus sucessos.

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